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“Eu lido com todas as frentes. A empresa sou eu”

Conheça a história da cliente PJ do Nubank, Juliana Pelegrinello, designer que criou sua própria empresa para ter liberdade criativa e autonomia na hora de desenvolver estampas.



A conta PJ do Nubank nasceu para descomplicar a vida dos micros e pequenos empreendedores, livrando essas pessoas de tarifas abusivas e descomplicando o sistema financeiro. Em dois anos de história, já são mais de um milhão de clientes livres do sistema financeiro tradicional. Mas atrás do PJ, existem pessoas e muitas histórias. 

Hoje, contamos a segunda história da série que comemora o marco de 1 milhão de clientes PJ. Conheça, a seguir, Juliana Pelegrinello, proprietária de uma empresa de design de estampas que leva o seu nome e que tem no empreendedorismo mais do que uma fonte de renda, mas a sua verdadeira paixão.

Leia também: Conta PJ chega a 1 milhão de clientes

Como tudo começou?

Juliana é designer de superfícies – ramo do design que projeta texturas bi e tridimensionais – e trabalha com o desenvolvimento criativo de estampas desde 2006. Em 2015, depois de nove anos no mercado tradicional, como funcionária, ela decidiu abrir a sua própria empresa e lutar pela sua independência criativa. 

“Eu já fazia o que faço hoje, mas dentro de uma empresa, como parte de um time. Aí decidi buscar os meus próprios clientes e fazer as minhas parcerias. O pulo do gato é saber que você pode fazer isso para si mesmo e que você tem valor como profissional”, diz. 

Como é a rotina de uma designer de estampas?

A profissão de Juliana parece pouco comum, mas nós lidamos o tempo todo com produtos que profissionais da área dela desenvolvem. Afinal, a empresa de Juliana atua na área de criação de estampas para moda e decoração.

Desde o nascimento do negócio, ela faz todo o processo criativo dessas estampas, bem como o contato com clientes e fornecedores. “Meu dia é longo e eu lido com todas as frentes. A empresa sou eu”, diz.

Na foto, Juliana está em frente a uma estampa criada por ela (Imagem: arquivo pessoal)

O processo criativo diário de Juliana começa a partir de 7h30. Ela trabalha na ideação e desenvolvimento de estampas, contato com fornecedores – como fábricas que vão traduzir essa estampa em um tecido – e com os clientes, que podem ser marcas de roupas, arquitetos e designers de interiores, por exemplo. Essa jornada vai até umas 18h, quando ela reserva um tempo para cuidar de si e da família. 

“A gente às vezes acha que vai trabalhar menos quando se torna empreendedor, mas na verdade a gente trabalha muito mais. A questão é que quando a gente faz o que gosta, isso acaba não tendo um peso tão grande”, complementa.

Construindo passo a passo o caminho para um futuro grandioso

Juliana se diz extremamente dedicada e batalhadora, uma “empreendedora apaixonada”. Seu objetivo é ver o seu negócio chegar mais longe. Hoje, ela comemora uma nova etapa do empreendimento: o lançamento de uma linha exclusiva de decoração sob medida, direto para o cliente final. Mas, segundo ela, para chegar onde chegou, foi necessário persistência e, principalmente, calma.

“Os perrengues são muitos e é necessário aprender a ter um pouco de calma, porque às vezes as coisas estão indo muito bem e às vezes não. A gente não pode se desesperar. A jornada é longa e vagarosa. Da mesma forma que as pessoas não desistem da carreira no mercado de trabalho, quem empreende não pode desistir de ser empreendedor”, diz.

E pra ela valeu a pena. Atualmente, Juliana se sente completamente realizada e ainda ensaia os novos passos da sua empresa. “Hoje sou muito feliz com essa escolha. Empreender é um caminho árduo, mas que vale muito a pena e me traz muitas recompensas do ponto de vista pessoal e profissional. Eu sonho em ainda abrir um showroom, onde o cliente possa conhecer o meu trabalho pessoalmente, tocar nos tecidos e levar para casa produtos lindos”, diz.

Parte do estúdio de Juliana, que é localizado na sua casa (Foto: arquivo pessoal)

Conta PJ do Nubank: uma luz roxa no meio do caminho

Para escrever essa história de sucesso, Juliana já passou por muitos perrengues no negócio, mas o que realmente dava mais dor de cabeça eram os bancos.

Lá em 2015, quando ela começou, o Nu ainda não tinha uma conta PJ. Ou seja, Juliana não teve muitas opções. “Para mim era o fim da picada. Para quem começa a empreender, uma taxa de administração de conta de R$ 80 mensal é absurda. Você não fez venda nenhuma e nem sabe se vai vender. É assustador imaginar que talvez você não possa pagar por isso”, diz.

Quando o Nu lançou a conta PJ, em 2019, Juliana foi uma das primeiras correntistas a fazer parte da nossa revolução roxa. “No primeiro momento em que isso foi possível fiz a transição do banco físico pro Nu. Estou muito satisfeita desde então”.

Aqui no Nu, seguimos celebrando as nossas conquistas, que só existem graças aos mais de 1 milhão de negócios que ajudamos a potencializar. Assim como foi com a Juliana, queremos ajudar você a enfrentar os desafios diários de empreender e a alcançar suas metas.

A sua história faz a nossa.

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