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Reinvestir: quais as vantagens dessa estratégia para o seu dinheiro?

Dizem que em time que está ganhando não se mexe. Essa estratégia vale também para o mundo dos investimentos. Em investimento que está rendendo, se reinveste. Entenda por que reinvestir pode ser uma boa escolha na jornada rumo às conquistas dos seus objetivos.



imagem mostra elementos como lupa, moeda, saco de dinheiro e cifrão em um fundo roxo.

Quando algo é bom na vida, a tendência é fazer de novo, e de novo até que vire um hábito. Reinvestir um dinheiro que já estava investido é uma maneira de fazer com que ele continue a render, sem interrupções.

Todo investimento de renda fixa, como CDBs e RDBs, por exemplo, tem uma data de vencimento, ou seja, o dia em que o valor que você investiu retornará para a sua conta com acréscimo de juros. Já algumas ações e fundos imobiliários pagam dividendos frequentemente.

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Essas são apenas algumas oportunidades que você pode aproveitar para, caso seja possível, reinvestir o seu dinheiro.

A seguir, entenda como reinvestir pode ser uma estratégia vantajosa para o seu bolso e saiba como fazer isso na prática.

Reinvestir: estratégia traz benefícios em longo prazo

Na renda fixa, quando o investimento chega à sua respectiva data de vencimento, o valor que você investiu mais o quanto ele rendeu, ou seja, o lucro, retorna à sua conta automaticamente até o final do dia. 

Se vencer no fim de semana ou feriado, no próximo dia útil estará lá. Mas não precisa se preocupar em guardar essas datas. Quando esse dia chegar, a instituição financeira na qual você escolheu investir vai te informar. 

Depois que o dinheiro retornar, você escolhe o que fazer com ele: reinvestir ou solicitar a transferência para a sua conta bancária. 

Caso você não precise usar essa quantia, uma boa opção pode ser reinvesti-lo. O reinvestimento é, inclusive, uma das principais estratégias das pessoas que aplicam no mercado financeiro com foco no longo prazo.

Isso porque ele ajuda o investidor a alcançar os objetivos financeiros traçados ao longo do tempo. Em muitos casos, é indicado fazer um novo investimento assim que o valor retorna para sua conta. 

Para Eduardo Perez, analista da NuInvest, ao optar por reinvestir, é imprescindível analisar o cenário econômico do momento para ver o que vale mais a pena.

“Em momentos de juros baixos nos quais se cogita a necessidade de alta de juros, geralmente é a melhor hora para aplicar em pós-fixados, justamente para aproveitar essa alta.

Já quando os juros estão na máxima e a inflação em nível elevado, normalmente é a melhor hora para títulos híbridos porque você “trava” uma rentabilidade com juros reais bem altos”, explica.

Dessa forma, você não corre o risco de ficar com o seu dinheiro um dia sequer sem render, com os juros compostos trabalhando para você. Leia abaixo sobre eles.

Juros compostos: o que são e como fazê-los trabalhar a seu favor

Juros nem sempre são do mal. Existe o lado bom deles, principalmente quando aplicados nos rendimentos dos investimentos. 

Diferentemente dos juros simples, que incidem apenas sobre o valor inicial investido, os juros compostos vão além. Eles incidem sobre o valor inicial mais os juros acumulados ao longo do tempo. Por isso, são chamados de juros sobre juros.

Veja um exemplo: para simplificar a conta, imagine um  único investimento de R$ 100, sem considerar imposto de renda nem inflação.

Com juros simples a 10% ao mês, o dinheiro renderia sempre a mesma coisa, pois é calculado sobre o valor inicial de R$ 100. Ou seja, você teria um rendimento de R$ 10 todos os meses.

Com juros compostos a 10% ao mês, o dinheiro renderia R$ 10 no primeiro mês, o que daria um total de R$ 110. No segundo mês, renderia sobre o montante acumulado no período (os R$ 110), ou seja, R$ 11 reais. Desse jeito, você ficaria com R$ 121. 

