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Filhos, carreira e pandemia: mães do Nubank contam suas histórias

Cinco Nubankers compartilham os desafios do momento atual e contam como ser mãe as tornou profissionais melhores.

A maternidade nunca foi tarefa fácil. Mas ser mãe durante uma pandemia pode ser ainda mais desafiador – tendo que lidar com filhos, carreira e vida pessoal dentro de casa. Abaixo, 4 mães que trabalham no Nubank dividem sua rotina e desafios atuais.

Anny, assistente executiva, mãe do Heitor, de 2 anos

“O principal desafio da maternidade é conseguir cumprir o meu planejamento e administrar o meu tempo com as minhas atividades profissionais. Sempre iniciei meu dia com as tarefas mais difíceis e depois passava para as mais fáceis. Quando o Heitor nasceu, tudo se misturou. Às vezes eu estou fazendo algo e ele chora, quer brincar, comer. Então, quando eu volto para a atividade o foco já não é o mesmo. Por isso, ajo de forma diferente hoje: tudo o que me exige mais concentração fica para quando ele está dormindo ou para o final do dia, quando a energia dele está quase se esgotando.

Desde que o home office começou, eu fui super sincera com meus superiores. Deixei claro que podem contar comigo e que eu vou executar todas as minhas tarefas, mas que em alguns momentos eu não vou conseguir responder imediatamente – já que o Heitor quer atenção e está o tempo todo por perto. E eles foram super compreensivos.

Ser mãe me tornou uma profissional mais controlada emocionalmente. Passei a ter mais empatia e me colocar no lugar do outro. Sempre penso como eu gostaria que agissem com meu filho. A maternidade me dá a força e a motivação necessárias para não desistir. Quero deixar um legado para as futuras gerações.”

Thamyris, especialista na área de atendimento ao cliente, mãe do Gabriel, de 7 meses

“Com a chegada do Gabriel, passei a entender que não existe uma mãe perfeita: existe uma mulher disposta a dedicar seu tempo para aprender sobre a maternidade, conhecer o seu filho e suas necessidades e dar o melhor que puder. Eu me sinto mais forte e, cuidando de outra pessoa, compreendo que eu preciso de cuidados também.

Estava me preparando para voltar ao trabalho depois da licença maternidade e, por causa da pandemia, me deparei com um retorno completamente diferente do que eu tinha planejado. Não é fácil cuidar de um bebê de 7 meses, em fase de amamentação e, ao mesmo tempo, encaixar minhas reuniões, projetos e todas as entregas que precisam ser feitas. Mas meu time tem sido incrível, então eu consigo adaptar meus horários diversas vezes. Em meio a esse caos que estamos vivendo, faz diferença trabalhar em uma empresa tão acolhedora.

Desde que meu filho nasceu eu estou tendo a oportunidade de enxergar as situações de outro ângulo e isso interfere diretamente na minha vida profissional. Sou mais confiante e passei a perseguir e insistir nos meus objetivos.”

Angelica, assistente executiva, mãe do João Francisco, 7 anos, e do Henrique, de 4 anos

“Fui mãe do meu primeiro filho aos 33 anos. Com o João Francisco eu aprendi a amar e a me doar de uma forma que nunca imaginei. Três anos depois engravidei do Henrique que, aos 21 dias de vida, foi diagnosticado com Síndrome de Down. Com ele aprendi a dar tempo ao tempo, a ter mais paciência, a curtir cada momento e a entender que as conquistas tem um sabor diferente e são ainda mais saborosas.

Uma vez ouvi em algum lugar a seguinte declaração, não sei bem onde: ‘Dar à luz uma criança com Síndrome de Down é como planejar uma viagem para a praia e terminar em uma montanha. Você não estava esperando, não estava preparado e as coisas vão ser um pouco diferentes, mas o fato de não ter ido para a praia não pode impedir você de ver e se alegrar com toda beleza e experiências diferentes que vai vivenciar na montanha. Acredite, a vista aqui de cima é maravilhosa!’- é exatamente assim que eu me sinto.

