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Início Dinheiro no mundo Open Banking Compartilhamento de dado...

Compartilhamento de dados do Open Banking começa hoje: o que isso significa?

Esse é o início da segunda fase do Open Banking, também chamado de Open Finance, em que os clientes podem autorizar o compartilhamento de dados pessoais e financeiros entre instituições financeiras. Veja detalhes.



A partir de hoje, 13 de agosto de 2021, começa a segunda fase do Open Banking – ou Open Finance – no Brasil. Nesta etapa, clientes que quiserem poderão compartilhar seus dados pessoais (como CPF/CNPJ, endereço e renda) entre uma instituição financeira e outra. 

Essa fase irá funcionar de forma gradual e, ao longo das próximas semanas, os usuários vão poder escolher quais informações, por quanto tempo e entre quais instituições compartilhar, segundo o Banco Central.

Lembrando que, nessa segunda fase, os bancos tradicionais são obrigados a participar. Já para outras instituições, ingressar nesse momento é opcional.

O que é Open Banking?

De forma resumida: o Open Banking é um sistema que permite que você, cliente de uma instituição financeira (um banco, uma fintech, uma corretora etc) tenha liberdade para levar seu histórico financeiro para onde quiser.

Hoje, se você quiser trocar de banco, por exemplo, vai ter que construir um relacionamento e um histórico do zero, porque não pode levar a maior parte das suas informações – como as contas que pagou em dia, os salários depositados, as prestações…

Todas essas informações ajudam as instituições a te conhecerem melhor e oferecerem produtos (e condições) mais adequadas ao seu perfil.

O que significa o compartilhamento de dados que começa hoje?

Compartilhar os dados quer dizer que clientes podem escolher levar as suas informações pessoais e financeiras de uma instituição para outra. Esse processo envolve a autorização do cliente, autenticação por meio de senha e confirmação. Tudo acontece de forma digital, pelo aplicativo ou internet banking da instituição financeira.

Ou seja: quem toma a decisão de compartilhar ou não seus dados são as próprias pessoas. As instituições financeiras não poderão fazer isso a não ser que sejam solicitadas por um cliente.

Como funciona a autorização de compartilhamento?

Clientes podem escolher compartilhar seus dados dentro do  aplicativo ou internet banking da instituição do seu interesse. A partir daí, essa mesma instituição deve entrar em contato com o banco em que o cliente tem conta (e onde estão suas informações) para verificar se tem autorização para passar os dados.

Clientes devem solicitar o compartilhamento à instituição que vai receber os dados. A partir daí, ela mesma deve entrar em contato com a instituição onde o cliente tem conta (e onde estão suas informações) para verificar se tem autorização para passar tais dados.

Por exemplo: você tem conta no Banco A e quer fazer um empréstimo. Só que a opção oferecida tem juros bem altos. Então, você resolve pesquisar e descobre que o Banco B pode ter condições melhores para o seu perfil. Mas você não tem uma conta no Banco B, então eles ainda não te conhecem.

A segunda fase permite que você comece a levar esse histórico, demonstrando sua responsabilidade, permitindo, assim, que o Banco B realize uma proposta de crédito para que você possa comparar os juros sem precisar preencher um monte de papelada. Assim, você pede ao Banco B que puxe seu histórico do Banco A.

Por meio do aplicativo, o Banco A pede sua autorização para compartilhar os dados.

Quais informações aparecem na hora da autorização?

Pelo aplicativo da instituição ou pelo internet banking, devem ser especificadas as seguintes informações:

  • Identificação da instituição que vai receber os dados;
  • Período de validade do consentimento – ou seja, da autorização de compartilhamento (que pode ser de até 1 ano);
  • Dados que serão compartilhados (dados pessoais e cadastrais, como nome, CPF, endereço; e dados de relacionamento com a instituição, como renda, tempo de relacionamento, etc).

Vale dizer que as pessoas podem cancelar a autorização de compartilhamento a qualquer momento. 

Se você fez o pré-cadastro para poder compartilhar seus dados, é importante ficar atento, pois nesta etapa você irá passar novamente pelo processo para conferir quais informações serão compartilhadas e autorizar esse compartilhamento com a instituição. 

