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5 erros comuns que as pessoas cometem em entrevistas de emprego – e como fugir deles

Não basta ter um bom currículo e perfil para a vaga: uma boa entrevista de emprego é fundamental. Veja o que não falar neste momento crucial.

Você está sem emprego ou buscando uma nova posição profissional e faz um ótimo currículo, preenche brilhantemente o formulário da empresa, tem um Linkedin turbinado e recebe o convite para a entrevista de emprego. O que poderia se encerrar bem, acaba terminando mal porque você comete um erro ou uma gafe. 

Não existe ciência exata para uma boa entrevista, até porque ela depende de vários fatores – o perfil da empresa, sua compatibilidade com ela, a performance de outros candidatos… Mas alguns erros frequentes acabam eliminando vários candidatos de cara (ou, pelo menos, contando pontos contra). 

Jéssica Sandin, uma das diretoras de RH do Nubank, lista os principais erros que as pessoas cometem em entrevistas de emprego. Veja a seguir.

1. Não se preparar

Se uma empresa te chama para um processo seletivo, ela espera que, além de conhecimentos técnicos, habilidades comportamentais e interesse na vaga, você tenha algum conhecimento sobre a empresa e o mercado em que ela atua.

“Poucas pessoas entendem como fazemos isso, mas recrutadores e profissionais de RH conseguem identificar que o candidato não está preparado nos primeiros minutos de entrevista”, diz Jéssica.

Segundo a profissional, essas pistas estão nos detalhes: quando o candidato não sabe contextualizar as respostas em relação ao mercado, área da empresa, ou aos produtos e serviços oferecidos por ela, por exemplo.

Nem sempre você precisa saber a fundo, mas é importante mostrar que fez sua lição de casa. Estude sobre a empresa, sua história de formação, o momento em que ela se encontra e seu portfólio de produtos ou serviços. Procure no Google reportagens que já tenham saído sobre ela ou sobre os proprietários e, se tiver página no LinkedIn, fique de olho também.

“Se preparar minimamente para a entrevista é a parte mais importante, tanto para a  conversa ser produtiva, quanto para o candidato ter mais segurança na fala”, complementa Jéssica. 

2. Falar mal do emprego anterior (ou atual)

Todo mundo já teve – ou provavelmente ainda terá –  experiências de trabalho ruins. Seja porque não tinha o perfil da empresa, não se adaptou, devido a uma liderança despreparada, ou mesmo porque não concordava com a cultura da empresa. Isso, infelizmente, é comum. Entretanto, falar mal da empresa pode ser negativo para você, mesmo que seja a realidade.

“Não gaste minutos preciosos em que você poderia estar vendendo o seu peixe falando mal das circunstâncias ou da empresa”, explica Jéssica. Segundo ela, se você já passou por uma experiência profissional ruim e não sabe o que falar de bom sobre ela, é melhor tentar não abordar esse assunto.

“A entrevista não é sobre a empresa em que você trabalhou, sobre o chefe que você tem ou teve, sobre a equipe… É sobre você. Então não gaste o tempo em que você poderia estar no centro da conversa desviando para outras pessoas. Isso não te ajudará”, acrescenta ela.

É importante destacar que mentir sobre uma experiência ruim também não é uma saída. Profissionais de RH são treinados para identificar inverdades e isso também pode comprometer a sua imagem no processo.

A diplomacia é o melhor caminho. Antes da entrevista, procure pensar se houve qualquer experiência positiva naquele emprego, por menor que seja. Assim, se receber uma pergunta, direcione o foco para ela e procure não se alongar.

3. Interromper demais

Interromper frequentemente a fala de outra pessoa não é bom em qualquer circunstância, mas em uma entrevista é ainda pior.

Não significa que você não possa perguntar – às vezes, no meio de uma explicação, pode surgir alguma dúvida, ou a necessidade de complementar algo. E é normal interromper a fala de alguém uma ou poucas vezes. Porém, interromper a pessoa do recrutamento a todo momento não é bom.

“Esse problema vale tanto para o candidato, quanto para o entrevistador. Mas falando como uma profissional do RH que entrevista quase todos os dias, é muito ruim quando você tem um candidato que te interrompe demais, não deixa você terminar a sua linha de raciocínio, não deixa você terminar a pergunta”, afirma Jéssica.

4. Falar de salário antes da hora 

Falar de dinheiro em um processo seletivo é necessário. Afinal, todo mundo quer ser bem remunerado e precisa pagar as contas em casa. Porém, segundo a diretora de RH, o problema é começar uma conversa abordando esse assunto.

“Todo mundo procura um trabalho para ganhar dinheiro, é óbvio. E a gente sabe que esse é um momento importante. Mas tem o momento certo para isso. Começar o relacionamento com a pessoa recrutadora/gestora já falando de dinheiro na maioria das vezes não causa uma boa impressão”, diz ela.

5. Não fazer perguntas

Em uma entrevista, o centro da conversa é, de fato, a pessoa que está se candidatando Mas, ao fim da entrevista ou no decorrer dela, espera-se que o entrevistado tenha dúvidas ou queira saber mais sobre algum ponto – e não fazer nenhuma pergunta costuma passar a impressão de desinteresse.

“A empresa é onde você vai passar a maior parte do seu tempo e dedicar sua energia. Não fazer nenhuma pergunta não é bom. Você pode perguntar sobre a empresa, sobre o time, chefe, cultura, produto, planos, projetos, dificuldades ou clientes, por exemplo”, conclui Jéssica.

Às vezes as dúvidas surgem de acordo com o que foi dito na entrevista, mas o ideal é que a pessoa que está se candidatando já tenha algumas perguntas preparadas. Durante a pesquisa sobre a empresa, anote pontos que te chamaram atenção e questione.

Quer saber mais sobre processos seletivos? Leia também: 

Como identificar golpes na busca por emprego 

Guia para fazer um currículo para o primeiro emprego

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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