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Comprei minha primeira criptomoeda, e agora?

Se você está começando nesse mundo, veja o que fazer depois de comprar a sua primeira moeda digital.



O que fazer depois de comprar a sua primeira criptomoeda?

O universo das criptomoedas é novo e, por isso, existem muitas dúvidas sobre ele. Para quem quer entrar nesse mundo, o primeiro passo é entender como escolher uma moeda digital. Mas e se você já comprou a sua primeira criptomoeda, o que fazer agora? 

Em primeiro lugar, é importante reforçar que o mercado de criptomoedas é extremamente volátil – ou seja, ele sobe e desce rápido e com intensidade. Isso significa que o valor que você pagou hoje por uma moeda digital pode aumentar ou cair muito em um curto período de tempo. 

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Por isso, as criptomoedas são indicadas apenas para quem topa correr mais riscos, está com as contas organizadas, tem uma reserva de emergência montada e já conhece a dinâmica do mercado de renda variável. Se você tem dívidas, não entre nesse mercado. Suas contas estão um caos? Foque em organizá-las primeiro. Não coloque em cripto aquele dinheiro que pode te fazer falta. E comece com pouco dinheiro, para entender como esse mercado funciona.

Se você já passou dessa fase e entrou no mercado de criptomoedas pela primeira vez, veja, abaixo, o que fazer. 

O que fazer depois de comprar minha primeira criptomoeda? 

Depois de ter feito a lição de casa e estudado bastante, você comprou criptomoedas. E agora? O primeiro passo é não cair na ansiedade de checar a todo o momento a sua carteira. Focar no longo prazo pode aumentar suas chances de retorno positivo. 

Segundo Hugo Carone, analista de investimentos da NuInvest, ao comprar um ativo, você não deveria ficar preocupado. Se está, é porque alguma coisa está errada: ou você colocou mais dinheiro do que deveria ou comprou aquilo que não conhece.

“Esse é o ponto-chave: você tem de se sentir confortável. Por ser um mercado novo, é normal querer ficar olhando, mas se está olhando demais, algo está errado”, afirma. 

Nesse mercado, são comuns aumentos e quedas de 10%, 20%, 30% ou mais em um único dia. Checar essa volatilidade só aumenta sua ansiedade e ainda elevam os riscos de você tomar uma decisão ruim, como uma venda precipitada. 

Então é melhor comprar e esquecer? 

Não exatamente. Deixar de olhar demais não significa deixar de acompanhar a primeira criptomoeda que você comprou. De acordo com Carone, é importante fazer uma avaliação mensal dos seus ativos. Nessa hora, é preciso considerar três pontos principais: 

  • Seu perfil de risco;
  • A composição da sua carteira de investimentos; 
  • O prazo dos seus objetivos.

E por quê? Porque esses três fatores te ajudam ajustar o que faz sentido para você e sua realidade. Veja um exemplo: 

  • Você tem R$ 2 mil investidos;
  • Seu perfil é um pouco mais conservador e, por isso, desse total, 1% está em criptomoedas – ou seja, R$ 20;   
  • O resto da sua carteira está em ativos mais seguros, de renda fixa;
  • Seu foco com cripto é de longo prazo – ou seja, você só vai vender suas criptomoedas daqui a 20 anos, por exemplo.

Depois de um mês, sua fatia de cripto passou de R$ 20 para R$ 30 e começou a representar 1,5% da sua carteira. Mesmo tendo um perfil mais conservador, você decide não mexer. Dali a alguns meses, sua carteira total cresceu um pouco e passou de R$ 2 mil para R$ 2.200. A parcela de cripto também cresceu, e saiu dos R$ 20 iniciais para R$ 110. Ou seja, considerando a carteira total, a parcela em moedas digitais passou de 1% para 5%. 

O que fazer? 

“Na minha avaliação, esse percentual (5%) é o teto máximo de cripto para quem tem um perfil muito de risco. É o limite total de cripto em uma carteira. É muita coisa”, explica Carone. Em outras palavras, considerando o exemplo acima, para manter a carteira de acordo com o perfil e objetivo, o ideal seria vender uma parte das criptos para manter essa fatia em 1%.  

