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Startup e o “startupês”: um glossário dos termos mais usados

Elevator pitch, bootstrapping, investidor-anjo… Tem todo um idioma próprio para aprender.

Quem são os stakeholders desse projeto? O pitch já tá pronto? Qual é o deadline do MVP? Se você trabalha em uma startup, já deve ter ouvido esses termos. Mas o idioma do startupês é beeem mais extenso.

A seguir, veja um dicionário com algumas das palavras mais frequentes.

Agile

Metodologias ágeis, ou agile, são uma forma alternativa à gestão de projetos tradicional. De forma simplificada, elas seguem princípios como priorizar os indivíduos e interações mais do que os processos e ferramentas, focar em entregas mais do que em documentação, colaborar com o cliente e responder a mudanças de forma rápida.

As metodologias ágeis nasceram pensadas para o desenvolvimento de software, mas podem ser adaptadas de diversas formas para outros tipos de projeto e costumam aparecer com frequência na organização das startups.

Veja mais: Como o Nubank usa a metodologia ágil para ser mais eficiente

Aporte de capital

Um aporte de capital é, essencialmente, um investimento ou contribuição financeira na startup, normalmente para ajudá-la a crescer. Os aportes costumam ser realizados por fundos de venture capital (embora existam outros tipos de investidores) e podem fazer parte de rodadas de investimento (pule para este termo no menu para saber mais).

Benchmark

Quer se comparar com o resto do mercado? Faça um benchmark. Este processo consiste em identificar casos em outras empresas que podem servir de exemplo ou de lição. 

Por exemplo: sua startup quer saber qual deveria ser o tempo máximo de atendimento entre o cliente e o suporte técnico. Para isso, faz um benchmark com empresas conhecidas no mercado por terem boas avaliações de atendimento. As métricas e processos das outras empresas ajudam a  aperfeiçoar o negócio.

Também dá para usar o termo quando se faz uma pesquisa extensa sobre um concorrente ou referência em outro setor, sem necessariamente ter conversado com a empresa – “nosso benchmark de satisfação do cliente é a empresa X”. 

Bootstrapping

É como se chama o modelo de autofinanciamento de uma startup – ou seja, quando ela é financiada por recursos do próprio empreendedor ou por receita da própria empresa, sem capital externo.

O termo vem do inglês e se refere a uma alça atrás das botas que ajuda a colocá-las. No século 19, a expressão “to pull oneself up by one’s bootstraps” (puxar a si mesmo pelas próprias alças dos sapatos, em tradução livre) significava fazer algo por conta própria, sem ajuda externa.

Break even

Também conhecido como break even point, é o ponto em que os custos totais e a receita total de um negócio chegam ao seu ponto de equilíbrio – ou seja, o momento em que a startup oficialmente se “paga” exclusivamente através do que produz.

Muitas vezes, as startups passam anos até chegar no ponto de break even – às vezes, inclusive, por estratégia de negócio, para que possam crescer, investir internamente e se estabelecer no mercado de maneira madura até começar a gerar lucro.

C-level

São as pessoas que atuam como líderes nas diversas verticais do negócio – ou chiefs, de onde vem o C. Os executivos C-level participam ativamente da estratégia da empresa e são responsáveis por tomar decisões de alto impacto.

Entre os C-level mais comuns estão:

  • CEO: Chief Executive Officer, o mais sênior do negócio e para quem, muitas vezes, os outros C-level respondem. Costuma ser o  principal rosto da empresa para o mercado;
  • CFO: Chief Financial Officer, o executivo mais alto dentro da vertical de finanças;
  • COO: Chief Operating Officer, responsável por toda a estrutura de operações da empresa;
  • CMO: Chief Marketing Officer, que cuida das operações de marketing e marca;
  • CTO: Chief Technology Officer, no comando das equipes de tecnologia e inovação.

Vale notar que, dependendo da empresa, vários outros C-level podem aparecer, conforme o tipo de negócio e necessidade de cada um.

Elevator pitch

Imagine encontrar o investidor perfeito para a sua startup em um elevador – como você venderia sua ideia? Como usaria os 30 segundos que vocês têm juntos para convencê-lo a investir no seu negócio?

Essa é a lógica do elevator pitch: uma apresentação rápida e concisa, de menos de um minuto, na qual o empreendedor deve convencer quem está assistindo de sua ideia.

Para entender mais, role o menu e clique em pitch.

Fintech

Junção das palavras em inglês “financial” e “technology”, as fintechs são startups ou empresas que desenvolvem produtos financeiros totalmente digitais e focados em inovação.

Veja mais: Tudo sobre fintech e por que esse termo está tão popular

Growth hacking

Conceito do marketing relacionado a crescimento acelerado. Em linhas gerais, envolve otimizar resultados para  adquirir o máximo de usuários/clientes gastando o mínimo possível.

