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Alguém pediu seu cartão de crédito emprestado? Veja por que você deve dizer não

O cartão é de uso pessoal. Entenda os motivos pelos quais você não deve emprestá-lo a terceiros.

Quando alguém decide fazer um cartão de crédito, informações como telefone e endereço, por exemplo, ficam no sistema do banco escolhido. Tudo vinculado ao CPF da pessoa, por questões de segurança.

No momento do cadastro, o cliente cria uma senha, que deve ser utilizada todas as vezes que uma compra for efetuada.

De acordo com um levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 26% dos brasileiros já pediram o cartão de crédito emprestado para alguém.

Veja abaixo alguns motivos pelos quais você não deve deixar outra pessoa usar o seu cartão.

1) Em caso de não pagamento, seu nome pode ser enviado aos órgãos de proteção ao crédito

Se você empresta o seu cartão para alguém realizar uma compra e essa pessoa não paga o débito, é o seu CPF que está em jogo. Quando a compra é feita em um estabelecimento onde é necessário digitar a senha para finalizar a transação, e quem tem o cartão e a senha em mãos é um terceiro, a responsabilidade por ter compartilhado a senha é do dono do cartão.

O que isso significa: se a dívida não for paga, o CPF enviado aos órgãos de proteção ao crédito é o do cliente cadastrado no sistema – mesmo que ele não tenha sido quem fez a compra.

É importante lembrar que os juros do cartão de crédito são altos e, de acordo com o Banco Central, podem chegar a até 332,4% ao ano.

2) Compras que fogem do seu planejamento financeiro

Se o cliente tem um gasto mensal de R$ 700,00 e empresta o cartão de crédito para alguém que decide fazer uma compra parcelada, por exemplo, o limite fica comprometido, impedindo que o dono do cartão realize novas compras.

Outra situação que pode acontecer é: as parcelas ultrapassarem o gasto médio planejado para o mês. Nesse caso, o cliente vai precisar se planejar para efetuar o pagamento da fatura, seja quitando o total ou até optando por um parcelamento.

3) Você pode cair na malha fina

Movimentações financeiras que não forem compatíveis com a renda declarada no momento do cadastro (ou sua atualização) podem chamar atenção da Receita Federal. Se isso acontecer, será preciso se justificar ao órgão, o que pode gerar dor de cabeça. Ainda mais se o responsável por todas essas movimentações for uma outra pessoa e não o cliente, dono do cartão de crédito.

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