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Como planejar um calendário financeiro?

Entenda por que essa ferramenta pode te ajudar muito no controle das suas despesas e como organizá-la.

Controlar as finanças. Se essas palavras sozinhas já te dão vontade de fugir, calma: começar sua organização financeira não precisa ser difícil nem doloroso.

Muita gente deixa de controlar as despesas por achar que o processo é trabalhoso demais. Uma pesquisa do SPC Brasil de 2019 descobriu que 36% dos brasileiros não faz esse controle – entre eles, 41% alegaram que o motivo era falta de disciplina, preguiça ou falta de tempo.

Acontece que fazer a administração das finanças não precisa significar planilhas cheias de fórmulas, controle diário minucioso, ou anotar absolutamente cada gasto. Começar pequeno é melhor do que não ter nada – e montar um calendário financeiro é um ótimo primeiro passo.

Um calendário financeiro é, basicamente, uma forma de acompanhar seus gastos e ganhos no dia a dia. Assim como um calendário normal te ajuda a se lembrar dos seus compromissos, o financeiro serve para anotar contas, objetivos, compras e despesas nas datas em que elas devem ocorrer.

Por que ter um calendário financeiro?

Sabe aquela conta que você paga atrasada quase todo mês porque esquece do vencimento? O calendário financeiro serve para que isso não aconteça mais.

Marten Bjork / Unsplash

“Ah, mas a minha memória é muito boa, não preciso disso”. Pode até ser verdade – algumas pessoas realmente conseguem organizar seus compromissos na cabeça. Mas ter um calendário financeiro vai além de não perder datas de vencimento. Ele também te ajuda a visualizar quanto você está gastando e onde (e até a economizar).

Como assim?

Talvez você tenha contratado um dia um serviço barato que nunca usa, mas acaba pagando todo mês porque é mais fácil do que ligar na empresa e cancelar. Ver aquilo anotado mês após mês vai ser um estímulo para finalmente se livrar desse gasto.

Talvez, ainda, você perceba que tem contas vencendo logo antes de receber seu salário, o que te coloca no vermelho por um ou dois dias sem necessidade. Ou que você poderia agrupar suas contas todas no mesmo período e pagar tudo de uma vez.

Visualizar essas despesas e compromissos é uma maneira de deixar suas finanças mais organizadas.

Ou seja, o calendário financeiro é bom por três motivos principais:

  • Ele te mostra quando suas contas vão vencer, colaborando para que você não pague juros e multas desnecessárias;
  • Ele te permite se planejar com mais antecedência – gastos anuais (como seguro de carro), despesas novas (como uma compra específica) ou até uma meta para guardar dinheiro podem ser planejados;
  • Ele te ajuda a quebrar o ciclo do salário que sempre se esgota: 43% das pessoas terminam o mês zeradas, segundo o SPC Brasil.

Em alguns casos, esse último ponto é falta de dinheiro real (vale lembrar que a renda familiar média do brasileiro é de apenas R$ 1.439). Mas às vezes é, sim, falta de organização para gastar o dinheiro de uma forma mais eficiente.

Como montar um calendário financeiro?

Veja o passo a passo para montar seu calendário financeiro.

1. Escolha seu meio de controle

Calendário do celular, planilha do computador, caderno tipo planner, agenda… A escolha certa é a que funciona para você.

Não adianta fazer uma planilha cheia de fórmulas se você acha que vai acabar abandonando – assim como não adianta querer anotar no papel se você se sente mais à vontade em meios digitais.

2. Liste todos os itens que vão entrar no calendário

StellrWeb / Unsplash

Os itens exatos vão variar de acordo com a situação financeira de cada pessoa. Essas são as categorias principais que precisam aparecer:

Renda

Se você tem um salário fixo, anote o dia em que ele cai todos os meses. Se há mais de uma entrada de renda, marque todas as datas com os valores de cada uma. Quem não tem dia certo precisa fazer um trabalho a mais, mas ainda assim dá para organizar: marque no calendário a data estimada para receber seu pagamento e altere caso ela mude.

Contas

Coloque todas as contas nas datas de vencimento delas. Lembre-se não só das mensais, como também das anuais ou sazonais (como seguro do carro ou compra de material escolar, por exemplo).

Inclua também quaisquer contas que você tenha no débito automático – mesmo que não precise do lembrete para pagar, é importante saber quando aquele dinheiro vai sair da conta.

Dívidas

Se tiver alguma dívida ou débito em aberto (como empréstimo, parcelamento do cartão, acordo etc), anote nas datas de vencimento junto ao número da parcela.

Metas para guardar

Se for possível, marque pelo menos um dia no calendário (de preferência, logo após receber sua renda) para guardar um valor mensal.

Ênfase no “se for possível”: se não sobra dinheiro para guardar, você pode tentar cortar alguns gastos, mas nunca suas contas essenciais ou dívidas. Melhor não ter dinheiro guardado do que se endividar.

3. Lembre de olhar pra frente

Você tem uma viagem planejada, ou um presente que pretende comprar, ou um curso que vai começar daqui a alguns meses? Anote eles agora. Vai ficar mais fácil planejar essa despesa se você já souber que ela está vindo, em vez de esperar até chegar mais perto.

4. Use o design a seu favor

Charles Deluvio / Unsplash

Não precisa fazer uma letra linda ou organizar uma tabela digna de Instagram, mas certos elementos estéticos ajudam muito na organização do calendário. Independentemente do meio que você escolher, garanta que ele tenha espaço – nada pior do que tentar ler um monte de informação espremida.

Usar cores diferentes também ajuda na visualização. Cada uma das categorias acima pode ter uma cor, por exemplo.

5. Agende lembretes

Mesmo que o seu calendário seja analógico, a tecnologia ainda pode ser sua amiga: marque alarmes recorrentes no seu celular para os dias de pagamento e vencimento. Além de te ajudarem a não perder a data, eles vão reforçar o hábito de olhar o calendário – assim que pagar uma despesa, basta voltar nele e dar um OK.

Finalmente: fazer tudo isso dá um pouco de trabalho, mas só no início. Montar um calendário financeiro é trabalhoso porque envolve olhar tanto pro mês quanto pro ano. Mas a partir daí, o principal é desenvolver o hábito.

E esse é um hábito mais fácil e produtivo do que um monte de coisa que a gente vive prometendo (e não cumprindo).

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