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O que é streaming e como funciona essa tecnologia?

Popularizada pelas famosas plataformas de filmes, séries e músicas, a transmissão em tempo real de conteúdos ganha cada vez mais usuários.

Para quem viveu boa parte da vida comprando CD, alugando filme na locadora ou esperando ansiosamente passar um programa na TV para poder assistir, os serviços de streaming podem até parecer um pouco sem emoção. Mas não há como negar: depois que você acostuma com a praticidade, é difícil voltar atrás.

Para se ter uma ideia do tamanho deste mercado, umas das maiores empresas de streaming de vídeo do mundo tinha 167 milhões de assinantes no fim de 2019. Já a maior companhia de streaming de música tinha 271 milhões de usuários (sendo 124 milhões pagantes) em dezembro do ano passado.

Mas, afinal, como funciona essa tecnologia? O que é streaming? Qual a diferença para um download? Entenda essas e outras características abaixo.

O que é streaming?

Streaming é a transmissão, em tempo real, de dados de áudio e vídeo de um servidor para um aparelho – como computador, celular ou smart TV.

Um servidor é um tipo de computador que armazena os conteúdos de determinado site, programa, app ou serviço digital. Quando se fala em “conteúdo na nuvem”, por exemplo, está se falando de um servidor físico onde essa mídia está. 

Geralmente, o termo streaming vem acompanhado das palavras serviço ou plataforma, já que se popularizou pelas empresas que oferecem vídeo (filmes, séries, documentários) ou áudio (músicas, podcasts) para serem consumidos em tempo real pelos clientes.

Como funciona o streaming?

Basicamente, o streaming funciona como uma troca de dados constante entre um aparelho e um servidor.

Quando uma pessoa dá play em um filme, por exemplo, o aparelho envia um pedido para o servidor onde aquele conteúdo está armazenado mandar os dados de imagem e som.

Entenda aqui como a internet funciona e se ela aguenta a alta demanda de muita gente em casa

Como o objetivo é assistir em tempo real, as informações são enviadas em pequenos pacotes que podem ser consumidos quase que instantaneamente pelo usuário. Assim, ele não precisa esperar receber o filme inteiro para poder assistir.

Essa, inclusive, é a principal diferença para o download.

Quando uma pessoa baixa um vídeo ou uma música, ela precisa esperar o servidor enviar todos os dados ao aparelho para conseguir ver ou ouvir o conteúdo. Isso pode demorar bastante tempo dependendo da velocidade da internet, mas pelo menos garante a exibição do começo ao fim sem interrupções.

Outra diferença é que, no download, o arquivo fica armazenado no aparelho de quem baixou o conteúdo – o que pode ocupar bastante espaço. Já no streaming, o arquivo fica armazenado no servidor da plataforma, por isso exige uma conexão de internet boa para garantir a troca de dados em tempo real.

Essa, inclusive, é a principal razão para o streaming ter se popularizado apenas nos últimos anos. Apesar da tecnologia existir desde os anos 90, a velocidade da internet não era boa o suficiente para que a troca de dados ocorresse quase que instantaneamente.

Com a chegada da banda larga, isso se tornou possível. Mas, ainda hoje, muitas pessoas veem seus conteúdos serem interrompidos abruptamente por aquele terrível símbolo de “carregando” – que só sai da tela quando o aparelho recebe informações suficientes para continuar o vídeo.

Como o streaming mudou a forma de consumir conteúdo?

Se, antes, era preciso fazer o download de um conteúdo – ou alugar na locadora; comprar CD, VHS, DVD ou BluRay (quem lembra deles?); ou até esperar passar na TV ou na rádio –, com o streaming é possível ter acesso a uma gama enorme de filmes, séries, vídeos, músicas ou outras mídias, em tempo real, de qualquer lugar – desde que exista uma conexão com a internet.

A partir dessa tecnologia, surgem as plataformas de vídeo e de música, os serviços de assinatura de conteúdos audiovisuais, canais de educação a distância e até a possibilidade de fazer transmissões pela internet, ao vivo, para qualquer lugar do mundo – incluindo as cada vez mais populares videoconferências

Mas atenção para não comprometer as finanças com a assinatura de diversos serviços de streaming

O crescimento da demanda por conteúdos em tempo real fez surgir diversos serviços de assinatura de música, filmes, séries, documentários… Com isso, os conteúdos que antes estavam concentrados em algumas poucas plataformas, agora estão espalhados entre várias.

Na prática, isso signifca que o serviço X tem aquela série policial que você maratona em um final de semana, mas aquela outra sobre a batalha dos tronos só está disponível na plataforma Y.

Por isso, muitas pessoas se veem tentadas a assinar alguns serviços em vez de apenas um. Afinal, são só R$ 20 por mês. Mas, no final das contas, de R$ 20 em R$ 20 se chega a R$ 100 todo mês só com essas plataformas.

Uma boa forma de não comprometer o orçamento com isso é analisar o catálogo de cada uma e entender qual você realmente consome regularmente.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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