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Conta conjunta: como funciona? É uma boa?

Quando duas ou mais pessoas dividem uma mesma conta bancária, dá-se o nome de conta conjunta. Veja quando (e se) ela vale a pena.

O casal que quer gerir o orçamento familiar em um só lugar, o filho que ajuda os pais a controlar as finanças, os amigos que estão guardando para um objetivo em comum… há algumas situações em que uma conta conjunta pode ser uma opção para organizar a vida financeira dos envolvidos.

A seguir, veja como ela funciona e o que você precisa saber se pretende abrir uma.

O que é conta conjunta?

A conta conjunta é uma conta bancária com mais de um titular – normalmente, os membros de um casal ou familiares (como pais e filhos ou irmãos), mas não é obrigatório que haja relação de parentesco.

Existem dois tipos:

  1. Conta conjunta solidária: qualquer titular pode fazer movimentações financeiras de forma independente;
  2. Conta conjunta simples (ou não-solidária): para fazer movimentações, é necessária a assinatura de cada correntista.

Em ambas as modalidades, o processo de abertura é muito similar ao de uma conta individual – a diferença é que os documentos solicitados pela instituição deverão ser apresentados por todos os titulares.

Vale a pena ter uma conta conjunta?

Ter uma conta conjunta pode ajudar com certas burocracias. Pessoas com pais idosos, por exemplo, podem ajudá-los a fazer transações do dia a dia. Também há o fator economia de dinheiro: em bancos tradicionais, que ainda cobram muitas tarifas, esse tipo de conta reduz o valor gasto por cada um dos titulares, motivo pelo qual muitos casais a adotam.

Com a expansão das fintechs, esse segundo motivo tende a ser menos relevante, já que há hoje diversas contas digitais isentas da maior parte das taxas e tarifas.

É preciso pensar bem, no entanto, antes de abrir uma conta conjunta.

Mesmo quando há confiança entre os titulares, deve-se sempre lembrar que o dinheiro lá dentro pertence, perante a lei, a todos os envolvidos. Caso algum dos correntistas faça algo que os outros desaprovam, há pouco que possa ser feito para resolver o problema.

Nesse sentido, a conta conjunta solidária, apesar de mais flexível, torna a dupla ou grupo de titulares mais exposta se houver uma quebra de confiança ou erro de julgamento.

Como declarar no Imposto de Renda?

Todo ano, os contribuintes devem declarar no Imposto de Renda diversos aspectos de suas vidas financeiras, o que inclui as contas bancárias em seus nomes.

Todos os titulares de uma conta conjunta precisam, portanto, declará-la, junto à participação que têm sobre o dinheiro.

Assim como fazem com os demais tipos de contas, os bancos disponibilizam um informe de rendimentos para seus correntistas. Ele vem sempre no nome do primeiro titular, mas vale para todos.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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