Investidor-anjo

Um indivíduo que investe capital próprio em startups, geralmente nos estágios iniciais do negócio e antes da primeira rodada de investimento (veja mais rolando o menu até rodada de investimento). Costuma ser um investidor experiente, que ajudará a startup não só com o dinheiro, mas com mentoria e networking inicial que vai sedimentar aportes futuros.

IPO

Sigla para Initial Public Offer, é a oferta pública inicial de uma empresa na bolsa de valores. Também chamada de abertura de capital, é o momento em que a companhia começa, pela primeira vez, a vender ações para o público.

Veja mais: O que são ações e quais os principais tipos?

KPI

Do inglês key performance indicator, é um termo para designar as métricas de performance de um projeto ou processo dentro da startup. Por exemplo: para uma equipe de vendas, um dos KPIs pode ser quanto do produto foi vendido ao final do mês; para um time de Ouvidoria, quantos casos são solucionados por semana; para um site, quantos acessos são feitos por dia.

Lean startup

Assim como Agile (veja no início do menu), Lean é uma metodologia de desenvolvimento de negócios e produtos focada na rapidez e simplicidade – lean pode ser traduzido como “enxuto”.

Os processos desse método giram em torno de testes reais no mercado para validar hipóteses e ir aperfeiçoando os produtos aos poucos. Por exemplo: criar uma versão inicial do produto e já colocar na mão de potenciais clientes, para ter feedback. 

MVP

Sigla para Minimum Viable Product (produto mínimo viável), é um conceito ligado às metodologias ágeis e de lean startup. É uma espécie de protótipo do produto, a primeira versão de algo que se quer lançar para o mercado.

Um MVP tem as características consideradas minimamente necessárias para que seja usado pelo público. Sua finalidade é descobrir como aquele produto vai se comportar, qual é a recepção do mercado e quais as primeiras funcionalidades que devem ser aprimoradas.

Pitch

Como vender uma ideia? Com um bom pitch. Uma apresentação concisa, que resuma a proposta e, ao mesmo tempo, encante os espectadores, é a definição de um pitch. Pode ser aplicado em várias situações, como um empreendedor tentando adquirir investidores, ou um publicitário vendendo sua campanha para um cliente.

Rodada de investimentos

Startups precisam de dinheiro para crescer. No início, esse dinheiro pode ser adquirido através de investimentos com o próprio capital dos sócios ou de outras pessoas físicas (veja bootstrapping e investidor-anjo no menu), mas, na maioria dos casos, a melhor forma de levantar fundos é através de rodadas de investimento.

As rodadas, também conhecidas como séries, podem ser compostas por um ou mais fundos que fazem um aporte na empresa. Uma mesma startup pode passar por várias rodadas, dependendo do caminho que escolhe para se desenvolver.

Veja mais: O que são rodadas de investimento?

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ROI

Sigla para return over investment (retorno sobre investimento, em português). Em linhas gerais, é o dinheiro que um investidor ganha de volta como porcentagem da aplicação feita.

Por exemplo: um fundo de venture capital colocou US$ 10 milhões em uma startup, com uma quota de 20%, e a startup é vendida por US$ 100 milhões. O retorno para o fundo será de US$ 20 milhões (20% de US$100 mi), logo, o ROI (retorno sobre investimento), será de 100%: o fundo colocou US$ 10 milhões e dobrou seu investimento. 

O conceito de ROI também é usado com frequência como um indicador em diferentes áreas da empresa. No marketing, uma campanha paga, por exemplo, pode gastar recursos para adquirir novos clientes – o ROI vai indicar se esse custo vale a pena baseado em quanta renda será gerada por esses consumidores.

Stakeholder

De maneira simplificada, os stakeholders são as partes interessadas em um projeto ou negócio. Para cada ação que uma empresa realiza, existe um grupo de pessoas que serão afetadas direta ou indiretamente – eles são os stakeholders.

Por exemplo: uma escola resolve mudar o horário de almoço de seus alunos para uma hora mais tarde. Entre os stakeholders estão, é claro, as crianças, mas também os professores, a equipe de limpeza e os pais, todos os quais terão uma mudança na rotina.

Unicórnio

Unicórnios são startups avaliadas em, pelo menos, US$ 1 bilhão. Cunhada pela investidora de capital Aileen Lee, a expressão brinca com a ideia de que uma startup tão valiosa assim seria tão rara e mágica quanto um… Unicórnio.

Hoje, existem quase 450 empresas ao redor do mundo consideradas unicórnios. O Nubank é uma delas.

Veja mais: O que são startups unicórnio?

Valuation

Quanto vale uma empresa? É essa pergunta que o valuation tenta responder. E a resposta vai variar dependendo de quem faz a avaliação e qual é a metodologia adotada. As valuations são feitas com base em uma série de fatores, como a receita da empresa, número de clientes, potencial de crescimento, plano de negócio etc.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.