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Como planejar seu fim de ano sendo PJ

O final do ano é uma época de festas e comemorações, mas também é o momento ideal para estabelecer um planejamento financeiro.

O final do ano é uma época de festas e comemorações, mas também é o momento ideal para estabelecer um planejamento financeiro. Por isso, quem trabalha como PJ deve estar atento nessa virada de ano.

Abaixo, confira um guia para se preparar para o fim do ano. Mas antes…

O que é PJ?

A sigla PJ, que significa Pessoa Jurídica, define organizações formadas por uma ou mais pessoas físicas. Essas pessoas, que funcionam como suas próprias empresas, têm uma finalidade específica e estão sempre registradas sob um CNPJ.

Na prática, uma PJ pode ser uma empresa, uma ONG, fundações, sociedades e até partidos políticos. Apesar de serem formadas por pessoas físicas, as pessoas jurídicas têm uma série de obrigações e direitos específicos. 

Uma pessoa jurídica pode ser um MEI ou atuar como microempresa, por exemplo. Cada classificação tem suas particularidades – veja mais sobre elas aqui.

Ao contrário das pessoas físicas, que tem suas obrigações próprias na sociedade e são classificadas por CPFs, o CNPJ, que configura uma PJ, faz com que ela seja como uma empresa que tem suas próprias tarefas, tributos e demais atribuições fiscais específicas para cumprir.

Quais são os eventos importantes para o final de ano do PJ

Fechar o balanço

Para se planejar corretamente para o fim de ano sendo PJ, é importante começar pelo fechamento dos últimos 12 meses.

Pensando nisso, aproveite esse período para fechar o balanço do ano que está terminando. Analise tudo que entrou como lucro e o que saiu das suas finanças para fechar uma avaliação concreta de como o trabalho rendeu. 

A partir daí, é possível organizar melhor sua vida financeira, reavaliar gastos e direcionar a quantidade certa de dinheiro para o pró-labore, investimentos e também quitar eventuais dívidas que possam ter surgido.

Planejamento financeiro

Dezembro também é hora de fechar o planejamento para o próximo ano. Toda empresa, não importa seu porte ou segmento de atuação, usa os meses de novembro e/ou dezembro para elaborar o planejamento estratégico do ano seguinte.

Contas a pagar

Avançando um pouco e passando para o novo ano, em janeiro e fevereiro vão aparecer algumas contas típicas desse período. É nessa data que chega, por exemplo, a cobrança do IPTU – que pode ser paga com desconto. 

Gastos com IPVA e com a volta às aulas também podem fazer parte da vida do PJ, que deve usar o fim do ano para se preparar e organizar as finanças para esses gastos. 

Uma pesquisa realizada pelo SPC em parceria com a CDNL no final de 2018 apontou que quase 90% das pessoas afirmam não ter feito um planejamento financeiro para arcar com as despesas de início do ano.

Contabilidade em dia

No dia 31 de Dezembro, é encerrado o período que o Imposto de Renda considera e cobra do PJ na declaração anual.

Por isso, aproveite também para organizar os dados de faturamento do ano, facilitando assim o momento da declaração no ano seguinte. 

Organize as notas fiscais emitidas e já comece a recolher todos os dados que vão entrar na declaração – assim, você não precisa deixar para a última hora e ter que correr atrás de dados de um ano inteiro.

Para o PJ que é tributado no regime de lucro real, por exemplo, essa dica é especialmente importante. É essencial ter um controle preciso sobre as rendas e as despesas do negócio para calcular com precisão o lucro e os tributos a serem pagos. E o fim de ano é o período ideal para colocar esses números em dia.

O mesmo serve para quem atua como MEI, que deve acompanhar de perto todas as notas faturadas para adiantar o trabalho de recolher o faturamento anual e entregar sua declaração de rendimentos até a data limite no ano seguinte.

Eventos importantes durante o ano para a PJ

Quem trabalha como PJ precisa ficar atento às várias particularidades e datas importantes que acontecem ao longo do ano. 

Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ)

Assim como pessoas físicas que ganham acima do teto estabelecido para o Imposto de Renda, as PJs também estão sujeitas a sua própria declaração anual. Entre todas as empresas, mesmo as não formais, a declaração anual deve ser feita de acordo com os rendimentos coletados entre 1º de janeiro e 31 de dezembro.  

O imposto a declarar é calculado de acordo com o modelo de tributação que a empresa possui, que pode variar entre alguns formatos. 

O imposto do PJ é determinado com base no lucro real, presumido ou arbitrado apurado trimestralmente – encerrados nos dias 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro do ano.

Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

As pessoas jurídicas devem apresentar, ainda, uma declaração anual de seus rendimentos. Desde 2015, esse documento é materializado pela ECF

Deve constar na ECF todas as operações que influenciam a composição da base de cálculo e o valor devido do IRPJ e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

A ECF é entregue anualmente até o último dia de julho, referente sempre ao ano anterior. E assim como o IRPJ, por que não aproveitar o fim de ano para organizar tudo o que aconteceu no período que está terminando?

Então, como planejar seu fim de ano como um PJ?

Para planejar corretamente o resto de ano e garantir uma vida financeira mais saudável para os próximos 12 meses, vale usar esse fim de ano para já definir algumas metas.

13º do PJ: tem como?

Ao contrário de quem trabalha sob regime CLT, o PJ não tem o 13º salário garantido com a chegada de Dezembro. Como esse direito não faz parte do regime de contratação de um PJ, cabe ao próprio profissional se organizar para garantir essa quantia no fim de ano. 

Por isso, se você quer aproveitar melhor as festividades de Natal e de Ano Novo, garantir os presentes ou até uma viagem de férias, é preciso conseguir “programar” seu próprio décimo-terceiro.

Uma forma de fazer isso é poupar um valor específico desde janeiro. Para muitos especialistas em finanças, poupar uma mesma quantia todo mês é uma das formas mais eficientes de conseguir realmente economizar dinheiro.

Garantindo o FGTS enquanto pessoa jurídica

O FGTS é um benefício previsto pela CLT que obriga as empresas a pagar uma quantia mensal por tempo trabalhado do funcionário. Esse valor funciona como uma espécie de reserva financeira para o caso de demissões, por exemplo.

Em contratações de PJ, não existe a obrigatoriedade do FGTS – e o mesmo acontece com quem trabalha como autônomo ou MEI. Isso significa que o próprio PJ precisa manter o controle sobre essa reserva para o futuro. 

Para garantir esse valor mesmo assim, a dica para o PJ é separar parte da sua renda mensal e aplicá-la em algum investimento ou em uma reserva de emergência que possa ser sacada com facilidade quando precise.

Controle suas finanças e “pague-se primeiro”

Um erro comum na vida financeira de um PJ é misturar suas contas relativas ao trabalho com as finanças pessoais. Guardar e gerenciar o dinheiro em um só lugar dificulta o entendimento dos gastos, das despesas e a sua saúde financeira como um todo.

Pensando nisso, o jeito mais simples de controlar as finanças é ter uma conta própria para receber seu dinheiro e administrá-lo longe das finanças mais pessoais e gastos do dia a dia. Isso pode ser feito em uma conta voltada para PJ, como algumas instituições financeiras oferecem.

Em 2019, o Nubank lançou uma versão inicial da Conta PJ, que conta com algumas funções similares às oferecidas hoje pela NuConta – como transferências gratuitas para outros bancos e entre contas do Nubank, pagamento de boletos e tributos, depósito via boleto e a função “cobrar dinheiro“. 

Esse produto tem como objetivo simplificar a vida de quem trabalha como PJ, ao mesmo tempo que garante a liberdade financeira e controle total das contas. Para saber mais sobre esse produto e acompanhar as novidades da Conta PJ, veja aqui como ela funciona e como obter a sua.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.