No terceiro mês, o dinheiro renderia sobre os últimos R$ 121, ou seja, mais R$ 12,10, totalizando R$ 133,10. E assim por diante. Traduzindo: a cada mês você ganha mais do que no mês anterior.

Resumo: juros simples x juros compostos

Valor inicial: R$ 100

Juros simplesSaldoJuros compostosSaldo
1º mês: R$ 101º mês: R$ 1101º mês: R$ 101º mês: R$ 110
2º mês: R$ 102º mês: R$ 1202º mês: R$ 112º mês: R$ 121
3º mês: R$ 103º mês: R$ 1303º mês: R$ 12,103º mês: R$ 133,10

Parece pouco, mas a ideia é investir mês a mês, ano a ano, mesmo com valores pequenos. O grande segredo é: quanto mais tempo você deixar o seu dinheiro investido, mais ele crescerá.

Saiba mais sobre a diferença entre juros simples e juros compostos 

Quais investimentos têm juros compostos?

Basicamente, quase todos os investimentos no Brasil são calculados com juros compostos. Em alguns deles, não é necessário fazer nada, apenas deixar o dinheiro quieto pelo maior tempo possível, com os juros compostos agindo automaticamente. Exemplo: fundos de investimento.

Já em outros casos, os títulos vencem e, para aproveitar essa estratégia, é preciso reinvestir.  Entre eles estão:

  • Títulos públicos do Tesouro Direto;
  • CDB – Certificado de Depósito Bancário;
  • RDB – Recibo de Depósito Bancário;
  • Debêntures;
  • LCI e LCA – Letra de Crédito Imobiliário e Letra de Crédito do Agronegócio;
  • CRI e CRA – Certificado de Recebíveis Imobiliários e Certificado de Recebíveis do Agronegócio.

Conheça as diferenças entre RDB e CDB

Reinvestir todos os meses

Dá para investir todos os meses no Tesouro Direto, por exemplo, pelo aplicativo ou site da NuInvest. É possível agendar uma compra ou programar mais compras por vários meses.

Como investir no Tesouro Direto pelo app NuInvest?

Para os demais títulos de renda fixa mencionados acima, como CDBs e RDBs por exemplo, não é possível realizar aportes mensais, pois cada novo investimento configura uma nova compra, ou seja, gera um novo título com características individuais: novo prazo, nova rentabilidade, nova liquidez etc.  

Mas isso não é um problema. Neste caso, pode-se comprar mensalmente um título diferente da mesma aplicação.

Renda fixa: saiba como investir com segurança

Prazo de investimento deve ser respeitado

Antes de mais nada, é importante lembrar que o ideal ao investir é levar o título até a data de vencimento. 

Mas, se por algum motivo, você precisar do dinheiro antes, é possível fazer um resgate antecipado – só que, normalmente, este processo envolve pagamento de taxas ou perda de rendimentos. 

Geralmente, os prazos de vencimento dos títulos variam de 6 meses a 10 anos. Por outro lado, existem títulos públicos, como os do Tesouro Direto, que vencem em 2025, 2035 ou até mesmo em 2055. 

Portanto, antes de escolher um investimento, você deve analisar se esse tempo é compatível com o seus objetivos financeiros. Lembre-se sempre: investimentos precisam combinar com as suas metas de curto, médio e longo prazos.

Tudo começa com planejamento

Sem planejamento financeiro fica muito difícil ter organização e disciplina para atingir as metas. Antes de tudo, é preciso colocar a casa em ordem para começar a pensar em investir. 

Agora, se você já está no azul e está na dúvida entre investir todos os meses ou juntar dinheiro para aplicar uma vez só, saiba que o mais importante é criar o hábito de investir sempre, se possível todos os meses, mesmo com pouco.

Esse tipo de atitude poderá fazer uma diferença enorme na sua jornada de independência financeira e de sossego na aposentadoria. Definitivamente, não existe nada melhor do que aprender a cuidar do próprio dinheiro e fazê-lo render mais. 

Afinal, é de investimento em investimento que você vai chegar lá.

Leia também:

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Organização financeira: os 3 problemas mais comuns (e como evitá-los)

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