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Comprar moeda estrangeira para viajar: qual a melhor estratégia?

O ideal é se planejar para comprar com antecedência - assim, você se protege de possíveis variações bruscas no câmbio.

Viajar para o exterior implica, normalmente, comprar moeda estrangeira. Seja o dólar, o euro ou alguma moeda específica e menos conhecida, viajantes sempre estão sujeitos às variações de câmbio, o que pode influenciar bastante o orçamento da viagem.

Por isso, é importante ter uma estratégia para se proteger das variações muito bruscas do câmbio e garantir, no final, uma boa cotação média.

Não entendeu? A gente explica.

Por motivos econômicos, políticos ou ligados a algo específico no cenário exterior (outros países), a cotação de moedas estrangeiras está sempre mudando – no mundo todo! A mudança pode ser de apenas alguns centavos, mas faz, sim, diferença no valor final a ser pago.

Para evitar um preço final muito alto, a melhor estratégia é começar a comprar a moeda com antecedência e aos poucos. Por um simples motivo: em momentos de muita incerteza e oscilação da moeda, isso garante que você conseguirá um bom preço médio.

A vantagem de adotar essa estratégia é conseguir aproveitar uma possível queda na cotação e garantir que ao menos parte das moedas que comprou foram a uma taxa mais baixa. No caso de um aumento no câmbio, a explicação é a mesma: você não compra tudo de uma vez a um preço mais alto. Na prática, o resultado é não pagar o mais caro e nem mais barato possível.

Um exemplo: a cotação do dólar, nos primeiros cinco meses de 2019, variou entre uma mínima de R$ 3,66 e uma máxima de R$ 4,10; quem aproveitou para comprar entre o final de janeiro e começo de fevereiro, quanto a taxa estava mais baixa, conseguiu se proteger – ao menos um pouco! – da alta no câmbio em março.

Na prática, portanto, o ideal é: se planejar para começar a comprar a moeda alguns meses antes da viagem, e distribuir as compras em “parcelas” mensais ou semanais.

Isso vale tanto para quem vai comprar dólar e euro para posteriormente trocar por uma moeda mais desvalorizada, quanto quem compra direto a moeda do país de destino.

Com isso em mente, o próximo passo é decidir se comprará a moeda em espécie ou em cartão pré-pago. Aqui, nós mostramos os prós e contras de cada modalidade e te ajudamos a escolher.

Minha viagem está próxima. E agora?

Neste caso, se você pretende levar moeda em espécie ou cartão pré-pago, o melhor é comprar o quanto antes – mesmo que a cotação não seja a melhor. Assim, caso a taxa da moeda suba ainda mais, você garante que pagará menos.

Dicas que você deve seguir

Além de seguir essa estratégia, para comprar moeda com maior segurança e garantir o melhor preço é importante tomar alguns outros cuidados:

1. Procure a melhor cotação

Cada corretora de câmbio pratica uma cotação diferente para a venda de moeda estrangeira. Procurar a cotação mais baixa é uma forma de pagar menos – e acredite: a diferença entre os preços praticados é significativa.

Uma boa ferramenta é o site e aplicativo MelhorCâmbio; ele traz as cotações de diversas corretoras e aponta qual é a menor, além de permitir que o usuário faça ofertas quando comprar em maior quantidade.

2. Garanta que a corretora é cadastrada no BC

O Banco Central lista todas as corretoras que estão autorizadas a vender e comprar moedas estrangeiras. Garanta que você comprará de uma delas para evitar problemas com a moeda e garantir maior segurança.

3. Fique atento às taxas

Ao calcular o quanto você pagará no total pela compra de moeda, não se esqueça de incluir o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Para compra de moeda em espécie, ele é de 1,1%; no cartão de crédito e pré-pago, é de 6,38% do valor convertido para reais.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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