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Pix ainda mais seguro: conheça as novas medidas de segurança

Entenda como funcionam o bloqueio cautelar de transações, o mecanismo especial de devolução e os limites diurno e noturno para transferências.



Você consegue imaginar um mundo sem Pix? Apesar do meio de pagamento instantâneo ter completado seu primeiro ano em novembro de 2021, ele já está tão presente na vida dos brasileiros que até parece que sempre esteve disponível.

E, para que o Pix continue fazendo parte do dia a dia das pessoas, o Banco Central está sempre buscando evoluir o sistema para torná-lo cada vez mais eficiente e seguro. Assim, você pode continuar usando o meio de pagamento instantâneo com tranquilidade – 24 horas por dia, todos os dias da semana, e quase sempre de forma completamente gratuita.

Abaixo, conheça os mecanismos de segurança do Pix que entraram em funcionamento nos últimos meses.

Bloqueio cautelar de transações do Pix

O bloqueio cautelar de transações do Pix é uma camada adicional de verificação para todas as transferências que bancos e instituições financeiras recebem pelo meio de pagamento instantâneo.

Com isso, quem foi vítima de um golpe usando o Pix tem mais chances de receber o dinheiro de volta antes dele entrar na conta do fraudador.

Funciona assim: todas as transações Pix recebidas por uma instituição passam por uma análise automática. Isso é feito em poucos segundos por um sistema treinado para essa função.

Se o sistema identificar que está tudo certo com a transação, o saldo é depositado na conta da pessoa recebedora. Isso acontece em segundos, assim como sempre foi com o Pix.

Por outro lado, se o sistema identifica algum fator de risco, o dinheiro fica bloqueado enquanto uma análise manual é realizada por times de segurança das instituições. Isso pode levar até 72 horas.

Caso a fraude seja confirmada, o dinheiro é devolvido automaticamente para a pessoa que fez o Pix. Caso ela não seja confirmada, o dinheiro é liberado e pode ser usado sem restrições por quem recebeu a transferência.

Saiba mais sobre o bloqueio cautelar de transações do Pix

Mecanismo especial de devolução do Pix

Desde que o Pix foi lançado, uma função permite que a pessoa que recebeu um Pix devolva o valor da transação – total ou parcial – ao pagador. Mas, até então, esta operação só podia ser realizada pela própria pessoa que recebeu o dinheiro.

Em caso de fraude ou falha operacional do sistema, as instituições envolvidas na operação precisavam trabalhar em paralelo para analisar os pedidos de devolução, o que acabava dificultando e aumentando o tempo do processo.

Com o mecanismo especial de devolução do Pix, entretanto, a própria instituição em que a pessoa que recebeu a transação deverá devolver o dinheiro em caso de fraude ou erro operacional. Isso poderá ser feito a partir de uma solicitação da instituição onde a pessoa que realizou a transação tem conta.

Por exemplo: uma pessoa cai em um golpe e transfere um valor por Pix para a conta do golpista na instituição A. Então, a instituição B, de onde partiu o dinheiro da vítima, tem até 90 dias para solicitar a devolução do valor. Já a instituição A tem até 7 dias para analisar e retornar o dinheiro no caso de confirmação.

Outro exemplo: a instituição A tem um erro operacional e faz uma transação duplicada para a instituição B. Então, a instituição A tem até 90 dias para pedir o dinheiro de volta à instituição B, que deve devolver o valor (total ou parcial) imediatamente.

De acordo com o Banco Central, a instituição que realizar uma devolução utilizando esse mecanismo especial deverá notificar o usuário (que recebeu a transação e vai ter o dinheiro debitado da conta) sobre a operação. O estorno também deve aparecer no extrato da conta.

O objetivo do Banco Central é dar mais agilidade e eficiência ao processo de devolução, aumentando a probabilidade dos usuários receberem o dinheiro de volta em casos de fraude e falha operacional.

Entenda como funciona o mecanismo especial de devolução do Pix

Limites diurno e noturno para transações com Pix

No dia 4 de outubro de 2021, começou a valer o novo limite de R$ 1 mil para transações feitas das 20h às 6h entre pessoas físicas com Pix. Essa mudança faz parte das medidas anunciadas pelo Banco Central em agosto para trazer mais segurança aos meios de pagamento eletrônicos.

Em novembro, também começou a valer a possibilidade dos clientes definirem um limite diurno para as transações feitas entre 6h e 20h, adicionando uma outra camada de personalização e segurança ao produto.

Caso a pessoa queira aumentar ou diminuir esses limites, tanto no período noturno quanto no período diurno, é possível fazer isso pela própria instituição financeira. O prazo para que a mudança seja efetivada varia de acordo com a operação:

  • Para pedidos de aumento do limite, as instituições devem efetivar a mudança entre 24 e 48 horas depois da solicitação por motivos de segurança;
  • Para pedidos de diminuição do limite, as instituições devem realizar a mudança imediatamente.

Veja como definir seus limites Pix no Nubank

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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