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Diversificação de investimentos: 5 dicas para começar

Não colocar o seu dinheiro em um único tipo de investimento pode diminuir os riscos e aumentar o potencial de ganhos no longo prazo. Saiba como colocar a diversificação em prática.



Já diz o ditado: não bote todos os seus ovos em uma mesma cesta. Quando o papo é investir, esse mesmo conselho se aplica. A diversificação de investimentos traz uma série de vantagens, e existem algumas estratégias para começar a fazer isso.

Diversificar seus investimentos significa basicamente investir em múltiplos lugares. A diversificação é uma estratégia usada tanto por investidores iniciantes quanto por pessoas que já estão em um nível avançado.

Afinal, o objetivo de diversificar é buscar estratégias que sejam capazes de reduzir os riscos e aumentar os ganhos.

Esse conteúdo foi originalmente postado no blog da Easynvest. Em 17 de agosto de 2021, a Easynvest virou Nu invest e esse conteúdo foi transferido para o blog do Nubank.

O que é diversificação nos investimentos?

A diversificação dos investimentos consiste em distribuir o seu dinheiro em diferentes tipos de ativos. A principal vantagem dessa estratégia é reduzir os riscos das suas aplicações e garantir uma boa rentabilidade no médio e no longo prazo. 

Você pode diversificar dentro de apenas uma categoria de investimentos (renda fixa e renda variável), mas também pode alocar o seu patrimônio nos dois grupos.

É a lógica dos ovos: se eles estiverem todos na mesma cesta, e essa cesta cair, todos os ovos quebram. Porém, se você distribuir esses ovos por várias cestas, reduz o risco de acidentes.

Trazendo para o mundo dos investimentos, ao colocar todo o seu dinheiro em apenas um tipo de ativo financeiro, você fica exposto ao risco deste ativo.

Quer um exemplo? Digamos que você colocou todo o seu patrimônio em apenas uma ação. Se essa ação não tiver um bom desempenho e se desvalorizar, todo o seu dinheiro desvaloriza junto.

Se, por outro lado, seu dinheiro estiver distribuído em vários investimentos, a queda dessa ação machuca apenas uma parte do seu patrimônio. É até capaz de outro ativo se valorizar ao mesmo tempo, evitando que você tenha qualquer perda.

Ou seja, concentrar os seus investimentos e não diversificar aumenta a probabilidade de prejuízo.

Com uma estratégia de diversificação, o dinheiro é distribuído por vários tipos de investimentos, com riscos e características diferentes. Isso traz equilíbrio para sua carteira, já que cada um desses ativos financeiros reage de forma diferente aos acontecimentos do mercado financeiro.

Qual a importância da diversificação de investimentos?

A principal vantagem da diversificação de investimentos é diluir os riscos. Assim, investindo em diferentes ativos, não há tanto prejuízo quando uma delas sofre desvalorização.

O termo “diversificação”, no universo dos investimentos, surgiu na década de 1950 com os estudos feitos pelo vencedor do Prêmio Nobel de Economia Harry Markowitz. Ele é o criador da Teoria Moderna do Portfólio, cuja ideia básica é formar um portfólio de ativos que maximize a possibilidade de retorno para um dado nível de risco.

A teoria de Markowitz até hoje influencia a forma como grandes investidores elaboram suas carteiras de investimentos. De acordo com ela, os ativos financeiros não seguem uma tendência única.

Assim, seus investimentos vão se comportar de maneiras diferentes, uns subindo e outros caindo, em tempos e níveis de intensidade diversos.

Markowitz fez vários cálculos e demonstrou que cada investimento apresenta um determinado risco versus retorno esperado. Porém, ao adicionar vários investimentos em um portfólio (ou uma carteira), o risco versus retorno esperado desse mix pode ser mais eficiente do que o de um investimento isolado.

Em outras palavras, uma carteira com investimentos variados sofre menos com o sobe e desce do mercado. E, durante esses movimentos, a instabilidade de um investimento é compensada pelos demais.

Como diversificar investimentos?

Mas, afinal, qual é o passo a passo para uma diversificação de investimentos efetiva? Não existe receita de bolo, mas algumas dicas podem ajudar.

1. Conheça o seu perfil de investidor

Quanto você escolhe aplicar em determinado tipo de investimento, seu perfil de investidor e o risco que está disposto a correr são informações essenciais. Esse perfil pode ser conservador, moderado ou agressivo.

Imagine que os investimentos que você escolheu sofram uma queda de 10%. Como você reagiria? Venderia tudo com medo de mais prejuízo, esperaria ou investiria ainda mais pensando no longo prazo?

Ao conhecer seu perfil de investidor, fica mais fácil identificar os investimentos que fazem sentido para você e para os seus objetivos, além dos riscos que não está disposto a correr. As corretoras e outras instituições que oferecem investimentos aplicam um teste quando você abre sua conta para indicar qual é o seu perfil.

Saiba como é o teste de perfil do Nubank

2. Defina prazos e objetivos

Sabendo o seu perfil de investidor, também é importante definir os prazos dos seus investimentos. Uma carteira diversificada é aquela que atende aos seus diferentes objetivos em diversos momentos da vida.

Isso significa escolher investimentos de curto, médio e longo prazo.

