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Vale a pena aceitar cartão de crédito e débito no seu negócio?

Mesmo na era dos pagamentos digitais, alguns empreendedores ainda resistem em aceitar cartão de crédito e/ou débito nos pagamentos. Afinal, compensa ou não vender no cartão?



O ano é 2021, e os cartões de crédito e débito lideram como os meios de pagamento mais usados pelos brasileiros. Apesar disso, ainda existem empreendedores que resistem em aceitar essa forma de pagamento. A justificativa é clara: a necessidade de arcar com as taxas administrativas das plataformas das maquininhas – também chamadas de adquirentes.

Mas será que vale a pena limitar os meios de pagamento aceitos no seu negócio para não pagar taxas? Conheça, abaixo, todos os prós e os contras quando o assunto é aceitar ou não cartões como método de pagamento.

Por que aceitar cartão de crédito e débito?

De acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), os pagamentos com cartão cresceram 52% no segundo trimestre de 2021. Ao todo, mais de R$ 600 bilhões foram movimentados só em vendas no cartão. 

Cartões de crédito e débito lideram os pagamentos feitos em lojas físicas brasileiras, antes mesmo do dinheiro, segundo pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), mostrou que os. Compras no crédito à vista representam 24% dos pagamentos; compras no débito são 23%; no dinheiro são outros 22%, e, no crédito parcelado, 19%. 

Ou seja, se o seu negócio não aceita pagamentos por cartão, você pode estar perdendo dinheiro. Afinal, é cada vez mais comum que as pessoas não comprem com dinheiro físico, como mostra este relatório da Mastercard. Em outras palavras: você pode perder vendas para seus concorrentes por não aceitar o método de pagamento que a maioria dos clientes prefere usar.

É importante observar que, ao aceitar cartão de débito e crédito como método de pagamento, sua empresa vai reduzir a margem de lucro do seu produto. Isso porque existem taxas administrativas que são pagas ao vender dessa forma. 

Então, como saber se vender por cartão vale a pena para o seu negócio? Veja a seguir.

Quais são os prós e os contras de se aceitar cartão de crédito e débito

Vantagens

  1. O calote fica no passado. Quando você aceita pagamentos por cartão não corre mais riscos de não receber o pagamento pela venda. Isso porque a sua relação com o cliente se encerra no ato do pagamento. Após a transação, o cliente deverá pagar a instituição financeira, mas a sua parte já estará garantida por ela;
  2. Vender para mais pessoas. É cada vez mais comum que os consumidores prefiram pagar por cartão e, ao aceitar o método de pagamento, você evita perder vendas;
  3. Pagamento facilitado. Nem sempre o seu cliente tem em mãos todo o valor do produto que você vende – em especial quando se trata de itens mais caros, como eletrodomésticos. Ao aceitar cartão de crédito, você flexibiliza a compra, permitindo parcelamento;
  4. Mais segurança para estabelecimentos físicos. Segurança é sempre uma questão preocupante em estabelecimentos comerciais. Ao ter menos dinheiro físico em caixa, você torna seu negócio menos visado por criminosos. Mesmo que sua loja seja vítima de crime, o prejuízo também diminui;
  5. Aumento do ticket médio. Ao flexibilizar as formas de pagamento você favorece a venda de produtos mais caros. Isso porque o pagamento pelo produto vai pesar menos no bolso do seu cliente;
  6. Mais controle sobre as vendas. Com a tecnologia, você consegue organizar e visualizar melhor os pagamentos. Já com o dinheiro físico, é mais burocrática e desorganizada a tarefa de fechar o caixa e de depositar as quantias na sua conta.

Desvantagens

  1. Redução da margem de lucro. As vendas por cartão de crédito ou débito geram taxas administrativas entre 2% e 3,5%, na média. Ou seja, ao vender dessa forma, automaticamente o seu lucro será menor;
  2. Mais despesas mensais. Além das taxas administrativas, é comum que você precise pagar um valor correspondente ao aluguel da maquininha. O preço do aluguel varia muito de acordo com o tipo de equipamento.
  3. Prazos de recebimento. Ao vender por cartão, o dinheiro do pagamento não cai na sua conta na mesma hora. Os depósitos demoram de 1 a 30 dias, de acordo com o formato de repasse da operadora e com o tipo de pagamento (débito, crédito à vista, ou crédito parcelado). 

Qual a diferença entre o cartão de crédito e débito na hora de receber?

