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Por que o Banco Central lançou uma nota de R$200?

A nova cédula foi anunciada no dia 29 de julho e terá o lobo-guará ilustrado. Mas… qual é o motivo mesmo?

No dia 29 de julho de 2020, o Banco Central anunciou a criação de uma nova cédula: a nota de R$200. Aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), ela foi oficialmente lançada no dia 2 de setembro.

A tiragem será de 450 milhões de unidades de cédulas – o equivalente a R$90 bilhões.

O animal escolhido para ilustrar a nova cédula foi o lobo-guará. Em 2001, o BC havia circulado uma pesquisa para que a população escolhesse quais animais em extinção da fauna brasileira desejavam ver representados no dinheiro. Os mais votados foram a tartaruga-marinha (presente na nota de R$2), o mico-leão-dourado (escolhido para a nota de R$20) e, em terceiro lugar, o lobo-guará.

Como reconhecer a nota de R$200?

A nota de R$200 tem as mesmas dimensões da de R$20. Imagem: Banco Central

A nota de R$200 tem as mesmas dimensões da de R$20 e foi impressa nos tons de cinza e sépia. Segundo o Banco Central, ela possui os seguintes elementos de segurança:

  • Marca-d’água: ao colocar a nota de R$200 contra a luz, alguns elementos aparecerão, como o valor em numeral e o lobo-guará;
  • Quebra-cabeça: também contra a luz, é possível enxergar que as partes do desenho do verso completam as da frente, formando o número do valor da nota;
  • Alto-relevo: pelo tato, dá para sentir alguns elementos em alto-relevo na nota, como a legenda “REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”, o número 200 e o lobo guará;
  • Número que muda de cor: ao movimentar a cédula, é possível enxergar um efeito no número 200 – uma barra brilhante que faz o número mudar de cor, do azul ao verde;
  • Número escondido: finalmente, basta posicionar a nota à altura dos olhos, em um lugar bem iluminado, para descobrir um número 200 logo acima da legenda “DUZENTOS REAIS”.

A prática recomendada pelo Banco Central é de sempre checar pelo menos três elementos antes de aceitar uma cédula.

Veja mais sobre como reconhecer notas falsas

A pandemia e um tal de “entesouramento”

Em uma coletiva de imprensa, a Diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, explicou o contexto para a decisão de criar a nota de R$200. Segundo ela, o Brasil e o mundo observaram um entesouramento desde que a pandemia começou – pessoas guardando mais dinheiro físico.

“Em momentos de incerteza, as pessoas tendem a fazer saques e acumular reserva”, afirmou a diretora. “As casas impressoras de dinheiro foram desafiadas a produzir um maior volume em uma menor quantidade de tempo. É desafiador, porque há limitações fabris, de insumo e de produção das máquinas.”

Em outras palavras: tem mais gente querendo guardar papel moeda.

Os números ilustram: em 2019, o pico máximo de dinheiro vivo circulando foi de R$281 bilhões, em dezembro – época aquecida da economia, movida pelas compras de fim de ano. Em 2020, a projeção do Banco Central era de R$301 bilhões, também em dezembro. Mas a pandemia quebrou esse cenário: um pico de R$342 bilhões já aconteceu neste ano.

Dinheiro vivo em circulação: a linha pontilhada indica o pico projetado pelo BC antes da pandemia. A linha amarela reflete a realidade atual. Fonte: Banco Central

As hipóteses do Banco Central para este comportamento levantam não só a formação de reservas por parte da população, como também o pagamento dos auxílios financeiros (como o auxílio emergencial) e a diminuição do volume de compras no comércio.

Ou seja: o dinheiro foi mais demandado, mas menos gasto – e, portanto, não circulou com a velocidade esperada para rodar a economia.

Motivos da criação da nota de R$200

Segundo Barros, o plano de criar uma nota de R$200 já existia. Ela afirmou que, hoje, a quantidade de papel-moeda em circulação está adequada para as necessidades da população, mas não é possível saber por quanto tempo o tal entesouramento continuará.

Por isso, o BC decidiu agir preventivamente para um possível aumento de demanda.

Barros observou, ainda, que a nota de R$200 permitirá reduzir custos de logística e distribuição pelo país.

Em setembro, quando a nova cédula for lançada, o Banco Central apresentará os elementos de segurança contra falsificações.

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