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Celular clonado: entenda o golpe de invasão

Afinal, como acontece o golpe da clonagem? É fácil? Comum? Veja o que você pode fazer para se prevenir.

Você já ouviu falar desse golpe. Talvez até conheça alguém que tenha sido vítima – mas… sabe mesmo como funciona a clonagem de aparelho ou de app de chamadas? O que os criminosos fazem, de fato, para ter acesso ao seu telefone?

Primeiro, é preciso entender que o nome popular de “clonagem” costuma ser usado para se referir a dois tipos diferentes de golpes: clonagem do aparelho e uso de apps de mensagens.

Veja, abaixo, como cada um funciona.

1. Clonagem do aparelho

O que é: quando alguém consegue usar a sua linha para fazer chamadas – e você paga a conta. Um celular clonado, nas palavras da própria Anatel, é um telefone “reprogramado para transmitir o código do aparelho e o código do assinante habilitado”.

Ou seja: o celular clonado é o aparelho usado pelo criminoso para fazer ligações telefônicas como se fosse o aparelho da vítima – assim, essas chamadas são debitadas na conta do titular da linha.

Como acontece

Esse tipo de golpe é mais sofisticado e costuma ocorrer com uso de tecnologias ilegais de monitoramento. Funciona assim: 

  1. Cada telefone possui uma combinação única de código do aparelho e código do assinante;
  2. Sempre que o celular é ligado, essa combinação precisa ser enviada para uma rede para a autenticação;
  3. Usando aparelhos como scanners de frequência, criminosos tentam interceptar essa comunicação e, assim, habilitar os códigos também em outro aparelho;
  4. Se isso acontecer, a prestadora de serviço não consegue distinguir o aparelho clonado do original habilitado: é como se houvesse apenas um.

Segundo a Anatel, esse tipo de fraude geralmente acontece quando se está no modo “roaming” – ou seja, fora da área de cobertura original da operadora, e operando no chamado modo analógico.

No entanto, o golpe de clonagem não é trivial – é preciso explorar alguma vulnerabilidade do sistema. Segundo a Anatel, “existem várias soluções sofisticadas para a detecção e prevenção de fraudes de clonagem e as prestadoras têm procurado dispor destes recursos como parte de suas operações”.

Como saber se fui afetado?

Um dos indícios mais comuns é começar a receber muitas chamadas erradas – pessoas buscando alguém no seu telefone – ou ter dificuldades para completar ligações. Outros indícios são créditos acabando muito rápido, ou a conta chegando mais alta do que de costume. 

Como se prevenir: 

Para se prevenir, a recomendação é checar sempre sua fatura, evitar usar o modo analógico do telefone (ativar a opção Digital sempre que possível) e procurar estabelecimentos seguros para fazer a manutenção do aparelho. Além disso, caso vá comprar um aparelho usado, a Anatel recomenda checar se ele não é roubado – para fazer isso basta consultar com a prestadora se aquele aparelho consta do Cadastro Nacional de Estações Móveis Impedidas (CEMI).

2. Clonagem de app 

O que é: quando alguém tem acesso ao seu aplicativo de troca de mensagens e consegue se comunicar com seus contatos como se fosse você. 

Como acontece: o golpe mais comum é o de induzir a vítima ao erro, fazendo com que ela entregue o acesso ao app aos criminosos. 

Funciona assim:

  1. A maioria dos apps de mensagens possui um sistema de verificação por meio de SMS.
  2. Se você tentar cadastrar seu número em um novo dispositivo, por exemplo, uma mensagem costuma ser enviada para o seu telefone para que você confirme o cadastro. 
  3. Os criminosos então criam um falso pretexto para entrar em contato com a vítima: uma loja oferecendo uma promoção, uma oportunidade imperdível, um sorteio, uma verificação de segurança da operadora, etc… 
  4. O próximo passo é dizer que, para confirmar o prêmio/checagem ou o que quer que seja, um código será enviado para o seu telefone – e você precisa repassar esse código a eles. 
  5. Em paralelo, os próprio criminosos tentam cadastrar o seu app (usando seu número de telefone) em um novo aparelho. O sistema do app, então, envia uma mensagem ao número com um código para confirmar – e a vítima muitas vezes repassa esse código. 
  6. Com o código, os criminosos conseguem “clonar” a sua conta de mensagens – na verdade, assumir controle dela. 
  7. Muitas vezes, se passam por você para pedir dinheiro ou pagamentos a seus contatos em seu nome. 

Como se prevenir?

  • Desconfie sempre de links, SMSs ou mensagens que pedem para você clicar em algo;
  • Nunca passe senhas ou códigos de serviços que usa a terceiros;
  • Ative sempre todas as camadas de proteção, senha e verificação em múltiplas etapas do seu serviço de mensagens;
  • Nao deixe seu celular desbloqueado em locais públicos, como festas;
  • Em caso de problemas, contate imediatamente o suporte do app e avise seus conhecidos que outra pessoa pode estar enviando mensagens em seu nome.

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