Se você está planejando uma viagem — ou quer redescobrir a própria cidade — Belo Horizonte é o tipo de destino que se revela aos poucos. Com mais de 2,4 milhões de habitantes, a capital mineira combina vida urbana, natureza, boa comida e uma forte identidade cultural.
Aqui, não se trata apenas de “ver pontos turísticos”, mas de entender o ritmo da cidade: caminhar sem pressa, sentar para um café, explorar bairros e deixar espaço para o inesperado. Este guia organiza alguns dos principais lugares para começar.
1. Praça da Liberdade: história, arquitetura e circuito cultural
Localizada na região Centro-Sul, a Praça da Liberdade é um dos pontos mais emblemáticos de Belo Horizonte e um excelente começo para qualquer roteiro.
Planejada ainda na fundação da cidade, ela reúne jardins geométricos, palmeiras imperiais, fontes e alamedas largas: um espaço pensado para caminhar com calma e observar a arquitetura ao redor.
O grande destaque está no entorno: ali funciona o Circuito Liberdade, um conjunto de prédios históricos que foram transformados em centros culturais e museus. Entre eles estão o CCBB Belo Horizonte, o Memorial Minas Gerais Vale, o Espaço do Conhecimento UFMG e o Palácio da Liberdade (antiga sede do governo estadual).
"Comecei meu tour por Belo Horizonte ali e já me impressionei. Apaixonada por arquitetura, impossível não ficar alguns minutos encarando a beleza do Edifício Oscar Niemeyer, assinado pelo próprio. Depois passei um tempo visitando as instituições ao redor, o CCBB e o Palácio da Liberdade foram os meus favoritos!", conta Julyana Oliveira, Especialista em SEO aqui no Nubank.
Isso faz com que a visita vá além da praça em si, é possível passar horas explorando diferentes exposições, acervos e atividades culturais em um mesmo quarteirão.

Dá pra passar o dia inteiro por ali sem perceber,
conta Oliver Dettenborn, Engenheiro de Software do Nubank.
A experiência costuma seguir esse ritmo mesmo: entrar em um espaço, caminhar até outro, fazer uma pausa no jardim e, quando perceber, o dia já virou noite.
2. Parque das Mangabeiras e Serra do Curral: a melhor vista da cidade
Na região sul de Belo Horizonte, o Parque das Mangabeiras oferece uma das experiências mais completas ao ar livre na cidade.
Localizado aos pés da Serra do Curral, cadeia de montanhas que delimita o horizonte de BH, o parque combina trilhas, mirantes e áreas de preservação ambiental. É um dos melhores lugares para entender a geografia da cidade vista de cima.

Um dos pontos mais procurados é o Mirante da Mata, de onde se tem uma vista ampla da capital. “É simplesmente lindo ver o pôr do sol, de lá a gente consegue avistar a cidade toda", revela o mineiro Renan Trevisan, nubanker que atua como Analista de Negócios.
A recomendação de visitar no fim da tarde aparece mais de uma vez entre quem frequenta o local. João Bahia, Analista de Negócios no Nu, reforça essa ideia e a experiência ganha ainda mais sentido conforme a luz muda sobre a cidade.

Para a Beatriz Tavares, Gerente de Engenharia do Nubank, o parque vai além da vista: “Eu vou muito para me desconectar. Fazer trilha, ficar no meio da natureza, ouvir o barulhinho dos milhares de bichos que moram por lá. É muito lindo e relaxante”.
Esse contato com a natureza, mesmo dentro de uma capital, é parte do que torna o passeio especial.
Informações práticas:
- Entrada gratuita para pedestres
- Não permite pets
- Funcionamento: terça-feira a domingo, das 8h às 17h (entrada até 16h30)


3. Lagoa da Pampulha: um dos maiores cartões-postais de BH
A Lagoa da Pampulha é uma represa artificial criada na década de 1930 e hoje um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade. Ao redor dela está o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO, com obras que marcaram a arquitetura moderna brasileira.

O principal destaque é a Igreja São Francisco de Assis, apelidada de Igreja da Pampulha e projetada por Oscar Niemeyer. Com curvas marcantes e um painel de azulejos de Cândido Portinari na fachada, ela se tornou um símbolo da arquitetura nacional.
A igreja pode ser visitada gratuitamente na parte externa. Para entrar, normalmente não há cobrança de ingresso, mas o acesso ao interior pode variar conforme horários de funcionamento e celebrações religiosas. Vale conferir antes da visita.
Além dela, o conjunto inclui:
A orla da lagoa também é muito usada para atividades ao ar livre. “Para os corredores de plantão, fica a minha recomendação de um lugar para treino. Inclusive, a prova Volta da Pampulha é muito famosa na cidade. No ano passado ela contou com 22.025 inscrições", conta Íris Jacques, Nubanker Especialista em Auditoria.
Como a lagoa tem cerca de 18 km de extensão, o ideal é escolher trechos específicos para explorar com calma. Caso queira aproveitar os passeios por Belo Horizonte de carro, aproveite para usar a NuTag e economizar em estacionamentos ou em filas de pedágios que têm a cobertura da Taggy, a tag de pedágios e estacionamentos do Nubank.
4. Santa Tereza: berço da música mineira
Santa Tereza é um dos bairros mais tradicionais da cidade e uma parada essencial para quem quer entender a cultura de Belo Horizonte.
Foi ali que surgiu o Clube da Esquina, movimento musical que revelou nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta, Wagner Tiso, Lô Borges, Beto Guedes e Márcio Borges, e ajudou a moldar a identidade da música brasileira. E é onde está localizado o Bar e Museu Clube da Esquina, o espaço conta com programação cultural e cardápio diversificado.