Cuidados para evitar fraudes com o Open Banking

Sempre que um assunto se populariza, fraudadores tentam se aproveitar para aplicar golpes – normalmente, se passando pela instituição para que você passe seus dados. Por isso, é importante ficar atento e tomar alguns cuidados para evitar fraudes nessa segunda fase.

  • Tudo é feito direto pelo aplicativo ou internet banking da instituição financeira. Se desconfiar de algum e-mail com relação ao compartilhamento dos seus dados, não clique. Entre em contato com a sua instituição financeira por meio de canais oficiais de atendimento;
  • Lembre-se que você precisa autorizar o compartilhamento das informações. E o período de duração é de até 12 meses – após o prazo estipulado pelo cliente, o compartilhamento de dados para aquela finalidade específica é finalizado e, se quiser, será necessário autorizar novamente;
  • Empresas nunca pedem que os usuários forneçam suas senhas via e-mail. Ou seja, bancos, instituições financeiras e operadoras de cartão não vão pedir esse dado, nem o número completo do seu cartão; 
  • Se você solicitou uma mudança de senha ou algum tipo de alteração de cadastro, é comum que enviem um e-mail de confirmação com um link. Desconfie caso receba um e-mail desses sem ter realizado nenhuma ação na sua conta/plataforma; 
  • Não instale programas ou baixe arquivos em anexos sem saber a procedência.

Leia também: Phishing: o que é e como funciona esse tipo de golpe

O Open Banking é seguro?

Sim! As instituições participantes devem cumprir uma série de requisitos para garantir a autenticidade, a segurança e o sigilo das informações compartilhadas, segundo o Banco Central.

Open Banking não significa que os dados de todo mundo são públicos, mas sim que as pessoas têm controle para levá-los para quais instituições quiserem. Isso se dá por meio de APIs, uma tecnologia que permite que essa “conversa” aconteça de forma mais simples e barata.

Qual é o cronograma completo para o Open Banking no Brasil?

No Brasil, o cronograma de 2021 está dividido em quatro fases, de acordo com o Banco Central.

Fase 1: A primeira fase teve início no dia 1º de fevereiro. Nela, foram abertos os dados das instituições participantes, seus canais de atendimento e os produtos e serviços que oferecem – como contas de depósito à vista, poupança, pagamento e operações de crédito. Essa 1ª fase não envolveu o compartilhamento de dados de clientes. 

Fase 2:  Na segunda fase, que começa hoje, 13 de agosto, clientes podem compartilhar com as instituições seus dados pessoais de cadastro, como nome completo, CPF/CNPJ, telefone, endereço e dados de transações relativas aos produtos e serviços de suas contas. É importante dizer que tudo isso só acontece se a pessoa autorizar. Vale ressaltar que isso irá ocorrer de forma gradual.

Fase 3: Na terceira fase, com início previsto para 29 de outubro, vai ser possível fazer pagamentos e transferências via Open Banking a partir do site de uma loja ou de outro banco, por exemplo, utilizando diretamente o saldo da sua conta. 

Fase 4: Na quarta fase, que deverá ter início em 15 de dezembro, será possível iniciar o compartilhamento de outros dados de produtos e serviços, como informações relacionadas a operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência.

Ainda há um cronograma previsto para 2022, quando deve acontecer a liberação gradual de outras funcionalidades. Veja as datas:

  • 15 de fevereiro: Compartilhamento de serviços e transferências entre contas do mesmo banco e TED;
  • 30 de março: Compartilhamento do envio de propostas de operações de crédito a clientes que aderirem ao open banking;
  • 31 de maio: Compartilhamento de dados de clientes sobre demais operações financeiras, como câmbio, investimentos, previdência e seguros;
  • 30 de junho: Compartilhamento de serviços de pagamento por boleto;
  • 30 de setembro: Compartilhamento de serviços de débito em conta.

O Open Banking considera todo o histórico financeiro do cliente?

7 dúvidas respondidas sobre Open Banking

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