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Estou inadimplente. E agora?

Respira. Essa é a realidade de 63,4 milhões de brasileiros. Entenda as consequências de estar em atraso com as dívidas e veja algumas dicas para organizar as finanças.

Existem assuntos difíceis de serem abordados – seja em uma conversa ou em um texto. Inadimplência é um deles. Afinal, quem quer ser lembrado de que está com dívidas atrasadas ou que pode estar nessa situação algum dia?

A inadimplência, no entanto, é a realidade de 63,4 milhões de brasileiros, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) – e, justamente por isso, precisa ser discutida. 

Hoje, mais de 30% de toda a população do país não consegue pagar suas dívidas no prazo – o que significa que uma parcela significativa dos brasileiros está lidando com consequências que vão desde ter o nome negativado até perder o sono, literalmente.

Abaixo, conheça os efeitos práticos nas finanças e os sintomas que podem aparecer em quem está nessa situação. Falar sobre eles e saber que mais gente passa por isso pode ajudar a lidar com essa situação. 

Mas, antes, o que significa estar inadimplente? É a mesma coisa que endividado?

É comum utilizar a palavra endividado como sinônimo de inadimplente, mas é importante entender que são duas situações diferentes.

Inadimplente é a pessoa que não conseguiu pagar uma conta no prazo determinado. Já endividado é quem contraiu alguma dívida – como um empréstimo, um financiamento ou uma compra parcelada –, mas ainda está em tempo de quitá-la.

Agora, vamos às consequência de estar inadimplente.

Ficar com o nome negativado

A principal consequência da inadimplência é ter o nome apontado nos serviços de proteção ao crédito – ou, como é popularmente conhecido, ficar com o “nome sujo“. No Brasil, mais de 61 milhões de brasileiros se encontram nessa situação, segundo o Serasa.

Aqui, explicamos o que estar com o nome sujo realmente significa

Como ter o nome negativado indica para o mercado que a pessoa é má pagadora, ela encontrará dificuldades para:

  • Conseguir um empréstimo;
  • Fazer qualquer tipo de financiamento, seja de imóvel, carro ou outros bens;
  • Abrir uma conta corrente ou adquirir um novo cartão de crédito (para quem já é correntista, o banco pode bloquear o cheque especial e cancelar a emissão de novos talões de cheque).

Efeitos colaterais da inadimplência

Além das consequências financeiras, como a dificuldade de conseguir crédito, quem está com contas em atraso pode sofrer uma série de outros problemas.

Abrir mão de coisas importantes

Para equilibrar as contas, outra consequência de estar inadimplente é ter de abrir mão de coisas importantes para si próprio ou para a família.

De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 47,3% das pessoas inadimplentes admitiram que deixaram de comprar coisas de primeira necessidade para si ou para a família.

Além disso, 71,5% das pessoas precisaram abrir mão de comprar itens que compravam antes por não ter mais condições, e 56,8% deixaram de sair com amigos ou família para bares e restaurantes.

Prejudicar a saúde mental

Além da aquisição de bens materiais, a inadimplência também impacta diretamente a saúde de quem se encontra nessa situação. Segundo a pesquisa do SPC e da CNDL, os efeitos são vários:

  • 56,2% dos inadimplentes demostraram um nível alto ou muito alto de preocupação com as dívidas em atraso;
  • 69% das pessoas afirmaram estar mais ansiosas depois das contas atrasadas;
  • 64% delas disseram se sentir mais estressadas;
  • 58% apontaram estar deprimidas, tristes e desanimadas;
  • 57% afirmaram se sentir culpadas;
  • 44% compartilharam se sentir derrotadas e fracassadas;
  • Entre diversos outros sintomas negativos relacionados à saúde mental.

Sofrer com alterações no humor, na rotina e na saúde física

Pode parecer exagero para quem nunca esteve inadimplente, mas uma situação leva à outra: primeiro vêm as cobranças externas, depois as internas, a pressão para resolver logo a situação, a vergonha por estar assim e diversos outros sentimentos que alteram o humor, a rotina e a saúde física.

Ainda de acordo com o SPC e a CNDL, 52% dos inadimplentes afirmaram ficar irritados com mais facilidade, 49,2% assumiram estar mais mal humorados, 45,5% das pessoas disseram ter menos vontade de socializar com outras, 44,3% apontaram ter dificuldade para dormir e muitos tiveram alterações no apetite: 35% afirmaram ter menos fome e 33,7%, mais.

Ficar mais desatento e reservado

Como consequência de todos esses fatores citados acima, outras áreas importantes também são afetadas – principalmente no aspecto emocional, profissional e social.

Segundo a pesquisa do SPC e da CNDL, 25% dos inadimplentes admitiram ficar mais desatentos e pouco produtivos no trabalho ou nos estudos. Ainda, 21,2% das pessoas afirmaram perder a paciência mais facilmente com os colegas de trabalho.

No aspecto emocional, o estudo mostrou que 20,8% dos entrevistados passaram a descontar a ansiedade das contas atrasadas em vícios como cigarro, comida e álcool. Além disso, 18,3% confessaram estar mais irritados e 14,5%, mais nervosos, descontando essa frustração em pessoas próximas.

Resumindo, estar inadimplente é um assunto sério e precisa ser tratado com cuidado.

Como sair da inadimplência?

O único jeito é se organizar, priorizar o pagamento das dívidas e ter um controle maior do orçamento para não enfrentar esse problema no futuro. 

Separamos alguns conteúdos que podem ajudar a organizar as finanças e pagar as contas atrasadas:

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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  • Gilberto
    29 de setembro de 2019, 20h29
    adorei as dicas