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7 fatos que marcaram o dinheiro na década

De 2011 a 2020, o mundo mudou – e nosso jeito de lidar com as finanças também.



Já parou para pensar sobre o que aconteceu em sua vida nos últimos 10 anos? Pois é… a gente piscou e uma década passou.

Parece pouco tempo para mudanças significativas acontecerem mas, de lá para cá, o mundo mudou – e muito. De 2011 a 2020, inclusive, o jeito que nós lidamos com dinheiro também mudou.

Hoje, é quase impensável viver sem as facilidades que a tecnologia trouxe para nossas finanças – mas, dez anos atrás, as pessoas nem acreditariam que era possível viver sem precisar ir a uma agência, por exemplo.

Abaixo, veja 7 fatos que marcaram o dinheiro na década e transformaram nossa forma de lidar com ele. 

1- O boom das fintechs

O barateamento da tecnologia da informação e o aumento do acesso à internet possibilitaram um boom das fintechs na última década.

Fintech é uma palavra que surgiu da abreviação de financial technology – “tecnologia financeira”, em inglês. O termo é usado para empresas que usam tecnologia para oferecer soluções no mercado financeiro – como cartão de crédito, conta digital, cartão de débito, empréstimos e seguros.

Geralmente, empresas do tipo são mais eficientes e não possuem um grande custo com estruturas físicas, como agências e lojas, por isso muitas oferecem serviços mais baratos ou até gratuitos.

O Nubank, por exemplo, tem um cartão de crédito sem anuidade e uma conta digital sem tarifas de manutenção.

Quais as vantagens das fintechs? Elas são seguras? Entenda!

2- Os altos e baixos das criptomoedas

Se teve um assunto que marcou a década foram as criptomoedas – mais especificamente, o bitcoin.

Criado em 2008 como uma resposta à crise financeira mundial, o bitcoin tinha como objetivo substituir o dinheiro físico e se livrar dos bancos na intermediação de operações financeiras.

Ele foi desenvolvido para funcionar como uma moeda digital, utilizada para compras e transações de forma segura, anônima e descentralizada. Para isso, usa um código complexo que não pode ser alterado e todas as transações são protegidas por criptografia.

Além disso, o bitcoin foi criado como uma moeda limitada. Diferentemente do real, dólar e euro, que podem ser emitidos conforme a necessidade de cada país, o bitcoin pode ser gerado no máximo 21 milhões de vezes. Até 2019, mais de 18 milhões de bitcoins já haviam sido emitidos.

Por conta de sua alta demanda e oferta limitada, o preço do bitcoin começou a valorizar por volta de 2017. Em dezembro de 2016, ele valia pouco mais de R$2.738. Cerca de oito meses depois, seu valor já estava em R$17.420 – seis vezes mais.

Muitas pessoas viram nessa rápida valorização uma forma de ganhar dinheiro rápido e começaram a comprar bitcoins. Como consequência, o valor disparou. Em dezembro de 2017, a criptomoeda atingiu sua maior cotação da história: o equivalente a pouco mais de R$63.115 – uma valorização de mais 2.200% em relação ao ano anterior.

Mas não parecia um valor realista, por isso o preço do bitcoin começou a cair e oscilar até o fim de 2019. Em dezembro daquele ano, por exemplo, estava valendo pouco menos de R$30 mil.

Em 2020, entretanto, a história mudou um pouco. Com a pandemia do novo coronavírus, o valor do bitcoin caiu por um tempo, mas depois começou a valorizar dia após dia. Até que, em dezembro, a criptomoeda ultrapassou o valor de US$ 20 mil (dólares) pela primeira vez na história – e a expectativa é de que continue subindo.

Além do bitcoin, também existem outras criptomoedas como Ethereum, Tether e Litecoin. 

O que é e como funciona uma moeda digital?

3- Pague e ganhe: a proliferação do cashback

Se, antes, comprar era uma via de mão única – apenas gastar dinheiro –, hoje é possível adquirir um produto ou serviço e receber parte do valor de volta graças aos programas de cashback – “dinheiro de volta”, numa tradução livre.

No Brasil, esse serviço surgiu no início da década e foi se popularizando ao longo do tempo. Pode parecer uma estratégia estranha, mas é uma forma das empresas atraírem mais clientes e venderem mais.

Funciona assim: as lojas interessadas em oferecer cashback fazem parceria com alguma empresa que oferece esse serviço. Então, clientes cadastrados nesses serviços que comprarem na loja parceira recebem de volta uma porcentagem do valor da compra – que varia de loja para loja.

Esse crédito pode ser usado em novas compras ou resgatado em forma de dinheiro. 

4- Da moeda ao app: o dinheiro virou digital

Apesar do dinheiro físico ainda ser muito utilizado no Brasil, nossa forma de lidar com ele tem se tornado cada vez mais digital.

Segundo um levantamento de 2018 do Banco Central, duas em cada três transações bancárias eram feitas por meio de aplicativos de celular, internet banking ou call centers – 66% do total das operações.

Ainda de acordo com o BC, foram registradas quase 25 bilhões de transações feitas com o celular em 2017 – 35% do total.

Essa digitalização do dinheiro tem se tornado mais e mais popular ao longo da década graças aos serviços de empresas como o Nubank.

5- Aproxime o cartão: a popularização da função contactless

Sabe aquela história de passar ou inserir o cartão para pagar uma compra? Com a popularização da função contactless, cada vez mais pessoas compram aproximando o cartão – ou o celular ou o smartwatch – da maquininha. 

Apesar de, no Brasil, apenas 5% das transações serem feitas por aproximação – segundo projeções da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) –, essa é uma tendência em todo o mundo. Na Europa, por exemplo, mais de 40% das operações já são feitas por contactless.

Essa é uma tecnologia que facilita a vida do consumidor e traz mais praticidade na hora da compra.

6- Alta e baixa histórica da Taxa Selic

A Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida a cada 45 dias pelo Comite de Política Monetária do Banco Central (Copom) e que impacta diretamente a economia e os bolsos dos brasileiros.

Em julho de 2015, a Selic atingiu sua máxima histórica: 14,25% ao ano – e permaneceu assim até outubro de 2016, quando o Copom começou um movimento para baixar a taxa.

2020 começou com a Selic a 4,5% ao ano. Mas, com os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia, o Copom decidiu baixá-la quatro ciclos seguidos, chegando a 2% em agosto – o menor valor da história – e permanecendo assim até a última reunião do ano, em dezembro.

Segundo o Banco Central, a redução da Selic foi uma resposta aos impactos da pandemia, já que uma taxa baixa pode estimular o consumo e aquecer a economia.

7- O lançamento do Pix

Em 2020, o Banco Central lançou um novo meio de pagamentos instantâneos que promete revolucionar as transações nos próximos anos: o Pix.

Anunciado em fevereiro deste ano, o Pix entrou em pleno funcionamento no dia 16 de novembro como uma nova forma de enviar e receber dinheiro em tempo real.

As transações acontecem em até dez segundos, podem ser feitas em qualquer dia e horário e para qualquer instituição financeira e geralmente são gratuitas para pessoas físicas.

Com o Pix, pessoas e empresas ganharam mais uma opção para fazer e receber transferências e pagamentos além de TED, DOC e boleto, por exemplo.

Vale dizer que, no Nubank, tanto transferir quanto receber via Pix é gratuito para todo mundo, incluindo os clientes PJ.

Quer saber mais?

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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