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Alta da Selic: quais os melhores investimentos com a subida dos juros?

A mudança de 1 ponto percentual na taxa de juros impacta os títulos de renda fixa de maneiras diferentes. Saiba quais foram os mais beneficiados e os mais prejudicados pela nova Selic.



Depois de atingir o menor valor da história, de maio de 2020 a janeiro de 2021, a taxa básica de juros do Brasil voltou a subir. Desde o último mês de março foram cinco altas, o que pegou alguns investidores de surpresa. Sempre que acontece uma alteração tão forte na Selic, surgem questionamentos no mercado financeiro sobre quais são os melhores investimentos com a nova taxa de juros. 

Os brasileiros estavam acostumados com boas taxas de retorno nesse tipo de aplicação sem correr praticamente nenhum risco. Lá em 2015, quando a taxa Selic era de 14% ao ano, era garantida a rentabilidade real, ou seja, acima da inflação. As sucessivas quedas da taxa básica de juros obrigou os investidores a buscar outras opções mais lucrativas.

Hoje, depois de cinco reajustes do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a taxa Selic atingiu 6,25% ao ano. Ainda é um valor distante do juros de dois dígitos de alguns anos atrás, mas suficiente para repensar a carteira. 

Confira, abaixo, como ficam os investimentos com a alta da Selic.

Por que a taxa Selic voltou a subir?

A pressão inflacionária e a alta do dólar são os principais motivos para o Banco Central subir a taxa básica de juros. Em 2021, a taxa básica de juros já passou por cinco reajustes, chegando a 6,25%.

A taxa Selic é usada pelo Banco Central para controlar a inflação. Assim, quando a Selic sobe, os juros cobrados nos financiamentos, empréstimos e cartões de crédito ficam mais altos. Isso desestimula o consumo e, em teoria, favorece a queda da inflação. 

Da mesma forma, a alta da taxa Selic também impacta o câmbio. Em outras palavras, ela interfere no valor do real frente às moedas estrangeiras. No longo prazo, a tendência é de que o aumento dos juros favoreça a valorização do real perante o dólar.

Quais os melhores investimentos com a mudança da Selic?

As quedas dos juros registradas nos últimos anos abriram espaço para novas possibilidades de diversificação da carteira de investimentos. Afinal, para buscar retornos maiores, os investidores costumam sair em busca de ativos um pouco mais arriscados, como a renda variável.

Agora, com a alta da Selic, investimentos pós-fixados tendem a ser os principais beneficiados pela alta de juros. Isso inclui os títulos atrelados à Selic e ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Na prática, quando a Selic sobe, os investimentos de renda fixa indexados à Selic e ao CDI passam a oferecer uma remuneração maior. 

Nesta modalidade, a taxa de rentabilidade é atrelada a um indexador da economia, como a Selic ou o CDI. É exatamente por isso que esses investimentos se chamam pós-fixados. Porque, no ato da contratação, você será informado sobre a previsão de lucros, e não sobre o valor exato que o investimento vai render. 

Na prática, o seu investimento pós-fixado vai acompanhar as oscilações do indexador da economia. Ou seja, caso ele seja atrelado à Selic, vai render mais quando a taxa de juros subir.  

Entre os investimentos pós-fixados entram:

Como ficam os investimentos prefixados?

Os investimentos prefixados são os mais prejudicados pela alta da Selic atualmente. Esse tipo de título oferece uma remuneração fixa até a data de vencimento. Por isso, não é aconselhável optar pelos prefixados nesse momento, principalmente os com prazos mais longos, pois a Selic pode subir acima da taxa oferecida por eles.

Além disso, existe uma influência dos chamados juros de longo prazo ou juros futuros. 

Isso porque quando o assunto é taxa de juros, existe uma diferença entre a Selic e os juros de longo prazo. A Selic é a taxa de juros para agora. Já os juros de longo prazo são projeções para o futuro. 

Então, quando a Selic sobe e o mercado entende que a inflação ficará controlada, os juros futuros podem cair e, dessa forma, o Preço Unitário (PU) do título prefixado, que nada mais é do que o valor que você paga por ele no início do investimento, ficará maior. 

Mas o que estamos vendo atualmente é que a alta da Selic não está conseguindo conter a inflação. Assim, mesmo com a taxa passando de 2% para 6,25% no ano, os juros futuros continuam subindo e quem tem Tesouro prefixado ainda está com marcação a mercado mostrando rentabilidade negativa. 

Por que a renda fixa ainda é tão importante

Apesar de não render tanto como nos últimos anos, a renda fixa sempre será uma opção para os investidores conservadores. Estamos falando aqui de quem não quer se expor aos riscos, por exemplo, do mercado de renda variável, como as ações

Ela pode ser usada para proteger o patrimônio da inflação (lembre-se da rentabilidade real que falamos acima) e também para a construção de uma reserva de emergência

Vários títulos de renda fixa também trazem mais segurança por terem garantia do FGC, o Fundo Garantidor de Créditos. Caso a instituição financeira que emitiu o título quebre, o FGC garante que o investidor recupere até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

As chances desse tipo de problema acontecer são pequenas, mas a  proteção é sempre bem-vinda.

A renda fixa ainda pode ser uma alternativa para pessoas que pensam no longo prazo, com investimentos para a aposentadoria, em especial os títulos públicos. Mas o cenário de Selic em alta exige cautela na hora de investir. Existe uma grande diversidade de aplicações no mundo da renda fixa. Portanto, a dica é avaliar o seu perfil de investidor e objetivo, bem como analisar o produto financeiro antes de colocar o seu dinheiro.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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