Atualmente, além de mãe e funcionária do Nubank, sou também dona de casa, professora das crianças e uma espécie de fonoaudióloga, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta do Henrique, pois os estímulos precoces dele não podem ser interrompidos. Uns dias são mais desafiadores que outros, mas ter eles comigo é recompensador.

Ser mãe me fez ter uma visão diferente do mundo. Me tornei mais racional, emotiva e, com certeza, despertou um lado de me preocupar e querer cuidar mais das pessoas. No trabalho, busco colocar esses aprendizados em prática. Sou uma profissional mais resiliente, empática e entendo que devo viver um dia de cada vez.”

Damaris, equipe de atendimento ao cliente, mãe da Rebecca, de 4 anos

“Durante a maternidade passei por alguns desafios, como amamentar, trocar a primeira fralda, decidir como iria iniciar a introdução alimentar, a aceitação do meu corpo pós parto. Mas acredito que nenhum desses se compara ao desafio diário que é educar minha filha. Apesar de tudo, ter a oportunidade de ver crescendo, aos poucos, uma vida dentro e depois fora da minha barriga, é uma experiência surreal.

Tive a chance de passar os primeiros dois anos de vida da Rebecca em casa, cuidando dela. Então a vi engatinhar e depois andar, ouvi fazer o primeiro barulho com a boca até sair a primeira palavra. Com ela eu dou valor às pequenas coisas, como parar e olhar o céu.

Estamos vivendo um período complicado, então tento não me cobrar tanto. Quando não consigo fazer o almoço, peço hambúrguer e batata frita e comemos juntas. Não sair de casa também tem deixado minha filha um pouco mais irritada e cansada. Sou mãe solo e, fazendo home office, não consigo dar atenção o tempo todo. Por isso dou opções de jogos, filmes, desenhos e a deixo correr no quintal, para que as brincadeiras possam distrair um pouco.

Ser mãe me ajudou a desenvolver um lado criativo e me ensinou a lidar com situações mais complicadas. Hoje me sinto mais segura e madura, com menos receio de arriscar. Eu não gosto muito de romantizar a maternidade, pois acho que não passa uma imagem completamente real. Mas desde que tive a Rebecca, passei a ter mais forças para enfrentar a vida. Olhar nos olhos dela me dá esperanças e com isso acredito que consigo ser mais paciente e tolerante em alguns momentos.”

Melissa, gerente de tecnologia, mãe da Fernanda, de 11 meses

“Acredito que o principal desafio da maternidade é quase não ter tempo para mais nada. Antes eu  fazia tudo com calma e às vezes ficava até ociosa. Quando a Fernanda nasceu, precisei reorganizar tudo o que eu faço. Também foi ao me tornar mãe que eu comecei a me aceitar como eu sou. Eu sou a Melissa, com qualidades mas também com os meus defeitos e está tudo bem ter defeitos. Ter alguém que me ama incondicionalmente me fez aceitar melhor que não consigo ser perfeita em tudo e mesmo assim ela não vai deixar de me amar .

Há quase dois meses em casa por conta da pandemia, a busca por eficiência e praticidade está maior (até comprei uma panela de fazer pão haha), pois preciso me dedicar à minha filha e às minhas entregas no trabalho. As recompensas são proporcionais a esses esforços: eu já vi a minha filha ficar em pé sozinha e andar segurando apenas uma mão.

Depois que virei mãe passei a evitar reuniões que não fossem tão objetivas e a compreender que todas as pessoas têm seu tempo para assimilar assuntos e encontrar soluções. Uma criança não aprende andar do dia para noite. Da mesma maneira, não posso esperar que um engenheiro com pouco tempo de experiência passe a ter as mesmas habilidades técnicas, psicológicas e comportamentais que um sênior teria. E tudo bem precisar de tempo para se desenvolver. O importante é não criar uma pressão para acelerar este processo de desenvolvimento, nem da criança e nem do profissional.”

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