Pedir Conta e
Cartão de Crédito

em menos de 1 minuto
e grátis

Precisamos seu nome completo. Precisamos seu nome completo.
Precisamos do seu CPF Precisamos de um CPF válido
Precisamos do seu e-mail. Aqui precisamos de um email válido.
Ops. Está diferente do campo acima.
Para prosseguir, você deve concordar com as políticas de privacidade.

Início Seu Dinheiro Dicionário Financeiro O que é ETF? Entenda com...

O que é ETF? Entenda como funciona esse tipo de investimento

Os fundos de índices negociados em bolsa podem ser uma boa opção para quem busca diversificação de um jeito mais simples. Entenda.



Investir na bolsa, arriscando um pouco, mas sem arriscar demais. Essa é uma das formas de definir o interesse das pessoas pelo chamado ETF (Exchange Traded Fund, em inglês) ou fundo de índice. Abaixo, entenda o que é ETF e como funciona esse tipo de investimento.

Pense assim: e se você pudesse contar com um atalho na hora de investir na Bolsa? Quem sabe, com apenas um investimento, alcançar diversificação e boas rentabilidades. Isso é possível com o ETF. Esse é um tipo de fundo de investimento que é muito utilizado em outros países e que tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil.

Ganhe controle sobre suas finanças: assine nossa newsletter para receber conteúdo exclusivo.

Abaixo, entenda o que é ETF e como funciona esse tipo de investimento.

O que é ETF?

ETF é a sigla em inglês para Exchange Traded Fund,

 que pode ser traduzido livremente para fundo negociado em bolsa. Basicamente, é um fundo de investimento que tem como referência algum índice da bolsa de valores – como o Ibovespa ou o Índice Brasil. 

Portanto, os ETFs nada mais são que cestas cheias de ações, mas estas cestas copiam o desempenho de um índice – como o Ibovespa, que reúne os papéis mais negociados da B3. Existem tanto ETFs que seguem índices de ações bem como ETFs de Renda Fixa.

Criado na década de 1980 nos Estados Unidos, o ETF é muito famoso em outros países. Lá é possível encontrar esses fundos com as mais variadas classes de ativos para investimentos. Aqui no Brasil, ele foi lançado em 2004 e ainda apresenta um mercado moderadamente pequeno, com 23 ativos na Bolsa.

Atualmente, existem ETFs como o Índice de Governança Corporativa (IGC), Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), Índice de Dividendos (IDIV) e o S&P 500, um dos principais índices do mercado americano de ações.

Muitos conceitos novos? Calma que vai ficar mais fácil de entender.

Fundo de investimento: um ETF é composto por uma série de ativos financeiros, administrados por uma gestora especializada, que tem como investidores um grupo de pessoas. Para investir no fundo, cada pessoa compra uma “cota” de participação – cujo valor varia de acordo com o produto.

Ou seja: em vez de investir diretamente, o investidor paga para ter uma cota de um fundo administrado por uma gestora.

Por estar atrelado a algum índice de referência, o ETF é composto de uma forma que consiga “imitar” o indicador. Um fundo referenciado no Ibovespa, por exemplo, deve ser composto pelas mesmas ações do índice e nas mesmas proporções.

O objetivo final é replicar os resultados de determinado índice. Se ele sobe, o ETF também deve subir na mesma proporção – e vice-versa.

Resumindo: ETF é como uma cesta de ativos financeiros – que podem ser de renda variável ou fixa –, administrada por uma gestora, que tem como referência algum índice.

Como Funciona um ETF

Um índice é composto por ações de diversas empresas e refletem o desempenho do mercado em geral ou de um setor específico. O Índice Bovespa, por exemplo, é uma carteira teórica composta pelas ações mais negociadas no mercado brasileiro e serve como termômetro de mercado.

Assim, quando o índice se valoriza, significa que o mercado financeiro se aqueceu naquele dia. Por outro lado, quando o índice tem uma desvalorização, o mercado não foi muito bem.

Existem índices setoriais ou de segmento, que medem o comportamento de um mercado específico. Um exemplo de índice de segmento é o IDIV (Índice Dividendos BM&F Bovespa), que concentra ações de empresas com bom histórico de pagamento de dividendos.

Já um exemplo de índice setorial é o IMOB (Índice Imobiliário) que reflete uma carteira com as ações mais negociadas do setor imobiliário.

Caso um investidor queira investir nas empresas do Índice Bovespa, por exemplo, ele pode entrar no site da Bolsa, verificar a composição da carteira e adquirir individualmente os mais de 70 papéis que fazem parte do índice. Porém, essa operação dá trabalho – e sai caro.

