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Juros compostos de um jeito simples de entender

Este tipo de juros costuma causar confusão - mas é importante saber como seu cálculo é feito, afinal, o chamado "juros sobre juros"é usado em operações financeiras, como empréstimo e investimentos.

No mercado financeiro, é comum esbarrar em contratos com dois tipos de juros: os simples e os compostos. Seja no cálculo de rendimentos de investimentos ou na cobranças de atrasos, os juros praticados são, na grande maioria das vezes, juros compostos.

O problema é que eles costumam gerar muitas dúvidas. Isso porque os juros compostos são os chamados “juros sobre juros”, em que uma porcentagem é cobrada sobre um valor que já teve a correção com juros. Ficou confuso? Veja abaixo uma explicação e exemplos sobre juros compostos.

Como funcionam os juros compostos? 

Os juros compostos são calculados sobre juros acumulados de períodos anteriores, por isso chamado de juros sobre juros.

Como assim?

Os juros compostos incidem sobre o valor principal da operação já corrigido com juros – um valor X é corrigido com juros e, no mês seguinte, pensando em uma operação mensal, os juros serão aplicados pelo valor já corrigido, e não o valor inicial.

Por exemplo: pense em um  investimento com juros compostos de 1% a cada mês.

No primeiro mês, o seu retorno será de 1% sobre o valor inicial. No segundo mês, será 1% sobre o valor inicial + o rendimento do primeiro mês. Se você começou com R$ 1.000,00, ao final do primeiro mês receberá 1% sobre esse valor – ou seja, R$ 10. No segundo mês, receberá 1% sobre R$ 1.010,00, valor já acrescido de juros. E assim segue o cálculo de juros até o final da operação.

Uma das características mais importantes para o cálculo dos juros compostos é a influência do tempo – quanto mais tempo durar a operação financeira (por exemplo, quanto maior o números de parcelas sob as quais incidirão juros), maior será o valor total de juros. Quanto mais tempo (períodos compostos), mais juros são acumulados.

No caso de uma dívida, por exemplo, os juros compostos podem dificultar o entendimento do valor final.

Por exemplo, um empréstimo com uma taxa de 2% ao mês significa, na prática, mais do que 24% ao ano – que seria o equivalente aos juros totais caso fossem juros simples. Isso porque, a cada parcela paga, você abate parte da dívida, mas o que sobra tem juros cobrados sobre o valor. E assim a cada mês. 

O que são juros, mesmo?

Os juros são o que o cliente pagará ou receberá a mais por uma operação financeira, como empréstimo ou investimento. No caso dos cartões de crédito, por exemplo, existe a cobrança de juros se houver atraso no pagamento. 

Já os investimentos são um tipo de empréstimo com juros – você, ao investir seu dinheiro, o empresta para uma instituição financeira e recebe um valor por isso, que é justamente o rendimento do investimento. Cada uma das operações de crédito, seja investimento ou empréstimos, oferece uma taxa de juros diferente. 

Veja mais sobre a diferença entre juros simples e juros compostos.

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