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Black Friday: 4 golpes e ciladas para não cair

Passagem para Paris a R$2, três notebooks pelo preço de um, tudo pela metade do dobro. Nem sempre as ciladas da Black Friday são tão óbvias assim. Damos dicas para você manter o olho aberto.

A cada ano que passa, as vendas da Black Friday no Brasil aumentam – em 2018, foram 4,7% maiores do que em 2017. Mas também cresce o número de reclamações feitas por clientes durante a data, referentes a diferentes problemas e até golpes que as pessoas enfrentam ao comprar.

Segundo o ReclameAqui, também em 2018 foram recebidas mais de 5,6 mil reclamações no dia da Black Friday. Propaganda enganosa e maquiagem de preços foram os principais motivos das reclamações.

Ninguém quer passar por esses problemas. Pensando nisso, separamos aqui as quatro principais ciladas da Black Friday que você deve ficar atento para não cair.

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1. Promoções falsas – a famosa maquiagem

“De R$ 699 por R$ 399” – essa á uma oferta que você pode encontrar na Black Friday. Mas o preço do produto ou serviço em questão realmente era R$ 699? Embora isso não seja padrão, algumas empresas podem “maquiar” o preço original para fazer as ofertas parecerem mais atraentes.

Uma boa maneira de garantir que você não vai cair nessa na Black Friday é acompanhar, antes da data exata da Black Friday, o histórico de preços dos produtos que você pretende comprar. Com isso, é possível ver se o preço subiu antes, qual era ele nos meses anteriores e se os descontos fazem ou não sentido.

Sites como o Zoom e Buscapé permitem ver o histórico de preços de produtos.

2. Preço que muda ao confirmar a compra e frete

Ficar de olho no preço que aparece em seu carrinho de compras é essencial: não é raro que algumas lojas mostrem inicialmente o preço de produtos com desconto mas, no momento de confirmação da compra, cobrarem o valor inteiro do produto. Essa é uma infração dos Direitos de Consumidor e, se perceber algum caso deste tipo, é recomendado que se abra uma reclamação no Procon de seu estado.

Além disso, é importante também observar o preço cobrado pelo frete e o prazo de entrega de suas compras. Pode acontecer de o valor do frete ser muito mais caro que o normal e o prazo para entrega ser muito longo – essa também foi uma queixa de consumidores na Black Friday de 2018. Isso vale principalmente se você pretende aproveitar a data para fazer compras de Natal.

3. Venda casada

Venda casada é como se chama a prática de condicionar a venda de um produto a outro. Um exemplo: só é possível comprar um smartphone se, junto dele, o consumidor adquirir também o seguro para o celular.

Essa é uma prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, portanto, não caia nela.

4. Produto bom demais pra ser verdade

O Procon disponibiliza – e está sempre atualizando – uma lista de sites não recomendados que devem ser evitados pelos consumidores. Seja por terem recebido reclamações, pelas empresas por trás deles não terem sido encontradas ou por terem ignorado as notificações do órgão, eles já trouxeram dores de cabeça a outros consumidores e, por isso, entraram na “lista negra” do Procon.

No site www.consumidor.gov.br, do Ministério da Justiça, também é possível verificar quais são as reclamações já feitas sobre lojas e sites. Antes de realizar sua compra, vale ver quais foram os problemas que outros consumidores enfrentaram.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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