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7 investimentos sem Imposto de Renda: quando vale a pena escolher?

Algumas opções de renda fixa e variável não têm cobrança de Imposto de Renda - mas ainda assim devem ser declarados. Veja quais são.



Os investimentos sem Imposto de Renda costumam soar atrativos aos olhos dos investidores, já que os rendimentos dessas aplicações são livres de tributação. Em outras palavras, não é preciso descontar nada do dinheiro que você ganha investindo: a rentabilidade é líquida. 

Isso não significa que eles sempre vão ser mais vantajosos do que outros investimentos com cobrança do IR, como os CDBs e o Tesouro Direto – que seguem a tabela regressiva do IR na hora de acertar as contas com o Leão –, mas é um fator a se considerar na hora de fazer sua escolha.

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Vale entender, primeiramente, qual é o seu perfil de investidor e alinhar as suas escolhas aos seus objetivos financeiros: qual é o valor mínimo de investimento? Qual é o prazo que você tem para investir?  Essas são algumas das perguntas que precisam ser respondidas  antes de tomar a decisão de investir em A ou B. 

Lembre-se: mesmo que os seus investimentos sejam isentos de impostos, você precisa indicá-los na sua declaração do Imposto de Renda.

Veja aqui como declarar investimentos de renda fixa

Veja, abaixo, 6 investimentos sem Imposto de Renda que podem ser uma boa opção para a sua carteira. 

1. LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

LCI é a sigla para Letra de Crédito Imobiliário, um título de investimento em renda fixa emitido pelos bancos. Basicamente, o dinheiro que você está emprestando ao banco é utilizado para financiar projetos no setor imobiliário – como a construção de um edifício ou galpão logísitco, por exemplo. 

Além da isenção de cobrança do Imposto de Rensa, outro fator importante para analisar em um investimento é o tipo de remuneração daquele título. Assim, você consegue entender melhor todas as possibilidades de ganhos e perdas. 

Por exemplo, investimentos em LCI possuem três tipos de remuneração: prefixada (você sabe o rendimento logo no momento da aplicação), pós-fixada (atrelada a um indicador do mercado como CDI e IPCA) ou híbrida.

Além disso, LCI é um investimento que conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ou seja, se o órgão emissor do título falir, por exemplo, você tem uma garantia de receber seu dinheiro investido, limitado a R$ 250 mil por instituição financeira e por CPF. 

Quando chegar a data de resgate da sua Letra de Crédito Imobiliário, você não irá pagar nenhum tributo sobre o valor recebido.  

2. LCA (Letra de Crédito do Agronegócio)

LCA é a sigla para Letra de Crédito do Agronegócio. Assim como LCI, a LCA também representa um título de renda fixa emitido pelos bancos e tem regras parecidas, como a escolha do tipo de remuneração do investimento, a cobertura FGC e a isenção do Imposto de Renda.

O que muda é o foco do dinheiro: todo o capital levantado por meio das LCAs é voltado ao financiamento do agronegócio, por meio de maquinários, industrialização de produtos ou até mesmo expansão da comercialização.

Ou seja, ao investir em LCAs, você está indiretamente emprestando dinheiro para projetos do agronegócio, e recebendo de volta um valor em juros.

3. CRI (Certificado de Recebível Imobiliário)

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) são utilizados como instrumento de captação de recursos para financiar as transações do mercado imobiliário. Ou seja, quando você está investindo em CRIs, você está emprestando seu dinheiro para as construtoras levantarem prédios, construírem galpões, com a garantia de receber juros de volta sobre o valor investido. 

Assim como outros investimentos em renda fixa (LCI e LCA), os rendimentos dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) são isentos de Imposto de Renda. Ou seja, o valor da rentabilidade será igual ao valor líquido de retorno do seu investimento. 

Contudo, o CRI não possui cobertura do FGC. Esse é um fator de risco que deve ser colocado na balança. 

