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Empréstimo e cartão são os maiores responsáveis por dívidas, aponta pesquisa

Os dados indicam que a maioria das pessoas que contraiu empréstimos em bancos e instituições financeiras está com restrição no nome.

O endividamento é um velho conhecido do brasileiro: 64,7% das famílias no país têm dívidas, segundo o último levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O percentual de inadimplentes (ou seja, pessoas que não conseguem honrar suas dívidas no prazo) também é notável: uma em cada 4 pessoas, ou 24,9%.

Onde a população está contraindo suas dívidas? O SPC Brasil, em parceria com a CNDL, sugere uma resposta: empréstimos e cartões de crédito.

Bancos e financeiras lideram endividamento

Em uma pesquisa publicada no início de novembro, o SPC Brasil/CNDL ouviu consumidores com contas em atraso há mais de 90 dias e cravou que 69% delas estavam com algum tipo de restrição no nome devido a empréstimos pessoais contraídos em bancos e financeiras, seguidos de perto por crediários e cartão de crédito.

Motivos da dívida

Contas pagas

Ainda segundo a pesquisa, a escolha de contas a serem pagas acaba sendo um desafio para quem está inadimplente:

  • Mais de 80% das pessoas coloca o aluguel e o plano de saúde no topo de prioridades financeiras, seguidos por contas da casa (como condomínio, TV, internet, água, luz, celular) e financiamentos.
  • O cheque especial e o cartão de crédito aparecem bem baixos na lista, com 24% e 16%, respectivamente.

Cuidados com o endividamento

Dicas para antes de se endividar

Está considerando contratar um empréstimo, parcelar a fatura do cartão ou alguma outra ação que gerará uma dívida? Então, antes:

  • Planeje-se: saiba quanto da sua renda mensal você pode comprometer sem ser obrigado a contrair uma nova dívida.
  • Pesquise: não feche com a opção mais fácil de cara. Não é porque você tem crédito pré-aprovado com o seu banco que essa será a alternativa mais vantajosa.
  • Fuja dos juros altos: o cheque especial e o crédito rotativo têm os juros mais altos do mercado. Sempre que puder, escolha outra alternativa para deixar em aberto.
  • Leia as letras miúdas: nem só de juros vivem os geradores de dívidas. No caso de um empréstimo, por exemplo, você precisa saber o Custo Efetivo Total, se há garantia, se pode antecipar parcelas etc.

Dicas para quem está endividado

Se a dívida já é parte da sua vida, ter um planejamento para pagá-la deve ser sua prioridade – qualquer outro projeto financeiro vem depois.

  • Entenda a dívida: muita gente acaba deixando o efeito bola de neve tomar conta e perde o controle sobre a situação. Olhe para seus débitos em aberto e saiba exatamente quanto você deve.
  • Priorize os juros altos: são eles que mais comem a sua renda, portanto, quanto mais altos, maior a rapidez que você deve quitá-los. Às vezes, vale a pena até contrair um empréstimo com juros menores para pagar o cheque especial, por exemplo. Mas não tome esse tipo de decisão antes de negociar. Falando nisso…
  • Negocie: entre em contato com a instituição (banco, financeira, fintech etc) para quem você deve para tentar um novo acordo. Mas faça isso com uma boa noção do seu orçamento e um planejamento financeiro – a nova proposta precisa refletir a sua realidade, do contrário, o ciclo só vai se repetir.
  • Faça cortes: é difícil abrir mão de certas coisas, mas, se você está endividado, o momento é de cortes.  Olhe para seus gastos e identifique onde há margem para diminuição. E, lembre-se, não precisa ser para sempre: essa é uma medida para que você consiga botar sua vida financeira nos eixos novamente.
  • Use qualquer renda extra: 13o salário, saque do FGTS, bônus de fim de ano, restituição do Imposto de Renda… Aproveite momentos em que entram novas fontes de receita para adiantar pagamentos e ir cortando a dívida mais rapidamente.

Lembre-se: assumir uma dívida não é o fim do mundo. Sair dela também não precisa ser. Encarar o problema de frente é o primeiro passo para retomar o controle sobre suas finanças. Para ver mais conteúdos que te ajudam a sair das dívidas, entre aqui.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.