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Qual é a nota mais alta do mundo – e outros 6 fatos fascinantes sobre dinheiro

Sabia que o dinheiro foi inventado há 3 mil anos? E que existe, hoje, uma nota que vale quase R$1 bilhão?

Dinheiro: você usa ele para gastar, guardar, investir, celebrar e, às vezes, sofrer. O dinheiro está presente em boa parte do dia a dia das pessoas – mas quanto elas sabem sobre ele?

Foram cerca de 3 mil anos entre a invenção das primeiras moedas e o cartão na sua carteira. Entre lá e cá, veja algumas das curiosidades mais interessantes sobre o dinheiro.

1. As primeiras moedas são do século 7 a.C.

Foi na região da Lídia (atual Turquia) que começaram a ser produzidas moedas pela primeira vez. As peças eram confeccionadas em metais valiosos, como ouro e prata, e os símbolos eram cunhados a martelo.

2. Existe uma nota que vale mais de R$700 milhões

Não, você não leu errado: existe uma cédula no valor de £100 milhões – com a cotação atual da libra, cerca de R$730 milhões.

A Titã, no valor de £100 milhões. Foto: James Oxley / Bank of England

Claro que você não vai encontrá-la por aí sendo trocada por chiclete. Apropriadamente apelidada de Titã, ela é emitida pelo Banco da Inglaterra, tem o tamanho de uma folha de papel A4 e fica guardada nos cofres da instituição, em Londres – junto a outras cédulas no valor de £1 milhão, as chamadas Gigantes.

O papel delas não é o de ser moeda circulante, mas sim, de ajudar a regular a economia – isso porque a Escócia e a Irlanda do Norte, apesar de fazerem parte do Reino Unido, emitem suas próprias notas.

Para conseguir manter a mesma cotação da libra esterlina, os valores escoceses e norte-irlandeses precisam, obrigatoriamente, ter um equivalente em libra depositado no Banco da Inglaterra. Assim, existe um lastro de segurança caso haja uma crise nos outros bancos emissores.

As Titãs e Gigantes foram criadas para facilitar esse processo de armazenamento – afinal, seria impossível manter tanto dinheiro em espécie usando as notas de libra esterlina comuns. Elas existem desde 1908 e é possível ver uma Titã no museu do Banco da Inglaterra.

3. Mas uma nota de 100 trilhões já valeu menos que U$30

Países em processos de hiperinflação frequentemente emitem notas mais e mais altas. Em 2009, por exemplo, o Zimbábue lançou uma cédula de 100 trilhões de dólares zimbabueanos – o que, na época, era equivalente a apenas US$30. Naquele momento, a inflação do país era de 231 milhões%.

Em 2009, 100 trilhões de dólares zimbabueanos valiam apenas US$30. Foto: Reserve Bank of Zimbabwe

Isso acontece porque, apesar da impressão de dinheiro ser uma prática normal adotada pelos Bancos Centrais ao redor do mundo (até porque cédulas antigas também precisam ser substituídas), quando isso é feito de forma descontrolada, o dinheiro perde valor.

Leia mais: Imprimir dinheiro causa inflação?

4. Dinheiro descartado “vira” cimento

Todos os anos, o Banco Central do Brasil destrói notas de real que não atendam mais aos padrões de qualidade – que tenham manchas, rasgos ou outros danos, por exemplo. Em 2019, foram 1,45 bilhão de cédulas descartadas.

O equipamento que destrói as notas as transforma em um bloco compacto de fragmentos – e parte desses fragmentos é usada como combustível de fornos de cimento.

5. É possível (embora não exato) determinar quanto dinheiro existe no mundo

Há muitas formas de dinheiro – cédulas, ações, ouro, moedas digitais, valores depositados em conta, imóveis… Tudo isso é dinheiro. Ao falar de quantias mundiais, o mais comum é usar uma medida chamada broad money (dinheiro amplo, em tradução livre).

Broad money é, basicamente, todo o dinheiro circulando em uma economia nacional, incluindo tanto cédulas e moedas quanto depósitos bancários, ativos, fundos para pagamentos etc.

Segundo o World Factbook, publicado pela CIA, ao final de 2017, a quantidade de broad money no mundo era de US$80 trilhões. Em 2020, segundo o site de finanças Visual Capitalist, o número é de U$95,7 trilhões – sendo que apenas 7% dessa quantia é composto por dinheiro físico.

Foto: Linus Nilsson

Mas, vale lembrar: esse valor não leva em consideração várias outras formas de dinheiro. Também segundo o Visual Capitalist, existem hoje mais de US$ 280 trilhões em imóveis ao redor do mundo, quase US$11 trilhões em ouro e US$89,5 trilhões nos mercados de ações, por exemplo.

6. O cartão de crédito foi inventado por alguém que esqueceu a carteira

Pelo menos essa é a história contada pelo executivo americano Frank McNamara. Em 1949, ele teria ido a um restaurante e, na hora de pagar a conta, percebeu que estava sem sua carteira. No ano seguinte, Mcnamara (junto a outros sócios) fundou o Diner’s Club, a primeira empresa de cartões de crédito dos Estados Unidos.

O modelo de negócio era simples: um membro do clube poderia ir a um estabelecimento parceiro, apresentar seu cartão no momento da conta, deixar sua assinatura e pagar mais tarde.

Há quem diga que a história dos cartões de crédito é ainda mais antiga: segundo a Britannica, eles já existem desde a década de 1920 de maneira menos generalista – empresas privadas, como redes de hotel, emitiam seus próprios cartões para clientes.

Outra versão, ainda, atribui a invenção a John C. Biggins, que criou um cartão que permitia que as pessoas pagassem com crédito em estabelecimentos em um raio de até duas quadras do banco.

7. A primeira transação usando bitcoins foi em uma pizzaria

Laszlo Hanyecz, um programador da Flórida, pagou 10 mil bitcoins por duas pizzas do restaurante Papa John’s no início dos anos 2010. Mas a compra não foi efetivada diretamente pela pizzaria: Hanyecz enviou os bitcoins para um voluntário, que, então pagou pelas pizzas com seu cartão de crédito.

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