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Negociar dívidas do cartão de crédito: 5 dicas que vão te ajudar

Entenda por onde começar e qual é o melhor caminho para lidar com parcelas em atraso que fugiram do controle.

O cartão de crédito é um recurso incrível – mas, como já dizia o tio do Peter Parker, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.  O Brasil é um dos países com as maiores taxas de crédito rotativo do mundo (mais de 300% ao ano), o que significa que é fácil perder o controle se as parcelas ficarem em atraso. Quando isso acontece, surgem muitas dúvidas: “o que fazer?”, “por onde começar?”, “tem como negociar dívidas do cartão de crédito?”

Mantenha a calma, encare o problema de frente e saiba que, sim, é possível negociar esse tipo de dívida.

Além da negociação direta com a instituição – o seu banco, fintech ou operadora de crédito – também é possível tomar algumas medidas legais, dependendo da situação.

Vale lembrar que nada dispensa o bom controle financeiro – mas, se você já está em atraso e com dificuldades para pagar as parcelas, separamos 5 dicas sobre como negociar dívidas do cartão de crédito:

  1. Comece analisando suas contas para descobrir a causa da dívida;
  2. Entenda como funciona a negociação de uma dívida;
  3. Entre em contato com a instituição para negociar;
  4. Saiba o que a instituição não pode fazer;
  5. Se não conseguir negociar, peça ajuda de especialistas.

Explicamos, abaixo, cada uma delas

1. Antes de negociar dívidas, analise suas contas para descobrir a causa

Inadimplência é ruim para todo mundo: para o cliente, para o banco e para a operadora do cartão. Se você se endividou, o primeiro passo é manter a calma. É fácil se apavorar diante da quantidade de taxas de juros, siglas, contas e leis que estão associadas aos diversos serviços de crédito.

Encarar a dívida é o primeiro passo para se livrar dela.

Quem está endividado precisa ter clareza do que está acontecendo com o cartão antes de buscar algum tipo de negociação com a instituição financeira:

  • Faça o pente-fino da fatura e veja exatamente quando o descuido ou descontrole aconteceu;
  • Analise o seu saldo devedor: separe os valores das compras que você fez das taxas de juros e encargos do cartão.

Entender a origem da dívida é importante para decidir a melhor forma de tentar pagá-la – além de ser uma ótima maneira de evitar que o mesmo problema ocorra de novo no futuro.

Uma das soluções mais comuns para quem está devendo, por exemplo, é a chamada amortização – o pagamento parcelado da dívida acrescido dos juros. Mas ela só é possível se você tiver condições de arcar com as parcelas. Por isso é essencial entender o tamanho do problema.

Outra vantagem de se planejar é poder quitar pedaços grandes da dívida de uma vez – como, por exemplo, usando o 13º salário.

2. Entenda como é o processo para negociar dívidas do cartão de crédito

OK. Agora que você sabe onde se perdeu nos gastos é hora de procurar a instituição financeira para encontrar uma solução.  Mas antes é bom entender como vai ser essa conversa.

O papo vai ser sobre juros

Os juros são a forma de remuneração das instituições financeiras pelo serviço de crédito oferecido aos clientes.

Quando você não paga a sua fatura integralmente, a instituição começa a cobrar os juros de atraso – uma das taxas mais altas do mercado. Outra taxa alta é a do rotativo, quando o cliente paga somente parte da fatura e deixa o resto “rodando” até o próximo mês. Os juros do rotativo podem chegar a mais de 300% ao ano.

O objetivo do cliente na negociação é não ter mais que pagar as taxas de atraso ou do rotativo e obter taxas melhores.

As opções oferecidas pelo banco ou operadora na hora de renegociar irão incluir algum tipo de taxa de juros, no entanto, elas precisam ser informadas de forma clara e transparente. Caso contrário, o cliente pode encaminhar uma queixa diretamente ao Banco Central (BACEN).

O cliente terá algumas opções

Para entender como negociar dívida de cartão de crédito, é muito importante estar por dentro das opções que estão disponíveis. Existem várias formas de tentar quitar uma dívida, mas as duas mais comuns são:

  • Amortização: nada mais é do que o parcelamento dessa dívida no próprio cartão a taxas de juros melhores do que as do rotativo. Nesse caso, é preciso definir o número de parcelas, qual o pagamento mínimo e quanto de juros o cliente vai pagar no período.
  • Empréstimo: nesse caso, o cliente pega um dinheiro emprestado com a instituição (geralmente, o banco), quita a dívida do cartão e fica com a dívida do empréstimo. No caso de empréstimos pessoais, há várias opções como antecipação do Imposto de Renda, crédito consignado, ou adiantamento do 13º salário. As próprias instituições costumam oferecer algumas delas.

É hora de fazer perguntas

Para saber se um empréstimo vale a pena, no entanto, anote as informações sobre taxas de juros, parcelas, formas de renegociação, prazo de vencimento e prazo para a quitação da dívida. Em outras palavras: pergunte quanto vai custar esse empréstimo, quando você começará a pagar e quais são as condições de pagamento.

