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Combustíveis sobem pela 6ª vez consecutiva em 2021; entenda

A gasolina ficou 8,8% mais cara, já o Diesel subiu 5,5% nas refinarias. A diferença já pode ser sentida nas bombas desde 9 de março.

Um novo aumento nos preços dos combustíveis foi anunciado pela Petrobrás na segunda-feira, 8 de março. Este é o sexto reajuste de 2021. Com ele, a gasolina ficou 8,8% mais cara nas refinarias, enquanto o diesel subiu 5,5%.

Nas refinarias, o preço médio da gasolina, agora, é de R$ 2,84, o que representa um aumento de 23 centavos por litro. Já o diesel passa a custar R$ 2,86, um aumento de 15 centavos por litro.

Esses reajustes frequentes têm acontecido porque os preços da Petrobrás são influenciados pelo mercado internacional. Não só o petróleo está sofrendo uma alta no mercado mundial, como o dólar está extremamente valorizado em relação à moeda brasileira – segundo um levantamento feito pela Austin Rating, o real foi a quarta moeda que mais se desvalorizou em 2021, perdendo apenas para as moedas do Sudão, da Líbia e da Venezuela.

E o preço nas bombas?

É importante lembrar que o preço nas refinarias é diferente dos valores pagos pelos consumidores, já que são aplicados impostos. “Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis”, destaca um trecho da nota enviada pela Petrobrás à imprensa.

Ou seja: o aumento do dia 8 de março não é replicado exatamente no preço final que os motoristas pagam. Ele varia de acordo com vários fatores.

Como o preço do combustível é calculado?

Segundo a Petrobras, hoje o preço da refinaria (cujas cotações são determinadas pela empresa) representa menos da metade do preço cobrado nos postos de combustível – todo o restante que compõe o preço são “impostos estaduais e federais, custos adicionais com o biodiesel e margem da distribuição do diesel e dos postos”. 

Ou seja: o preço pago pelos brasileiros no diesel, gasolina e gás de cozinha é mais alto pois sofre a incidência de impostos, custos da distribuição, lucro e outros componentes no preço.

Considerando que o preço final dos combustíveis leva em consideração também a inflação, a oferta e demanda do petróleo, a cotação do dólar e outros movimentos da economia, qualquer mudança terá impacto no seu valor — e por consequência, também impactam o consumidor final.

Entenda melhor o que está acontecendo com o preço dos combustíveis e como isso afeta a sua vida aqui.

Como minimizar o impacto do aumento no dia a dia?

Os combustíveis são itens de necessidade básica da maioria dos brasileiros –  e quem consome esses produtos vai pagar ainda mais caro.

Vale a pena colocar na ponta do lápis como esse aumento pode afetar as contas para não ser pego de surpresa ou até mesmo para tentar compensar em outras esferas de consumo. 

Além disso, na hora de abastecer, faça pesquisa de preços entre os postos de combustíveis –  a variação de preço pode te surpreender –  e calcule qual combustível tem valido mais a pena financeiramente. Caso o seu carro aceite mais de uma opção no tanque, compare a diferença entre: gasolina, álcool ou gás.

Essas ações não vão te isentar dos aumentos, mas pelo menos podem fazer com que o impacto deles seja menor no seu orçamento familiar.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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