“Ainda que você acredite no futuro das criptomoedas, é bom avaliar para que essa fatia não fique desproporcional à sua carteira e ao seu perfil. Se não acompanhar, essa parcela pode crescer e aumentar a sua exposição ao risco, sem você perceber. Como é um exemplo de ganho, você não se incomoda. Mas e se no dia seguinte esse valor cair 10%, 20%? Precisa avaliar e realocar esse dinheiro para te dar certa tranquilidade”, afirma o analista. 

Além disso, é importante considerar o que você fez com o resto da sua carteira. Ao longo do tempo, comprou outros ativos arriscados, como ações? Se você decidiu ter até 3% do seu patrimônio em ativos de risco, esses 3% precisam considerar tanto ações como criptomoedas, por exemplo. Por isso, é importante fazer esse acompanhamento mensal para não perder as mudanças de perfil da sua carteira de vista.   

Qual a melhor estratégia depois de comprar a primeira criptomoeda?

Não existe uma estratégia perfeita e ela é muito individual. Como você viu, tudo depende do seu perfil, dos seus objetivos e da composição da sua carteira. Considerando o longo prazo, existem duas estratégias de criptomoedas mais comuns: 

  • Aportes constantes;
  • Aportes por oportunidade.

A estratégia de aportes constantes é aquela de comprar um pouquinho de cripto todo mês, independentemente de como está o mercado. Segundo Hugo Carone, da NuInvest, essa linha pode começar a gerar desconforto, justamente pela oscilação do mercado de cripto. Uma hora você pode comprar na baixa e outra na alta.  

Por isso, existe outro caminho, o dos aportes por oportunidade. “O valor que você usaria para comprar cripto mensalmente, vai para outro ativo, que renda a taxa Selic e que permite saque imediato. Daí, em um momento de forte queda das criptos, você usa esse valor acumulado para fazer um aporte maior”, explica Carone. 

No mercado de cripto, uma forte queda, que representa uma oportunidade, significa uma baixa de 80% em relação ao topo histórico de uma moeda digital. “Uma desvalorização de 10% não é oportunidade nesse mercado, é rotina”, reforça o analista.

E qual dos dois caminhos é melhor? Não tem como saber. “É um mercado muito novo. Não tem como prever qual dos dois comportamentos é melhor. O aporte por oportunidade te deixa mais tranquilo, mas não tem como saber qual é o melhor”, diz.  

É melhor comprar muito de uma criptomoeda ou várias? 

Isso vai depender do seu perfil e, principalmente, do valor que você tem disponível. Se você está começando agora nesse mercado, colocar pouco em uma única cripto é um caminho para entender melhor a dinâmica desse mercado. Com o tempo, à medida que for aumentando o valor da compra, é importante diversificar. 

Assim como em outros mercados, ter muito dinheiro concentrado em um único lugar aumenta muito o risco de você perder seu patrimônio. Por isso, se quiser aumentar a fatia de criptomoedas na sua carteira, evite deixar tudo em uma única criptomoeda e escolha várias.

É importante observar também a proporção de cada criptomoeda no total. A fatia de cada uma também deve acompanhar seu perfil de risco. Isso porque existem moedas digitais mais arriscadas do que outras nesse mercado. 

Por exemplo: a sua fatia de criptomoedas soma, no máximo, R$ 1 mil, e você tem um perfil mais considervador. Considerando essas informações, a recomendação é concentrar a maior fatia desses R$ 1 mil em criptomoedas mais consolidadas, que têm uma curva de valorização um pouco menor. Criptomoedas mais arriscadas, que têm um risco elevado, devem representar uma fatia pequena desse dinheiro.   

Como escolher uma criptomoeda para comprar? 

Existem vários fatores que podem interferir nessa escolha. Veja os principais: 

  • Checar se a criptomoeda oferece alguma tecnologia que resolve algum problema ou traz alguma inovação; 
  • Quem criou essa criptomoeda? Quanto mais descentralizado o poder de decisão em torno dessa moeda digital, melhor;
  • Qual o tamanho do market cap dessa cripto – ou seja, qual o seu valor de mercado? Quanto maior, melhor;
  • Como está o volume de transações dessa cripto? Um volume alto e constante indica que o mercado confia nessa moeda digital. 

Veja aqui, em detalhes, como escolher uma criptomoeda para comprar.

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