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Gás de cozinha e combustíveis ficam mais caros a partir de 2 de março de 2021

O gás de cozinha ficará 5,2% mais caro. Já a gasolina sobe 4,8% e o diesel 5% a partir do dia 2.



Um novo aumento dos preços do gás de cozinha, gasolina e óleo diesel foi anunciado pela Petrobrás hoje, 1º de março. O gás liquefeito de petróleo (GLP), ou gás de cozinha, ficará 5,2% mais caro a partir de amanhã. Já a gasolina passa a custar 4,8% a mais e o Diesel, 5%.

Isso acontece porque os preços da Petrobrás são influenciados pelo mercado internacional. Como houve alta do petróleo no mercado mundial e também do dólar, o reajuste pela Petrobrás já era esperado. 

Com isso, o gás de cozinha sofreu o terceiro aumento de 2021 e será vendido às distribuidoras por R$ 2,60 por litro. Nas distribuidoras, o preço será de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro). Nas casas brasileiras, a quantidade mais comum é de R$ 13 kg –  ou seja, o custo na distribuidora fica R$ 36,69, com um acréscimo final de  R$ 1,90.

A gasolina fica R$ 0,12 mais cara por litro. No caso do diesel, o preço nas distribuidoras passará a ser de R$ 2,71 por litro, 5% mais caro.

É importante lembrar que os preços nas refinarias são diferentes dos preços finais para o consumidor, já que são aplicados impostos e ainda existe o lucro para revenda – ou seja, os valores que chegam às pessoas comuns são mais altos.

Entenda como são compostos os preços dos combustíveis e gás de cozinha

Os preços da Petrobrás, até o momento, são baseados no valor do produto no mercado internacional e na taxa de câmbio. No fim, os preços finais na bomba ou na revenda –  no caso do gás de cozinha –  sofrem um efeito cascata que começa com o reajuste da Petrobrás e segue com a aplicação de impostos até a venda.

Ou seja, ao sair da Petrobrás o combustível é reajustado e a ele são adicionados impostos federais: Cide, PIS e Cofins. Ao chegar nas distribuidoras e nos postos, é adicionado o ICMS, que é um imposto estadual que varia de estado para estado.

Como isso te impacta?

O gás de cozinha, assim como o combustível são itens de necessidade básica da maioria dos brasileiros –  e quem consome esses produtos vai pagar ainda mais caro nos próximos meses.

Vale a pena colocar na ponta do lápis como esse aumento pode afetar as contas para não ser pego de surpresa ou até mesmo para tentar compensar em outras esferas de consumo. 

Proposta para zerar os tributos 

No dia 18 de fevereiro, foi anunciada a intenção de zerar os tributos federais sobre os combustíveis, para que o impacto dos reajustes seja menor.

A princípio, a medida entraria em vigor em 1º de março, mas ainda depende de um decreto federal para passar a valer. 

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