4. CRA (Certificado de Recebível do Agronegócio)

O Certificado de Recebível do Agronegócio (CRA) também é uma opção na hora de escolher investimentos sem cobrança de Imposto de Renda. Ele funciona de forma similar ao CRI, mas é focado em projetos do agronegócio.

Esse certificado é emitido por empresas securitizadoras (que compram dívidas de construtoras e as transformam em papéis de dívidas, ofertando-as ao mercado para serem compradas pelos investidores) e não possui cobertura do FGC

5. Debêntures incentivadas

As debêntures incentivadas são investimentos de renda fixa usados para captação de recursos para as empresas que atuam em obras de infraestrutura, como na construção de rodovias, ferrovias, metrô etc. 

Na prática, é como se você emprestasse dinheiro para empresas privadas e, depois de um determinado prazo, elas devolvem esse dinheiro corrigido.

Assim como outros investimentos de renda fixa, as debêntures também possuem rendimentos prefixados, pós-fixados ou híbridos. Esse é mais um investimento isento de IOF e Imposto de Renda. 

Debêntures que não são incentivadas – ou seja, que não atuam no setor de infraestrutura – têm tanto a cobrança de IOF como de IR. 

6. Poupança

Ainda que o rendimento da poupança seja menos vantajoso em relação a outros investimentos de renda fixa, ela também é uma opção de investimento isento de imposto de renda. 

Os juros da caderneta são calculados de acordo com a seguinte regra:

  • Se a Taxa Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic + Taxa Referencial;
  • Se a Taxa Selic estiver acima de 8,5% ao ano, por outro lado, a poupança rende 0,5% ao mês sobre o valor depositado + Taxa Referencial.

Ou seja, com a Selic acima dos 8,5% desde dezembro de 2021, a poupança se torna cada vez menos interessante conforme a Selic aumenta – já que outros investimentos listados aqui passam a render mais em comparação a ela.

7. Dividendos de ações de FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário)

Não são apenas investimentos de renda fixa que ficam livres de Imposto de Renda. Algumas modalidades de renda variável também podem entrar na exceção, como é o caso dos dividendos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs). 

Os FIIs funcionam como outros fundos de investimentos: existe um grupo de pessoas interessadas em investir que compram cotas do fundo – ou seja, é uma modalidade de investimento coletiva. Um gestor ou gestora responsável pelo fundo toma as decisões de como e onde o dinheiro é aplicado dentro do mercado imobiliário.

O investidor pessoa física que investe em FIIs está livre de Imposto de Renda sobre os rendimentos. Mas, para isso, é preciso seguir alguns critérios: 

  • O cotista deve ter menos de 10% das cotas do fundo;
  • O fundo deve ter, no mínimo, 50 cotistas;
  • As cotas do fundo devem ser negociadas, exclusivamente, na Bolsa de Valores.

Essa é uma alternativa para não pagar Imposto de Renda sobre os rendimentos e seguir investindo em renda variável. Mas, vale ressaltar que a venda de uma cota de FII não está livre de Imposto de Renda. Nesse caso, é necessário fazer o pagamento de 20% sobre o valor da venda – e sobre esse valor é que incidirá o IR. 

Investimentos sem Imposto de Renda: quando vale a pena escolher?

Um investimento que não tem cobrança de Imposto de Renda não rende, necessariamente,  mais do que outras aplicações. É importante entender quais são as possibilidades de investimentos com características semelhantes (rentabilidade, liquidez e nível de risco) e fazer as contas. 

Sempre faça o cálculo do retorno líquido de cada opção, ou seja, desconte o Imposto de Renda e as taxas que, eventualmente, você precisará pagar. Assim fica mais fácil entender quando vale a pena escolher um investimento sem Imposto de Renda, de forma que o rendimento continue atrativo. 

Leia mais sobre investimentos e imposto de renda:

Ações são investimentos de renda fixa ou renda variável? 

Como declarar investimentos de renda fixa no Imposto de Renda?

Como declarar investimentos de renda variável no Imposto de Renda?  

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