Hoje, o bairro mantém esse espírito vivo com bares, casas de show, ruas tranquilas e um clima que mistura tradição e vida cotidiana. “Para mim, é o melhor bairro de BH por conseguir reunir e preservar expressões culturais (como arquitetura, gastronomia, música e cinema) em um clima tranquilo. Vale se deixar perder entre as ruas e os inúmeros botecos", conta Thiago Leite, Designer no Nubank.
5. Mercado Central de Belo Horizonte e Mercado Novo
Poucos lugares explicam tão bem Belo Horizonte quanto seus mercados. “Mercado Central e Mercado Novo são inegociáveis”, recomenda Oliver.
Fundado em 1897, o Mercado Central é um dos espaços mais tradicionais da cidade. São corredores cheios de lojas que vendem queijos, doces, cachaças, temperos e produtos típicos de Minas Gerais. Mais do que comprar, a experiência ali passa por experimentar: provar um queijo, aceitar um café, conversar com quem está atrás do balcão. “No Central, você prova de tudo”, resume o Nubanker.
Informações práticas:
- Segunda a sábado: 8h às 18h
- Domingos e feriados: 8h às 13h
Já o Mercado Novo apresenta uma proposta diferente. Instalado em um prédio antigo, ele passou por revitalização recente e hoje reúne bares, restaurantes e pequenos produtores. “Durante o dia é perfeito para comer, beber e fazer compras e à noite vira um point bem jovem e movimentado", revela Thiago Leite.

Você pode comprar sem abrir mão da experiência e melhor ainda se for com o Cartão Nubank Ultravioleta. Seu cartão em que todas as compras realizadas geram a partir de 2,2 pontos por dólar gasto ou recebem 1,25% de cashback.
6. Cafés, padarias e restaurantes: experiências que vão além do prato
A gastronomia de Belo Horizonte é uma atração por si só. Pratos tradicionais como fígado com jiló ajudam a entender a culinária local. “É uma mistura que parece estranha, mas funciona muito bem”, conta Guilherme Soares.
A cidade também se destaca pela variedade de cafés e padarias, principalmente na região Centro-Sul:
“Comer lá no Albertina Pães é estar no mundo perfeito dos pães”, conta a Xpert do Nubank, Renata Souza.
Para uma experiência mais tradicional:
- Biscoitos da Dona Lourdes
- Café Nice, frequentado por Juscelino Kubitschek e famoso até hoje por servir café e pão de queijo em pé no balcão.
“Comer no Dona Lourdes é comer com gosto de casa, daquele que não se esquece”, descreve Oliver.

7. Inhotim: arte contemporânea e natureza em escala monumental
Se houver tempo para ir além de Belo Horizonte, vale reservar um dia, ou até mais, para visitar o Inhotim, em Brumadinho, a cerca de 60 km da capital. De carro, o trajeto leva em média 1h a 1h30, dependendo do trânsito e do ponto de saída.
O Inhotim é um dos maiores centros de arte contemporânea a céu aberto do mundo, combinando galerias, instalações e um jardim botânico com milhares de espécies. O espaço é extenso e isso impacta diretamente na experiência. Não é um passeio para fazer com pressa. Muitos visitantes optam por dividir a visita em dois dias para conseguir explorar com calma tanto as galerias quanto os jardins.

O parque reúne obras de artistas brasileiros e internacionais como Adriana Varejão, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Olafur Eliasson e Yayoi Kusama – distribuídas entre pavilhões e áreas abertas. Caminhar por ali é alternar constantemente entre arte e paisagem, em percursos que misturam trilhas, lagos e grandes áreas verdes.
Horários de visitação:
- Quarta a sexta-feira: 09h30 às 16h30
- Sábados, domingos e feriado: 09h30 às 17h30
- Nos meses de janeiro e julho, o Inhotim funciona às terças-feiras, das 9h30 às 16h30
Ingressos para 1 dia (R$ 65 inteira e R$ 35 meia); 2 dias (R$ 114 inteira e R$ 57 meia); 3 dias (R$ 150 inteira e R$ 75 meia). A compra é via Sympla ou na bilheteria do parque, localizada na Recepção. Toda quarta-feira e último domingo do mês a entrada é gratuita. Clientes Nubank Ultravioleta têm 50% de desconto durante todo o ano para visitar o Inhotim.
Além disso, há restaurantes, cafés e estrutura completa dentro do parque, o que reforça a ideia de que a visita deve ser planejada com tempo.
Para viver o melhor da viagem, você só precisa organizar bem o tempo, os deslocamentos e os gastos, pois quando tudo está centralizado em um só cartão, como o Nubank Ultravioleta, a experiência flui. Com ele, todas as compras realizadas geram a partir de 2,2 pontos por dólar gasto ou recebem 1,25% de cashback. O parceiro ideal para bons momentos, aventuras e viagens incríveis, seja sozinho, com toda a família ou com pet amigo.
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