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Maquininha de cartão: dicas para escolher a sua

Quer usar uma maquininha de cartão, mas não sabe por onde começar? Confira as respostas para as dúvidas mais comuns e saiba o que analisar na hora de escolher esse meio de pagamento.
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Um dos principais objetivos de quem empreende é vender. Faça chuva ou faça sol, os esforços do dia a dia são para fazer o negócio ser lucrativo e sustentável. Então, se tem algo que deixa qualquer empreendedor desanimado é perder venda, ainda mais se o motivo for pela falta de opções de  métodos de pagamento. É por isso que ter uma maquininha de cartão é algo que deve ser priorizado para um comércio. 

A maquininha permite que o seu cliente faça pagamentos na função débito ou crédito. Ela pode ter uma estrutura física, como as mais conhecidas do mercado, ou pode ser uma tecnologia que funciona no celular, como o Tap do Pay do Nu Empresas. 

Mas, como saber se vale a pena ou não ter uma maquininha no seu negócio? Confira abaixo, respostas para as principais dúvidas e alguns fatores que você precisa levar em consideração antes de fazer essa escolha.

8 dúvidas (e respostas) sobre maquininha de cartão

1. Qual é a melhor maquininha de cartão? 

Com tanta variedade no mercado, seria difícil eleger apenas uma maquininha de cartão como a melhor de todas. Então, na hora de escolher, é preciso levar em consideração alguns critérios, como:

  • O preço praticado pela operadora na hora da aquisição da maquininha e taxas cobradas;
  • As bandeiras de cartões aceitas;
  • A tecnologia da máquina (se tem pagamento por aproximação, por exemplo);
  • A qualidade da conexão wi-fi que ela oferece.

Cada um desses itens tem um peso diferente para cada tipo de negócio. Se você tem um comércio de alimentos com alto volume de vendas, por exemplo, é fundamental que os pagamentos sejam feitos rapidamente. Ou seja, o processamento do aparelho precisa ser bom e a conexão wi-fi da sua maquininha deve funcionar bem.

Por outro lado, se você não faz tantas vendas por cartão e o seu negócio é pequeno, o preço praticado pode ser o fator mais sensível para você.

A boa notícia é que existem muitos rankings e tabelas na internet comparando os serviços das maquininhas. Analise quais fatores importam mais para você e avalie esses rankings na hora de escolher. A melhor maquininha, na verdade, é a que melhor atende ao seu negócio.

Lembrando que é possível receber pagamentos diretamente pelo celular, sem a necessidade de maquininha física, como é o caso da Tap to Pay do Nubank.

2. Vale mais a pena comprar ou alugar uma maquininha?

Depende. Existem vantagens nas duas formas de contratação e a escolha depende do perfil do seu negócio.

Comprar uma maquininha te livra do aluguel. Além disso, depois de pagar todas as parcelas você se torna dono dela – e pode até vender se quiser. Outro ponto positivo é que a maioria das operadoras conta com tarifas fixas, e você sabe exatamente o que vai pagar. Por fim, comprar pode ser menos burocrático, porque não exige contratos complexos.

Então alugar não vale a pena? Não necessariamente. As taxas de máquinas alugadas são mais competitivas e cabe negociação. Além disso, com o aluguel você tem serviço de manutenção com reparos e até troca por máquinas mais novas.

Ou seja, a escolha sobre comprar ou alugar depende do estágio da sua empresa, da maturidade dela e das suas necessidades específicas. Para empresas mais maduras e com alto volume de vendas, alugar pode valer mais a pena. Mas se o seu negócio é novo, pequeno e com baixo faturamento, comprar pode ser mais vantajoso. Ou você pode optar por receber utilizando seu aparelho de celular.

Maquininha de cartão Nubank: como funciona o Tap to Pay?

Com o Tap to Pay do Nubank, seus clientes podem fazer pagamentos no cartão de crédito e débito (das bandeiras Mastercard, Visa e Elo) de um jeito prático: direto pelo seu celular (Android e iOS) sem a necessidade de uma maquininha física. 

Com o Tap to Pay, você não paga mensalidade ou taxa de adesão, e também não é preciso esperar uma maquininha chegar na sua casa para começar a usar a função.

 3. Como pedir uma maquininha de cartão?

Para ter uma maquininha de cartão de crédito ou débito, você precisa passar por algumas etapas depois de escolher a marca que te atende melhor. Na hora da contratação, existem três caminhos possíveis:

  • Fazer um pedido online direto da operadora;
  • Contratar um representante para intermediar o processo;
  • Ou fazer o pedido da maquininha pelo seu banco.

Cada empresa tem um processo diferente na hora da contratação – e algumas têm mais burocracia que outras na hora de pedir documentos e formalizar processos. 

Ao observar as FAQs das operadoras, é possível notar que, normalmente, é pedido:

  • A conta bancária em que os pagamentos serão depositados;
  • Dados sobre o faturamento mensal da empresa;
  • Ramo do negócio;
  • Documentação completo da empresa;
  • Infraestrutura necessária para o uso seguro do equipamento.

