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Como reconhecer uma nota falsa?

Holografia, alto-relevo e até números escondidos: veja as medidas que dificultam a falsificação e aprenda a identificar uma nota que não vale nada.

Quem já assistiu filmes de Hollywood sobre lavagem de dinheiro pode ficar com a impressão de que uma nota falsa é quase impossível de ser identificada, a não ser por especialistas em falsificação.

A verdade, segundo o Banco Central do Brasil, é outra: as cédulas têm vários elementos de segurança – e a maioria das pessoas, desde que os conheça, é capaz de reconhecer uma nota suspeita.

Todos os anos, o BC retém e tira de circulação centenas de milhares de cédulas falsificadas. Em 2019, foram quase 500 mil notas, que representavam cerca de R$ 32 milhões em “dinheiro” recolhido.

Ainda em 2020, a nota de R$ 200 será lançada e, segundo o Banco Central, virá com novos elementos de segurança.

O que checar para reconhecer uma nota falsa?

Dá para reconhecer uma nota falsa pelos desenhos, texturas e cores especiais colocados no papel-moeda. No Brasil, o Departamento do Meio Circulante (Mecir) do Banco Central é o responsável por estudar e desenvolver esses recursos anti-falsificação das cédulas e moedas.

Hoje, existem dois tipos  de cédula em circulação e a forma de identificar notas falsas é diferente em cada uma delas.

  • Segunda Família do Real: notas mais recentes, fabricadas a partir de 2010. A nota de R$200 faz parte deste grupo;
  • Primeira Família do Real: notas que ainda valem, mas estão sendo gradualmente substituídas.

Segunda Família do Real

Foto: Banco Central do Brasil

Estes são os elementos que devem ser verificados para checar se uma nota da Segunda Família é falsa:

1. Marca-d’água

Foto: Banco Central do Brasil

Basta colocar a nota contra a luz para ver, na área clara, a figura do animal e o número do valor da nota em tons que variam do claro ao escuro.

2. Alto-relevo

Foto: Banco Central do Brasil

Pelo tato, dá para sentir o relevo em algumas áreas da nota. Por exemplo:

  • Na frente, na legenda “REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”;
  • Nas laterais e nos números indicativos do valor (nas notas de R$10 e R$20, apenas no número inferior esquerdo);
  • No verso, na legenda “BANCO CENTRAL DO BRASIL”, no animal e no número indicativo do valor (apenas nas notas de R$20, R$50 e R$100).

3. Número escondido

Foto: Banco Central do Brasil

Ao colocar a cédula na altura dos olhos, na posição horizontal, é possível ver o valor da nota aparecer nas áreas indicadas na imagem. Importante: o lugar precisa estar bem iluminado para que o número escondido apareça.

4. Faixa holográfica (apenas nas notas de R$50 e R$100)

Foto: Banco Central do Brasil

Ao movimentar essas notas, dá para ver nessa faixa os seguintes efeitos:

  • O número do valor da nota e a palavra REAIS se alternam;
  • A figura do animal fica colorida;
  • Na folha (nota de R$50) e no coral (nota de R$100) aparecem diversas cores em movimento

5. Número que muda de cor (apenas nas notas de R$10 e R$20)

Foto: Banco Central do Brasil

Ao movimentar essas notas, o número assinalado muda do azul para o verde. Uma faixa brilhante parece rolar pelo número.

Primeira Família do Real

Foto: Banco Central do Brasil

As cédulas da Primeira Família têm design e algumas características de segurança diferentes. Veja como verificar se uma nota deste grupo é verdadeira:

1. Marca-d’água

Foto: Banco Central do Brasil

Ao segurar a nota contra a luz, uma das seguintes figuras deverá aparecer:

  • Nas notas de R$5 e R$10, a Bandeira Nacional;
  • Nas notas de R$2, a tartaruga e o número 2;
  • Nas notas de R$20, o mico-leão-dourado e o número 20;
  • Nas notas de R$50 e R$100, a efígie da República.

2. Imagem latente

Foto: Banco Central do Brasil

Quando a nota está deitada, com o canto esquerdo inferior apontando para a pessoa, as letras BC aparecerão. Nas notas de R$2 e R$20, a nota deve ficar deitada de frente.

3. Alto-relevo

Foto: Banco Central do Brasil

Algumas áreas das notas têm o relevo sensível ao tato:

  • A palavra “BANCO”;
  • Os números que marcam o valor da nota (no centro e no canto superior direito);
  • O detalhe na testa da efígie;
  • No verso, um detalhe do animal, um pouco à esquerda e acima do centro da nota’
  • Também no verso, um detalhe entre o numeral e o valor da nota escrito por extenso.

4. Registro coincidente

Foto: Banco Central do Brasil

No lado direito da nota, embaixo do valor do canto superior, está escondido o desenho das Armas Nacionais – as partes impressas no verso casam certinho com as da frente. Para enxergar o símbolo, é preciso segurar a cédula em direção à luz.

Identificou uma nota falsa? Saiba o que fazer

Existem algumas formas de proceder caso isso aconteça:

Se a nota veio de um terminal de auto-atendimento ou caixa eletrônico

Se você estiver dentro de uma agência bancária e durante o expediente, deve chamar o gerente para informar e o que aconteceu, apresentar a cédula e solicitar a substituição. Caso tenha sacado a nota fora da agência ou fora do expediente bancário, a orientação é buscar qualquer agência da instituição na primeira oportunidade.

O banco é obrigado a trocar o dinheiro suspeito imediatamente – isso faz parte do regulamento do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central.

Não é preciso nem levar o extrato da conta, já que os bancos têm os registros de saques efetuados, inclusive nos caixas eletrônicos.

Se a nota veio de outro tipo de transação

Caso você receba, sem perceber, uma nota falsa ou suspeita em algum outro tipo de situação (como troco em estabelecimentos comerciais, por exemplo), deverá procurar qualquer agência bancária e entregar a cédula. O banco vai anotar seus dados (nome, endereço, documento de identificação, CPF ou CNPJ) e enviar a nota para análise do Banco Central.

Se ficar comprovado que a cédula é legítima, você será ressarcido pelo banco. Caso fique comprovado que a cédula é falsa, não haverá reembolso. Dá para acompanhar a análise por meio desta página.

É importante lembrar: quem bota em circulação uma nota sabendo que ela falsa pode ser incriminado – mesmo que não tenha sido o autor da falsificação. Segundo o Banco Central, a punição pode ser de 6 meses a 2 anos de detenção.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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