De forma geral, independente da opção oferecida, o cliente sempre deve ter alguns pontos em mente antes de tomar uma decisão:

  • Quais taxas irão incidir sobre o cálculo da dívida?

O tipo de taxa dependerá do tipo da dívida. No geral, as taxas mais comuns são: crédito do rotativo e os juros proporcionais aos dias de atraso.

  • Qual é o tipo de parcelamento?

Para quem está endividado, normalmente, ter parcelas fixas é uma opção mais interessante, pois ajuda a planejar melhor as finanças. Isto é, oferece um norte sobre quanto exatamente irá precisar separar por mês para quitar sua dívida. O Banco Central disponibiliza uma calculadora para simular financiamentos com parcelas fixas e correção de valores.

O IOF é um imposto cobrado pelo governo e a sua alíquota é diferente dependendo do tipo de operação. Ou seja, você pode pagar mais ou menos imposto dependendo de qual opção escolher para quitar a sua dívida.

Lembre-se: antes de decidir se vale a pena pedir um empréstimo, pense nos seus gastos mensais.

Quanto você irá conseguir pagar por mês? Tenha um planejamento dos seus gastos futuros para não transformar uma dívida impagável em outra ainda pior. Pequenos gastos em diferentes categorias podem acabar se tornando uma bola de neve na hora de reunir o montante das parcelas mensais.

3. Procure a operadora para negociar dívidas 

As instituições financeiras devem oferecer um canal direto para a renegociação de dívidas com  os clientes. Isso é chamado de negociação extrajudicial – ou seja, sem envolver a justiça.

Os contatos geralmente aparecem no site ou aplicativo dos cartões e bancos. Em muitos casos nem é preciso comparecer pessoalmente: basta ligar para a Central de Atendimento.

Informe a instituição sobre o quanto você realmente pode pagar por parcela, para que o consenso possa ser encontrado com maior facilidade.

Antes de fechar qualquer contrato para quitar a dívida do cartão, lembre-se dos pontos já mencionados acima:

  1. Conheça todos os custos envolvidos
  2. Não assuma uma dívida maior do que você pode arcar. Isso inclui tanto o valor da parcela quanto as taxas de juros envolvidas.
  3. Tenha uma conversa franca com a operadora do cartão ou banco para que ambos consigam chegar ao acordo que melhor vai funcionar para os dois.

Lembre-se de que é do interesse de todo mundo que a dívida seja quitada.

O que acontece em caso de acordo?

Caso seu nome tenha sido incluído em listas negativas de órgãos de proteção ao crédito, a agência credora é obrigada a retirá-lo de lá já na primeira parcela, uma vez que você buscou por alternativas para quitar suas dívidas.

4. Saiba o que a instituição não pode fazer

O Código de Defesa do Consumidor é um grande aliado para saber como negociar dívida de cartão de crédito.  Por lá, fica estabelecido que:

  • A instituição não pode cobrar mais de 30% do que você recebe mensalmente para quitar a dívida, no caso de empréstimos comuns, e 35% para créditos consignados.
  • Você também não é obrigado a contratar serviços de seguro para poder renegociar sua dívida. Se as alternativas propostas pelo banco ou instituição financeira não resolvem a sua dívida, procure o PROCON para saber dos seus direitos em cada caso.

5. Em último caso, peça revisão de contrato ou consulte especialistas

Nem sempre o acordo extrajudicial é possível. Se você não conseguir encontrar uma solução para a dívida que funcione para o seu caso, é possível procurar assessoria gratuita em negociações.

Neste caso, consulte o Programa de Defesa do Consumidor (PROCON) de sua região ou a Defensoria Pública para orientação judicial.

Se a situação for muito grave, você pode consultar especialistas em finanças (como contadores ou analistas financeiros) que ajudam na organização das contas e evitam que esse tipo de situação ocorra novamente. Algumas instituições públicas, como a Universidade de São Paulo (USP), oferecem um serviço de orientação financeira gratuito.

Resumindo

Se você está com as parcelas em atraso do seu cartão de crédito:

  1. Saiba que existem várias formas de negociar dívidas do cartão de crédito. O primeiro passo para a negociação e para o planejamento é organizar dos valores devidos.
  2. Em seguida, se informe a respeito dos seus direitos e das regulamentações referentes aos cartões de crédito.
  3. Procure a instituição financeira  para negociar a dívida.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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  • Jéssica Grosch
    09 de setembro de 2019, 14h30
    quero quitar a divida no meu cartão
    • Time Nubank
      09 de setembro de 2019, 15h59
      Oi, Jéssica, tudo bem? Para que a gente consiga te ajudar melhor, entre em contato conosco através de um de nossos canais de atendimento: e-mail, chat ou telefone. :) Abraços!
  • Daniele Ferreira Silva
    14 de agosto de 2019, 19h05
    Ótima matéria!
    • Keven
      16 de janeiro de 2019, 15h37
      Se for uma proposta boa eu topo em!