Os ETFs surgiram justamente para trazer essa facilidade ao mercado. Dessa forma, uma gestora adquire as ações que fazem parte do índice e negocia cotas do fundo, assim como em fundos de investimento. Deste modo, caso um investidor queira aplicar em todas as ações do Ibovespa, basta ele comprar cotas de um ETF composto pelas mesmas empresas do índice.

Portanto, investir em ETF pode ser uma forma fácil e ágil de investir em um índice.

Quais são os tipos de ETFs?

Além de entender o que é ETF, é importante saber que existem diferentes tipos de fundos de índice: de renda variável e de renda fixa.

ETFs de renda variável

Os ETFs de renda variável, também chamados de ETFs de Ações, são fundos negociados em Bolsa formados por ações que correspondem a um índice de referência reconhecido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como o Ibovespa. 

BOVA11

O ETF mais conhecido no Brasil é o BOVA11. Ele acompanha o Ibovespa, principal índice da Bolsa, e representa 80% do volume negociado.

Você pode conferir no site da B3 a exata combinação de ações que fazem parte desse ETF. Essa combinação é exatamente a mesma do Ibovespa, já que o fundo de índice tenta replicar, o mais próximo possível, as oscilações do índice.

ETFs de renda fixa

Já os ETFs de Renda Fixa são fundos negociados em Bolsa que buscam refletir as variações e a rentabilidade de índices de renda fixa – compostas principalmente por títulos públicos ou títulos privados.

Quais são as características de um ETF?

Os ETF são muito úteis para um primeiro contato com o mercado de renda variável. Eles funcionam como um verdadeiro atalho para quem quer investir na Bolsa de Valores. Ao negociar diferentes ETFs, é possível fazer uma diluição e diversificação de risco e ainda investir em diferentes segmentos e setores.

Como ETF é um investimento mais sofisticado do que uma ação ou o Tesouro Direto, por exemplo, é importante conhecer suas características antes de investir. São elas:

Diversificação

Esse é um dos principais atributos do ETF. Aqui, o seu dinheiro é aplicado em diversos ativos, em vez de apenas um, como acontece com as ações. Desta forma, ele pode ser integrado à sua carteira junto com outros tipos de ativos, bem como garantir um vasto portfólio de valores para quem o escolhe.

Como um ETF é composto por diversos ativos financeiros, o investidor consegue ter uma diversificação mesmo com um único produto.

Gestão passiva

O ETF baseia-se em índices da Bolsa de Valores, ou seja, a sua organização é sempre adequada para trazer um resultado igual ou maior do que o índice usado. Uma vez que a composição do ETF está atrelada a algum índice já existente, a gestora do fundo só precisa replicar os ativos e suas proporções – fazendo uma gestão passiva dos investimentos.

(Uma gestão ativa, por outro lado, é feita quando os ativos são escolhidos a partir de outros fatores e não estão atrelados a nenhum índice.)

Acessibilidade

Você pode negociar seus títulos quando e onde quiser pelo Home Broker, a plataforma de negociações que pode ser acessada pelo seu computador, celular ou tablet.

Reinvestimento 

Sempre que você receber os lucros da suas cotas, eles serão reaplicados para  aumentar ainda mais o seu capital.

Transparência 

Todas as informações são apresentadas ao investidor, então você estará sempre por dentro do que ocorre com seus fundos.

Liquidez

Os ETFs são negociados nos pregões da B3, facilitando a compra e venda das cotas. Para fundos de índices de renda variável, o prazo para liquidação é de 2 dias a partir da data de negociação. Já para os de renda fixa, o prazo é de apenas 1 dia.

Como a oferta dos ETFs depende da demanda, eles possuem maior liquidez e podem ser comprados ou vendidos durante todo o dia.

Qual a diferença entre ETF e fundo de ações?

A principal diferença entre ETF e fundo de ações está na gestão e escolha de ativos.

Enquanto a gestão do ETF é passiva – ou seja, sua composição reflete algum índice já existente, replicando os ativos e suas proporções –, a gestão do fundo de ações é ativa – neste caso, a gestora escolhe os papéis que compõem sua carteira com base em análises próprias e outros fatores.

Apesar disso, tanto ETF quanto o fundo de ações são, como os próprios nomes dizem, fundos. Em vez de comprar os ativos diretamente, portanto, o investidor compra cotas do fundo – este, sim, responsável por investir nos produtos.

Quanto custa investir em ETFs?

Outros dois fatores importantes que você precisa levar em conta antes de investir, são os custos que você precisará ter com os seus títulos. Afinal, eles são indispensáveis na hora de definir o valor que será destinado ao ETF.

Em contrapartida, quanto menos custos você tiver, mais dinheiro você juntará. Confira a seguir as principais despesas deste investimento.

