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Low cost: como funciona e quando vale a pena

Viajar é bom demais. Viajar pagando barato é melhor ainda. Entenda as low cost, companhias aéreas de baixo custo.

Para quem gosta de viajar, poucas sensações são melhores do que encontrar uma passagem para o destino perfeito por um bom preço. Não é à toa que, na hora de escolher a companhia aérea, tanta gente acaba optando por uma low cost.

Na verdade, esse tipo de empresa hoje representa uma boa percentagem do mercado de aviação. Segundo dados da OAG, empresa que analisa o setor aéreo, as low cost já estão entre as maiores do mundo em número de passageiros – a americana Southwest Airlines, a irlandesa Ryanair e a britânica EasyJet estão em terceiro, quinto e oitavo lugar, respectivamente.

Low cost é o quê, mesmo?

As low cost são, essencialmente, companhias aéreas que vendem passagens baratas com a contrapartida de não oferecerem quase nenhum serviço e comodidade – ou oferecerem, mas cobrarem por eles.

Elas começaram a aparecer na década de 1970 e mudaram a cultura de viagens aéreas, antes acessíveis apenas para quem tinha muito dinheiro. A americana Southwest é considerada pioneira nessa área, mas foi na Europa que elas causaram o maior impacto – por lá, muitas vezes é mais barato voar do que pegar um ônibus entre dois países próximos.

O que as low cost não cobrem?

Depende da empresa e depende da passagem. Normalmente, você será cobrado se quiser utilizar qualquer um desses serviços:

  • Marcar assento;
  • Fazer check-in presencial;
  • Despachar bagagem;
  • Comer no avião (comprando do carrinho);
  • Remarcar o voo.

Outras comodidades tipicamente ausentes nesse tipo de voo são poltronas reclináveis e entretenimento de bordo.

Leia mais: 6 custos escondidos para ficar de olho na sua passagem

Low cost no Brasil

Apesar de terem se popularizado bem nos Estados Unidos e na Europa – onde uma passagem entre dois países chega a custar menos de 50 euros –, as low cost ainda estão tímidas no Brasil.

Nos últimos dois anos, companhias estrangeiras desse tipo começaram suas operações por aqui, mas ainda não oferecem os preços competitivos europeus. Aqui, as passagens costumam custar de 30 a 40% a menos que as outras empresas.

Dicas para viajar de low cost

Viajar dessa forma significa, mais do que qualquer coisa, fazer uma troca de conforto por economia. Ou seja, as low cost valem a pena de acordo com o que cada um considera aceitável como nível de comodidade.

Mas aí entra a pegadinha: muita gente olha para o preço anunciado e não percebe os custos (e possíveis inconveniências) escondidos. Levantamos algumas dicas para você ficar de olho quando for comprar uma passagem.

  1. Cheque o aeroporto: muitas low cost usam aeroportos alternativos, geralmente menos acessíveis. Normalmente, é preciso pegar um ônibus ou trem de ida e volta, o que encarece o trajeto.
  2. Pesquise preços: essas passagens só valem a pena se estiverem realmente mais baratas que as companhias convencionais. Compare para descobrir se não há uma promoção rolando na mesma época em uma empresa com menos limitações.
  3. Faça malas leves: quase todas as companhias cobram por despacho de bagagem, mas as low cost são ainda mais agressivas nas taxas de excesso de peso. As regras mudam com frequência, então, olho aberto no site para evitar surpresas.
  4. Faça check-in antecipado: na maioria dos casos, quem deixa para fazer o check-in no aeroporto tem que pagar uma taxa extra. Os sites e apps costumam abrir o check-in online 48 horas antes do voo, faça assim que puder.
  5. Não atrase: as low cost são conhecidas por serem pouco flexíveis com suas regras. Passageiros que se atrasam costumam ser penalizados com multas altas – às vezes, maiores que a própria passagem.
  6. Inclusive, chegue cedo: por viajarem apenas com a mala de mão, os passageiros costumam usar o máximo permitido de medidas de bagagem. Isso significa que, por vezes, algumas malas serão enviadas ao porão. Quando antes se chega, melhor a chance de conseguir um lugar.
  7. Não compre conexão desvinculada: muita gente acha que vale a pena adquirir uma passagem intercontinental de uma companhia aérea convencional e, depois, fazer um trecho interno via low cost. Acontece que, quando não há vínculo entre as passagens, qualquer atraso pode fazer com que você perca a conexão – e tenha que pagar uma bela multa no processo. Se for fazer isso, garanta que há, pelo menos, um pernoite na conexão.

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