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A Selic caiu para 2,25% – por que isso aconteceu e como te afeta?

Em seu oitavo corte seguido, a taxa básica de juros bateu novamente o recorde de patamar mais baixo da história.

No dia 17 de junho de 2020, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou sua decisão de fazer um novo corte na Taxa Selic, passando-a de 3% para 2,25% – uma queda de 0,75 ponto percentual.

“A Selic caiu” deixou de ser notícia nova há muitos meses: o Copom, que se reúne a cada 45 dias, vem comunicando a mesma decisão a cada encontro. Já é a oitava vez consecutiva que a Selic é reduzida.

Mas por que isso está acontecendo e como afeta a vida das pessoas? Para entender, é necessário saber o papel da Selic na economia.

O que é a Selic?

A Selic é a taxa de juros básica da economia. Isso significa que ela é a referência para todas as outras taxas – de empréstimos e de investimentos, por exemplo.

É por isso que a Selic é tão importante para o dia a dia das pessoas: alterações significam mudanças, por exemplo, nos rendimentos de qualquer aplicação ligada a ela ou ao CDI, como a poupança e quase todos os investimentos em renda fixa. Ela também pode interferir diretamente nas taxas para empréstimos, financiamentos e negociações de dívidas.

Em outras palavras: quando a Selic cai, a tendência é que essas demais taxas também fiquem menores..

Leia mais: Como fica o rendimento da conta do Nubank com a nova Selic?

Por que a Selic caiu para 2,25%?

Um dos principais papéis da Taxa Selic é o de ser um instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Em linhas gerais, ao derrubar a Selic, o Bacen tem a intenção de aquecer a economia.

Como assim?

Quando a taxa de juros diminui, o acesso ao crédito tende a aumentar e a rentabilidade do dinheiro guardado ou investido tende a cair. Isso significa que há um estímulo maior ao consumo.

O fator pandemia

No momento atual, todos os dados indicam que a economia está enfraquecida pelos efeitos da disseminação do Covid-19. Com mais gente em casa para se proteger da doença, além das restrições de viagens, diversos setores estão há meses com atividade reduzida.

Isso já está se refletindo no Produto Interno Bruto. O PIB do primeiro trimestre de 2020 caiu 1,5% e a previsão atual do mercado é de 6,51% de queda até o fim de 2020. Um PIB em contração por um período contínuo sugere que a atividade econômica está em baixa.

Além do PIB, a inflação também deu sinais do enfraquecimento da economia: o IPCA, principal indicador da inflação no Brasil, registrou em maio uma queda de 0,38%.

A projeção do mercado é que o IPCA fique em 1,60% neste ano, abaixo do piso previsto pela meta da inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O setor de serviços vem sofrendo um dos maiores tombos. Dados do IBGE indicaram que o varejo, por exemplo, teve uma queda de 16,8% no volume de vendas em abril.

Queda da Selic em meio ao Covid-19

Neste cenário, a redução da Selic é vista como uma tentativa de aumentar o dinheiro em circulação, fazendo a economia girar mais rápido e se aproximando da meta da inflação.

Na comunicado após reunião, o Copom não descartou um novo ajustes na taxa básica de juros, mas reconheceu que “o espaço remanescente para utilização da política monetária é incerto e deve ser pequeno”.

Segundo o texto: “Para as próximas reuniões, o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no atual grau de estímulo monetário será residual”.

A Selic afeta diretamente a vida dos brasileiros e entendê-la é um passo importante para cuidar das suas finanças. Mudanças nela acontecem porque a economia não é estática e o Banco Central a usa para se adequar ao cenário e encontrar mais equilíbrio.

Leia mais: Taxa Selic baixa: é bom ou ruim para o meu dinheiro?

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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