Existem algumas diferenças na forma de receber e nas tarifas pagas de acordo com o tipo de venda no cartão.

Como funciona a venda por débito?

Quando sua venda é feita pelo cartão de débito, o valor é descontado do seu cliente na mesma hora e depositado na sua conta em até 1 dia útil, em média. Além disso, as tarifas do débito costumam ser as mais baratas.

Para saber o valor exato das tarifas de transação, consulte as regras da operadora de cartão escolhida pelo seu negócio.

Como funcionam as vendas pelo crédito à vista?

Vendas feitas por crédito à vista têm o valor repassado em uma única parcela, mas podem demorar até 30 dias para serem depositadas. Além disso, as tarifas costumam ser mais baratas do que as vendas parceladas, e mais caras do que as vendas no débito.

Como funciona o crédito parcelado?

Normalmente, as vendas parceladas têm as mais altas taxas administrativas e são depositadas na conta da sua empresa, ou na sua conta pessoal, também de forma parcelada. 

Existem muitas diferenças na forma como as operadoras de maquininhas cobram pelas vendas parceladas. Algumas têm, inclusive, planos com antecipação de pagamentos. Então, o formato do repasse depende do contrato que você assinar com a operadora.

Como calcular os juros da maquininha de cartão? 

Para calcular o valor dos juros por venda no cartão é necessário saber o valor da taxa administrativa por transação. 

Por exemplo, se a taxa da sua maquininha for de 2,5%, você precisa retirar esse percentual do valor total do seu produto da seguinte forma:

  • Seu produto custa R$ 100 e a taxa é de 2,5%;
  • 2,5% de R$ 100 é R$ 2,50;
  • Logo, você receberá R$ 100 – R$ 2,50. O que significa um repasse R$ 97,50.

Se a compra for parcelada, o cálculo é um pouco mais complexo. Isso porque você precisa acrescentar a taxa sobre cada parcela.

Exemplo: se esse mesmo produto de R$ 100 for parcelado em 3 vezes e a taxa é de 2,5% com acréscimo de 1% nas parcelas seguintes, para calcular o total some 1% aos 2,5% por parcela (sem considerar a primeira, porque a primeira é à vista).

Ou seja, na primeira parcela será cobrada uma taxa de 2,5% e, nas duas seguintes, 3,5%. Assim:

  • Se o seu produto custa R$ 100, cada parcela terá valor de R$ 33,33;
  • Na primeira parcela será debitado 2,5% de R$ 33,33. Ou seja, R$ 0,83. E será depositado para você o valor de R$ 32,50;
  • Já nas parcelas seguintes será debitado 3,5% de R$ 33,33. Ou seja, R$ 1,16. Assim, vai ser depositado na sua conta R$ 31,34 em cada uma das parcelas;
  • Ao fim das parcelas você terá recebido R$ 95,18 ao todo pelo produto.

Importante: se você decidir aceitar cartões, é fundamental ter uma conta bancária que seja compatível com esse tipo de pagamento. Desde julho, as contas PJ e PF do Nubank são opções para receber pagamentos por maquininha e outras plataformas. Saiba mais aqui

Como amenizar a diminuição do lucro nas vendas no cartão?

Existem duas formas de fazer isso. A primeira delas é calcular uma média de perda de lucro nas vendas por cartão e aumentar um pouquinho o valor de todos os seus produtos.

Mesmo que no fim das contas você ainda perca um pedaço do lucro com taxas, é importante lembrar que você ganha no volume de vendas.

A outra forma de fazer isso é repassando o valor da taxa diretamente para o seu cliente. Apesar da prática ser permitida quando o consumidor está ciente de que está pagando mais pelo produto do que clientes que usam outras formas de pagamento, ela é pouco recomendável. 

Isso porque o cliente vai sentir que está pagando mais caro do que deveria e pode desistir da compra. Dependendo da forma como acontece a cobrança, também pode soar deselegante com o cliente que preferiu seu negócio.

Quer saber mais sobre maquininha de cartão? Leia também:

Maquininha de cartão: as 5 dúvidas mais comuns na hora de contratar uma

Este texto faz parte da missão do Nubank de lutar contra a complexidade do sistema financeiro para empoderar as pessoas – físicas e jurídicas. Com a conta PJ, queremos ajudar donos de pequenos negócios, empreendedores e autônomos a focarem no que realmente importa. Saiba mais.

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