No Nu Empresas, por exemplo, o Tap to Pay não tem taxa de adesão, mensalidade nem aluguel, você paga apenas a taxa sobre cada venda. E todas as informações que você precisa sobre as suas cobranças são encontradas no aplicativo, dentro da seção "Minhas vendas".

4. Como cadastrar uma conta domicílio para receber pagamentos de maquininhas?

O cadastro da conta domicílio é feito na própria operadora da maquininha, mas nem todas as contas podem ser cadastradas para receber das operadoras.

Normalmente, a forma de selecionar a conta desejada nas plataformas de pagamento está no seu perfil da operadora. Lá, procure a opção que te permita alterar os seus dados bancários ou conta domicílio. Depois, é só cadastrar a conta da sua preferência.

Importante: a conta e o cadastro da maquininha precisam ter a mesma titularidade. Ou seja, precisam estar cadastrados no mesmo CPF ou CNPJ, como na conta Nu Empresas.

5. Como usar a maquininha de cartão?

A resposta para essa pergunta depende do modelo que você escolher. Existem aparelhos com ou sem fio, com ou sem recurso de pagamento por tarja magnética, com ou sem contato ou QR code. Os tipos variam bastante.

Sobre o tipo de conexão, algumas maquininhas usam linha telefônica comum, chip ou internet banda larga para transmitir os dados – ideais para espaços fixos, como caixas. Já os aparelhos móveis usam sinal GPRS ou Wi-Fi e podem ser levados até onde o cliente está.

O melhor a fazer é ler o manual do aparelho que você escolher, e entrar em contato com o suporte técnico da empresa para tirar as dúvidas. No caso do modelo Tap do Pay, o pagamento é sempre feito por aproximação na parte superior (frontal ou traseira) do celular, a depender do modelo do aparelho.

6. Em quais situações o Tap to Pay vale mais a pena?

O Tap to Pay do Nubank foi pensado para quem precisa cobrar com mobilidade e sem depender de equipamento extra. Confira algumas situações em que ele costuma resolver melhor que uma maquininha física:

  • Vendedores ambulantes, feiras ou lojas de pequeno porte: apenas o celular, sem necessidade de fio ou sem bateria de maquininha para gerenciar;
  • Delivery próprio: o entregador cobra na porta do cliente, por aproximação, sem precisar de aparelho extra;
  • Prestadores de serviço autônomos (cabeleireiro, manicure, personal trainer, eletricista, encanador): atende o cliente em casa ou em diferentes endereços e cobra na hora;
  • Consultório ou pequeno comércio com baixo volume: evita pagar aluguel mensal de maquininha que poderia ficar em desuso boa parte do tempo;
  • Vendas eventuais (bazares, eventos, marketplaces presenciais): ativa quando precisa e não tem custo fixo no resto do mês.

7. O Tap to Pay é seguro?

Sim. O Tap to Pay opera dentro do aplicativo do Nubank e usa as mesmas camadas de proteção das maquininhas tradicionais. Alguns pontos importantes:

  • Criptografia ponta a ponta: os dados do cartão do cliente trafegam protegidos e nunca ficam salvos no seu celular.
  • Tecnologia NFC: o pagamento por aproximação só acontece a poucos centímetros, o que reduz risco de interceptação;
  • Senha do cliente: nas transações que exigem senha, ela é digitada em uma tela protegida do próprio app; dando mais segurança ao cliente;
  • Conta Nu Empresas como destino: o dinheiro cai direto na sua conta PJ, sem passar por intermediários adicionais.

E uma dica: se um cliente contestar uma compra, ele tem até 30 dias para abrir uma disputa. Por isso, é importante sempre acompanhar o histórico de vendas pelo aplicativo.

8. Posso usar o Tap to Pay sendo MEI ou autônomo?

Sim, desde que você tenha CNPJ e uma conta Nu Empresas. O Tap to Pay é uma solução exclusiva da conta PJ do Nubank; não funciona em conta pessoa física.

A boa notícia é que abrir a conta Nu Empresas é simples e digital. Ela atende:

  • MEI (Microempreendedor Individual);
  • EI (Empresário Individual);
  • EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada);
  • LTDA (Sociedade Empresária Limitada);
  • Empresário Individual Imobiliário.

A conta pode ser aberta pelo próprio dono do negócio ou por alguém que faça parte do quadro societário. Se quem está abrindo não for pessoa sócia-administradora ou tiver menos de 50% de propriedade, será preciso aprovar a abertura de uma destas formas:

  • Envio do contrato social ou procuração; ou
  • Aprovação direta pelos sócios no aplicativo do Nubank (disponível quando todos os sócios já têm conta pessoal no Nubank).

Para autônomos que ainda não formalizaram o CNPJ, o caminho é primeiro virar MEI e depois abrir a conta Nu Empresas pelo aplicativo, assim já será possível cobrar pelo Tap to Pay.

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