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ETF de criptomoedas: entenda o investimento

Já existem novas formas de investir nas moedas digitais. Saiba mais sobre elas e como funcionam.



Vira e mexe, o bitcoin e outras criptomoedas entram nos noticiários e movimentam o mercado. Para quem se interessa nesse tipo de ativo, há uma forma alternativa de investir, além de comprar diretamente as moedas virtuais: o ETF de criptomoedas.

Considerado por alguns um “atalho” para investir nas criptos, o ETF é negociado na Bolsa de Valores. Entenda como ele funciona.

Esse conteúdo foi originalmente postado no blog da Easynvest. Em 17 de agosto de 2021, a Easynvest virou Nu invest e esse conteúdo foi transferido para o blog do Nubank.

Como funciona um ETF?

ETF nada mais é que a sigla em inglês para Exchange Traded Funds. Em outras palavras, esse termo pode ser definido como um fundo de investimento que se baseia em índices da Bolsa de Valores (B3).

Ou seja, de maneira simplificada, esses fundos de índices são como cestas. Nelas, podem ser colocados diferentes tipos de ativos, como as ações.

Portanto, os ETFs nada mais são que cestas cheias de ativos financeiros, mas estas cestas copiam o desempenho de um índice – por exemplo, o Ibovespa, que reúne os papéis mais negociados da bolsa brasileira.

Nesse caso, o ETF BOVA11 acompanha o Ibovespa, usando as ações que compõem o índice. Então, se o Ibovespa sobe, o ETF se valoriza. Se ele cai, o investidor perde dinheiro.

Existem tanto ETFs que seguem índices de ações quanto ETFs de renda fixa.

Criado na década de 1980 nos Estados Unidos, o ETF é muito famoso em outros países. Lá é possível encontrar esses fundos com as mais variadas classes de ativos para investimentos. Aqui no Brasil, ele foi lançado em 2004 e ainda apresenta um mercado moderadamente pequeno, com cerca de 23 ativos na Bolsa.

Conheça mais sobre criptomoedas?

O que é ETF de criptomoeda?

Na prática, um índice pode ser composto por diversas ações e/ou outros ativos. Aqui no Brasil, o Índice Bovespa é o principal índice da B3. Ele é composto por uma carteira teórica com as ações mais negociadas do mercado brasileiro. Para os ETFs de criptomoedas, a lógica é a mesma.

Existem hoje no mercado financeiro global alguns índices que acompanham as cotações das moedas digitais. Eles, portanto, são usados como referência para os ETFs. 

Alguns dos índices mais conhecidos são:

  • Índice de bitcoin dos contratos futuros da Chicago Mercantile Exchange (CME)
  • Nasdaq Crypto Index (NCI)
  • Índice S&P Bitcoin Index
  • S&P Ethereum Index
  • S&P Crypto Mega Cap Index

Os ETFs de criptomoedas também são administrados por gestores profissionais. Mas como eles se baseiam em índices da Bolsa de Valores, possuem a chamada gestão passiva. Ou seja, a sua organização é sempre adequada para trazer um resultado igual ou maior do que o índice usado.

Em contrapartida, as taxas de administração dos ETFs costumam ser mais baixas do que as de outros fundos.

Como investir em ETF de criptomoeda na B3?

Uma das vantagens de um ETF de criptomoeda é a acessibilidade. Assim, pequenos investidores conseguem comprar moedas digitais de um jeito simples, já que a negociação é feita diretamente pela Bolsa de Valores.

Com esse tipo de investimento, não é necessário passar pelas plataformas específicas de criptomoedas. Isso pode trazer segurança para investidores que não se sentem à vontade com essas instituições.

Outra vantagem é a diversificação, já que é possível usar os ETFs de cripto para compor a sua carteira tradicional de investimentos.

Além disso, já existem índices formados por uma cesta de criptomoedas, como o bitcoin, ethereum e outras. Assim, você pode usar essa diversificação para mitigar os riscos e aumentar o potencial de rentabilidade do seu portfólio.

Entenda o que é e como funciona o bitcoin

Outras formas de investir em criptomoedas

Já existem no mercado fundos de investimento dedicados a aplicar em criptomoedas. Nesta estratégia, os gestores focam em selecionar tanto criptomoedas grandes e conhecidas, como projetos classificados como menores.

Aqui no Brasil, os fundos de varejo, destinados a investidores pessoa física, precisam seguir a regra da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que determina que eles tenham exposição máxima de 20% a criptomoedas. Assim, o restante do portfólio deve ser formado por títulos públicos.

Por outro lado, os fundos profissionais podem ter até 100% de criptoativos.

Uma das vantagens desses fundos é a gestão ativa. Em outras palavras, os gestores ficam atentos às movimentações do mercado. Eles compram e vendem ativos, analisam novas moedas, bem como suas premissas e finalidades.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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