Dá para investir em ETFs com pouco dinheiro. A partir de 28 de setembro, por exemplo, é possível negociar apenas uma cota de ETF de renda variável na B3, a bolsa de valores brasileira – antes, a quantidade mínima era 10. 

As ETFs de renda variável também podem ser negociadas a partir de 1 cota. Por isso, o investimento inicial é baixo.

Além disso, também existem outras despesas para investir em ETFs:

Taxa de administração: 

Uma taxa anual que varia de acordo com a corretora e o índice de referência. Como a gestão de um ETF é passiva, a taxa de administração costuma ser menor do que a de fundos tradicionais, estando entre 0,20% e 0,80% (um valor bem mais baixo do que os fundos tradicionais, que variam entre 2% e 3%).

Taxa de corretagem: 

Dependendo da corretora, pode ser necessário pagar uma taxa de corretagem referente à intermediação das operações. Em algumas, entretanto, essa taxa não é cobrada – como na Nu invest, que zerou a taxa de corretagem;

Taxa de emolumentos: 

Taxas cobradas pela B3 e pela Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia quando uma operação é realizada.

Como é a tributação dos ETFs?

Tanto os ETFs de renda variável quanto os de renda fixa estão sujeitos ao Imposto de Renda. A alíquota que incide sobre eles é de 15% sobre o rendimento, independentemente do prazo da aplicação.

Como declarar ETF no Imposto de Renda

Quem investe em ETF precisa pagar Imposto de Renda sobre a aplicação. A alíquota é a mesma para as ações: 15% sobre os ganhos. Porém, não existe isenção para vendas de ações no valor de até R$ 20 mil por mês. Essa vantagem só está disponível para quem negocia ações diretamente.

Mesmo sendo fundos de ações, o ETF não tem imposto retido na fonte. Então é o próprio investidor que deve recolhê-lo, fazendo o cálculo do valor do tributo e realizando o pagamento por meio de um Documento de Arrecadação da Receita Federal (DARF).

Nos ETFs de Renda Fixa, o imposto de 15% é retido na fonte, com recolhimento pela corretora de valores.

Como investir em ETF?

Para investir em ETFs é necessário ter conta em uma corretora de investimentos. Com isso, basta acessar o home broker, pesquisar pelo ETF que você deseja comprar, escolher a quantidade de cotas e pronto. Por fim, é só apontar a quantidade de cotas e o valor da compra desejada.

O fundo vai ser colocado sob custódia assim que o preço for atingido. Já a liquidação acontecerá dentro de três dias úteis depois da negociação, da mesma forma como sucede nas ações.

As ETF’s são negociadas de 10 em 10 cotas. Na Nu invest, o único custo gerado na operação é o de 0,325% de emolumentos e taxa de liquidação sobre o total. E para investir pela plataforma é fácil: dentro do app, você clica em ações, seleciona ETF e, lá, você seleciona o ativo desejado. 

Você pode fazer isso pela busca ou pela Playlist de Investimentos. Quando você seleciona o ativo, uma tela se abre e mostra uma série de informações sobre ele para você. 

Decidiu pelo seu ativo? É só clicar em comprar. Nesta tela, você já consegue ver o valor da melhor oferta (preço) daquele momento para você comprar aquele ativo; e também já pode selecionar o número de cotas que deseja.

Vale a pena ter um ETF na sua carteira?

A resposta é: sim! Principalmente para quem é novo no mundo dos investimentos. Como o ETF oferece uma carteira bem diversificada, você pode possuir títulos em diferentes segmentos. Isso aumenta as suas chances de obter um índice positivo. Ele também pode ser uma boa opção para estratégias de longo prazo.

Por conta de todos os aspectos que citamos aqui, os ETFs são recomendados para perfis de investidores mais moderados ou arrojados.

Antes de tudo, é importante lembrar que é fundamental entender o segmento antes de tomar uma decisão. Nessa hora, conte com a gente para tirar qualquer dúvida e te ajudar com a escolha que melhor se adequa ao seu objetivo financeiro.

Quais são as principais vantagens de investir em ETF? 

  • Dividendos reinvestidos no próprio ETF;
  • Diversificação dos investimentos;
  • Alta liquidez;
  • Baixo custo comparado com Fundos de Ações tradicionais. Com apenas uma ordem, você adquire uma cesta de ativos;
  • Pequeno valor de investimento inicial.

Quais são os riscos de investir em ETF?

É importante ressaltar que as ETFs são investimentos de risco. Os fundos de índice podem ter valorização ou desvalorização diariamente e não há como prever exatamente quais serão seus ganhos ou perdas, por conta da volatilidade do mercado. Quando o nível geral das ações sofre queda, o índice também cai.

Quer saber mais sobre investimentos? Confira outros conteúdos

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

4.1

Esse artigo foi útil? Avalie

Obrigado pela avaliação

Você já votou neste post