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3 tipos de orçamento para organizar seu dinheiro

A internet está cheia de modelos de orçamento pessoal – mas nem sempre a solução mais famosa é a que melhor se encaixa nas suas finanças.

Fotografia de itens dispostos sobre uma mesa branca: um celular com a calculadora aberta, uma pilha de moedas, um lápis e um caderninho de anotações com post its coloridos

Às vezes você tem a sensação de que os outros conseguem organizar o dinheiro, mas você não?

Existem vários motivos para isso. Muitas vezes é dinheiro insuficiente, mesmo: vale lembrar que o salário mínimo ideal para o brasileiro deveria ser em torno de R$ 5 mil, segundo o Dieese – muito mais do que a maioria da população recebe.

Mas mesmo quem ganha acima desse valor admite ter dificuldades para se organizar. Montar um orçamento ou planejamento das finanças é uma boa forma de remediar isso. Conheça três métodos diferentes.

1. Regra 50-15-35: como funciona?

A regra 50-15-35 é simples. Cada um desses números indica quanto da sua renda você deve destinar para três categorias: 50% para gastos essenciais, 15% para prioridades financeiras e 35% para estilo de vida.

Talvez você já tenha ouvido falar nela com outros números, como 50-20-30. Esse método foi popularizado pela senadora americana Elizabeth Warren, em seu livro All Your Worth: The Ultimate Lifetime Money Plan.

O que são as categorias da regra 50-15-35?

Os gastos essenciais são basicamente as suas despesas fixas, como aluguel, contas da casa, plano de saúde, transporte, mensalidade da escola… A regra determina que esses gastos devem consumir até metade da sua renda.

As prioridades financeiras se dividem em dois tipos: quitar dívidas e guardar dinheiro. No primeiro caso, a estratégia é separar esses 15% para ir resolvendo pendências financeiras e não deixar elas acumularem. No segundo, é separar esse dinheiro para formar uma reserva de emergência (ou, caso ela já esteja formada, investir).

Finalmente, o estilo de vida engloba os gastos de diversão, como restaurantes, compras ou hobbies. E a resposta é sim, você deve reservar dinheiro no seu orçamento para se divertir – afinal, cortar absolutamente tudo que te faz feliz não é sustentável e aumenta as chances de você abandone o cuidado com seu dinheiro.

Importante: essas porcentagens, especialmente o 15% e o 35%, devem ser pensadas com bom senso. Se você está com muitas dívidas, por exemplo, vale a pena passar alguns meses destinando um pedaço maior da sua renda a elas. A categoria “estilo de vida” é que pode ter mais flexibilidade na hora de aplicar a regra.

2. Fórmula dos 60%: como funciona?

Conhecida em inglês como 60% Solution, essa é uma espécie de regra 50-15-35 simplificada proposta pelo ex-editor-chefe do site MSN Money, Richard Jenkins.

A ideia é que a única porcentagem que uma pessoa precisa levar em conta é os 60%. Esses 60% devem englobar todas as “despesas comprometidas”: ou seja, isso inclui tanto as suas contas mensais (água, energia, gás, aluguel, mensalidade, transporte, celular etc), quanto dívidas – como empréstimos e pagamentos parcelados.

Os demais 40%, segundo Jenkins, devem ser divididos igualmente em quatro partes:

  • Guardar para a aposentadoria;
  • Guardar para a reserva de emergência;
  • Guardar para planos de curto prazo (como uma viagem ou uma compra um pouco maior);
  • Gastar com supérfluos.

3. Abordagem de um único número: como funciona?

Quanto dinheiro você pode gastar em gastos flexíveis a cada semana? Este é o único valor que você precisa ter em mente nesse método conhecido como “one-number approach”.

Essa abordagem é recomendada por Rachel Sanborn, diretora de serviços de consultoria da plataforma financeira americana Ellevest. Segundo ela, as suas despesas fixas (contas e dívidas) existem e devem ser seguidas: o que pode variar são os tais gastos flexíveis.

Os gastos fixos são aqueles que você tem que pagar todo mês e que permanecem mais ou menos iguais. Podem ser tanto coisas estritamente necessárias (contas básicas, aluguel, transporte, dívidas…), como itens considerados não-essenciais, mas que são despesas constantes – assinaturas de streaming ou TV a cabo, por exemplo.

Já os gastos flexíveis os que mudam de mês para mês: mercado, combustível, restaurantes, compras – sejam eles considerados essenciais ou não, essas são as despesas que você precisa pensar em quanto gastar. São elas que vão entrar no “único número”.

Além disso, esse método também recomenda que você olhe para o total da sua renda e decida uma quantidade para guardar (se for possível) – nem que seja 1% do que você ganha, pegar o hábito de separar um dinheiro antes de olhar para as contas ajuda a ir economizando cada vez mais.

Como chegar no número?

Com tudo isso mapeado, o cálculo em si é simples:

  • Anote a renda total que você deve receber no mês (se houver descontos, como em salários CLT, considere o valor que efetivamente entra na sua conta);
  • Subtraia todos os seus custos fixos e o valor mensal que você decidiu guardar;
  • Divida o resultado por 4,3 (esse é o número médio de semanas em um mês);
  • Pronto: você chegou no seu “um número” semanal.

Por que semanal? Porque lidar com dinheiro em quantidades menores e por períodos mais curtos de tempo pode ajudar no controle financeiro, segundo o economista comportamental Dan Ariely. No controle semanal, dá para perceber mais rápido se você está gastando além do que se propôs, por exemplo.

Qual é o melhor tipo de orçamento?

Não tem resposta certa. Sejam esses três ou as outras dezenas de tipos de orçamento que existem por aí, o tipo certo é aquele que funciona para você. Vale a pena testar e ver qual combina mais com a sua organização – o importante é começar de algum lugar.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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