Se o seu objetivo é viajar daqui um ou dois anos, por exemplo, uma boa opção é colocar uma parte do dinheiro em uma aplicação com este prazo. Mas talvez você já esteja pensando na aposentadoria. Nesse caso, parte do patrimônio pode ir para um investimento de longo prazo.

A dica é escolher prazos que se encaixam nas suas metas financeiras.

Metas financeiras de curto prazo

São aquelas que podem ser realizadas em um período mais curto de tempo. Portanto, pense nas necessidades mais urgentes e imediatas.

Metas financeiras de médio prazo

Essas metas financeiras são para objetivos maiores e que requerem um investimento considerável para serem realizados. Pode ser uma viagem internacional em família ou uma festa de casamento. Coloque aqui os bens ou serviços que deseja conquistar entre um e três anos, por exemplo.

Metas financeiras de longo prazo

Exigem um planejamento bem elaborado para realizar objetivos maiores, como a compra de um carro ou imóvel, ou até mesmo a aposentadoria.

3. Revise com frequência suas metas financeiras

É importante revisar de tempos em tempos suas metas financeiras, pois algumas são cumpridas e outras podem ser adaptadas. A chegada de um filho, por exemplo, pode adiar outros objetivos.

Essa revisão também é fundamental para que você mantenha uma relação honesta com suas metas financeiras, sem deixá-las de lado.

Desse modo, é possível priorizar o que for necessário ou se esforçar mais para cumprir suas metas financeiras. 

4. Defina quanto investir para diversificar

Para diversificar seus investimentos, você precisa selecionar os ativos financeiros que vai aplicar o seu dinheiro. Eles podem ser de renda fixa, renda variável, multimercado, previdência, fundo imobiliário, cambial…

A proporção de renda fixa e renda variável vai depender do seu perfil e dos seus objetivos. Mas, antes de mais nada, lembre-se que é preciso equilibrar a porcentagem das classes dentro da sua carteira de investimentos.

É muito importante ter uma reserva de emergência sólida, guardada ou investida em algum lugar com liquidez rápida – como uma conta que rende o CDI, ou um investimento em renda fixa como um CDB.

A partir disso, a diversificação pode seguir vários caminhos, dependendo de quanto risco cada pessoa está disposta a correr.

5. Diversificar não é pulverizar seus investimentos

A pulverização acontece quando você investe pouco dinheiro em uma quantidade muito grande de ativos, maior do que o necessário.

Diversificar não é comprar uma grande quantidade de produtos financeiros de forma aleatória. Isso, em vez de minimizar os riscos, pode acabar reduzindo e até zerando as chances de ganhos.

O ideal para a diversificação de investimentos é reunir aqueles que rendem de acordo com cenários diferentes.

Um exemplo disso são os títulos públicos do Tesouro Direto atrelados à taxa de juros Selic. O que é diferente de investir em um ativo como o Tesouro IPCA, que varia em função da inflação.

Aqui, mais uma vez, a dica é fazer uma seleção de investimentos que rendem de acordo com cenários diferentes – e eles não precisam ser muitos.

Como ter uma carteira de investimentos diversificada?

Ter uma carteira diversificada é importante, porém é necessário pensar de forma estratégica na hora de escolher onde você vai colocar o seu dinheiro. Levar em conta só um atributo de determinado investimento pode te induzir a fazer uma escolha ousada sem que você tenha perfil de investidor correto para ela.

Por isso, muito além de ficar de olho no rendimento de qualquer tipo de investimento, o primeiro passo para tomar qualquer decisão é ter calma e analisar com cuidado, estudar o mercado e aquela aplicação.   

Observe as características: confira sempre as taxas de administração e performance, além do prazo de resgate. Vale a pena verificar os detalhes da declaração no Imposto de Renda.

Uma boa avaliação de performance não é necessariamente dentro de um período de tempo somente. Sempre contextualize com grandes eventos.

Ou seja, para ter uma carteira de investimentos diversificada é preciso observar características não só dos fundos e ativos, mas também estudar o mercado, conferir detalhes, como taxa de administração e performance, prazo de resgate e seus objetivos financeiros. 

Atalhos para diversificar seus investimentos

Uma maneira de diversificar suas aplicações de maneira mais fácil é através de fundos ETFs, sigla em inglês para Exchange Traded Fund. Traduzida para o nosso idioma, pode ser definida como um fundo de investimento que se baseia em índices da Bolsa de Valores.

Esse tipo de título abrange diversos investidores, reunindo todo o capital para empregar em vários ativos diferentes.

Neste fundo, quem comanda o investimento e escolhe os momentos mais propícios para compra e venda é o gestor. Ele acompanha o mercado para saber qual é a melhor hora para obter resultados positivos. Aqui, a trajetória dos ativos é verificada através de um índice de referência, como o Ibovespa, que é o mais conhecido entre eles.

Ou seja, a diversificação de investimentos é uma das principais características do ETF.

Isso acontece porque seu dinheiro é aplicado em diversos ativos, em vez de apenas um, como acontece com as ações. Desta forma, ele pode ser integrado à sua carteira junto com outros tipos de produtos financeiros, garantindo um vasto portfólio de valores para quem o escolhe.

Além disso, outros tipos de fundos também proporcionam diversificação de investimentos, já que os gestores buscam montar um portfólio com ativos variados.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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