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Conheça o trabalho de duas engenheiras de Segurança da Informação do Nubank

Duas mulheres contam suas trajetórias na área de tecnologia e explicam como é a rotina nos times de Segurança da Informação do Nu.

Criar times fortes e diversos é um dos valores do Nubank. Proteger os dados dos nossos clientes, é outro valor que nos guia. Juntos, estes dois pilares são a base do time de Infosec, que é a área de Segurança da Informação do Nubank. 

Sabemos que a tecnologia ainda é um campo de atuação em que mulheres estão sub-representadas. Por isso, no Nubank, trabalhamos para mudar essa realidade com programas e eventos como o Hack Her_Way, em que elas podem mostrar seus talentos e ter a possibilidade de fazer parte do nosso time time de engenharia.

Hoje, cerca de 120 pessoas trabalham em Infosec para que as suas informações permaneçam protegidas. Uma das formas de continuar inovando e solucionando problemas reais é fortalecendo os times para que eles representem a diversidade que existe na sociedade – é assim que fazemos no Nu.

Para saber como isso acontece na prática, você vai conhecer a rotina de duas engenheiras de Segurança da Informação que trabalham no Nubank e suas dicas para que mais mulheres façam parte deste universo. 

Daiane Santos, engenheira de segurança do App

Londrinense vivendo em São Paulo, Daiane tem 27 anos e trabalha no Nu há três, cuidando da área de segurança do aplicativo. Ou seja: suas atribuições giram em torno da criação de mecanismos para deixá-lo mais seguro. Ela estudou na Universidade Tecnológica Federal do Paraná e hoje aprende linguagens da programação na Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia. 

Daiane começa o dia cedo, com um café e uma leitura. Depois, é hora de olhar para a agenda e entender quais serão os compromissos daquele dia. "Após organizar minhas reuniões, eu me planejo para elas. Meu time é incrível e temos uma interação muito boa! Estamos sempre alinhando alguns pontos ao longo do dia e às vezes marcamos reuniões para decidirmos algo em conjunto", relata a engenheira. 

Daiane Santos no escritório do Nubank, em São Paulo. Foto: Redação Nubank

Ela também explica que uma pessoa que trabalha com Segurança da Informação precisa estar sempre um passo à frente, se antecipando em relação às vulnerabilidades que um sistema pode apresentar. Volatilidade, ou seja, algo que muda constantemente, é a palavra chave para a função que ela desempenha. E um bom profissional é aquele que consegue se adaptar a desafios constantes. 

"Todo dia aparecem coisas diferentes e novos conteúdos para estudar. Isso me faz estar sempre atualizada com o que acontece no mundo dos celulares. Essa é uma das coisas mais interessantes, mas também é o maior desafio. Preciso estar ligada a tudo que acontece e saber quando isso pode ou não afetar algum sistema que trabalho", conta. 

Para mulheres que sonham com a profissão, Daiane deixa três conselhos: estude, planeje e persista. Ela também é uma pessoa autista e, todas as vezes em que enfrentou um desafio na carreira profissional, tentou transformá-los em impulso para ir além. "Muitas pessoas acham que não sabem o suficiente para entrar na área, mas às vezes é só a síndrome do impostor batendo na sua porta. Não deixe ela falar mais alto", completa.

Talita Rodrigues, engenheira de criptografia aplicada

Aos 11 anos de idade, a paulistana Talita já sabia que queria trabalhar com computadores. Hoje, aos 30, ela se orgulha da trajetória que construiu como engenheira. Ela é formada em Sistemas da Informação na USP, participou de um intercâmbio em Ciências da Computação na York University, no Canadá e hoje faz mestrado em Engenharia da Computação na Escola Politécnica da USP. "E tudo isso começou porque li o livro Fortaleza Digital, do Dan Brown, e amei", brinca. 

No Nubank, o trabalho dela é com criptografia. Cripto que? A Talita conta melhor. "Eu forneço ferramentas criptográficas para que a gente mantenha os dados dos clientes e os dados do Nubank seguros, exatamente onde a gente quer que eles permaneçam", explica. A semana da engenheira começa com a organização do que precisa ser entregue até o final da semana. 

Talita Rodrigues no escritório do Nubank, em São Paulo. Foto: Redação Nubank

Na rotina do dia a dia, ela também responde mensagens dos colegas, desenvolve documentos e tira umas horas do dia para realizar testes e criar códigos, seja em grupo ou sozinha. "No meu time, a gente coda junto e resolve problemas de arquitetura explorando os sistemas", diz. Talita lidera a área técnica do time de criptografia e está sempre pensando em soluções para manter ou melhorar o nível de segurança das ferramentas do Nubank.

"Aqui é um espaço onde as ideias são extremamente bem-vindas, mesmo que elas nunca tenham sido ouvidas no mercado ou na academia. É onde você pode fazer algo que todo mundo olha e fala 'é impossível!', mas aqui é o espaço para você tornar possível."

A engenheira também reconhece que ainda existe um caminho a ser percorrido para que as profissionais da área trabalhem em pé de igualdade com os homens. Mas também destaca que nenhuma mulher precisa mais trilhá-lo sozinha. 

"Hoje posso dizer com propriedade que nós não estamos sozinhas. Existem comunidades e outras mulheres para dar suporte. Procure se cercar de pessoas que se parecem com você e não tenha medo de pedir ajuda. Toda engenheira sabe muito bem o que passou e está sempre muito aberta para ajudar outras", completa. 

Quer fazer parte do time de Segurança da Informação do Nubank?

Estamos com inscrições abertas para o evento Hack Her_Way, focado em mulheres na área de Segurança da Informação. As vagas são para os níveis júnior e pleno e as inscrições ficam abertas até dia 09 de outubro de 2022. 

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