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Planejamento de curto e longo prazo: quais são as diferenças?

Entender o que - e quanto tempo - é necessário para realizar um objetivo financeiro dá mais clareza de como ele pode ser atingido.

Comprar uma casa ou viajar? Pagar uma dívida ou economizar para um presente de fim de ano? Na prática, todas essas decisões e objetivos envolvem algum tipo de planejamento financeiro – e quando falamos de planejamento financeiro, uma parte importante dele deve estar relacionada ao prazo – por quanto tempo será necessário se organizar. 

Parece confuso, mas não é: é o que chamamos de curto e longo prazo. Dois exemplos: 

  • Um adolescente que começa a economizar dinheiro pensando em comprar uma casa com 30 anos está pensando em um objetivo de longo prazo, considerando que está há muitos anos de distância;
  • Uma pessoa que se planeja para viajar no ano seguinte está pensando em um objetivo de curto prazo, já que isso deve acontecer entre alguns meses e, no máximo, um ano.

Normalmente, essa divisão também está ligada ao tamanho desse objetivo, que pode exigir um planejamento e organização por maior tempo. Seguindo os exemplos acima: a compra de um imóvel é um investimento financeiro maior do que uma viagem e que pode, portanto, exigir mais planejamento.

Mas quais são as diferenças entre o planejamento financeiro de curto e longo prazo? 

Vale dizer que exceto para fins contábeis e para investimentos específicos, não existe uma regra que define exatamente quais objetivo se encaixam em cada prazo e quanto tempo cada um deve levar – isso está relacionado também à realidade de quem o define.

Abaixo, veja as principais diferenças no conceito de cada um e as melhores práticas.

Curto prazo

São considerados de curto prazo, no geral, momentos ou objetivos que vão se concretizar nos próximos 3 a 12 meses – portanto, que estão há no máximo um ano de distância do momento em que o planejamento começa a ser feito.

Um bom – e simples – exemplo de planejamento de curto prazo é ter controle sobre suas contas de começo do ano, após Natal e Reveillon. Segundo uma pesquisa da CNDL, apenas um a cada dez brasileiros tem a renda suficiente para pagar todas as despesas desse período; um planejamento de curto prazo poderia prever essas despesas e diminuir o tamanho da dívida depois do ano-novo, por exemplo.

Longo prazo

Começam a ser considerados de longo prazo aqueles eventos que devem acontecer ou se concretizar em 3 ou 5 anos a partir de quando se inicia o planejamento – e não necessariamente têm um prazo máximo.

Podem entrar como objetivos de longo prazo, portanto: comprar um imóvel, aposentar-se em uma determinada idade, abrir um negócio, ter um filho, entre outros. Planejamentos de longo prazo geralmente envolvem quantias maiores – dentro da realidade de cada um. Como se planejar?

Para ambos, ter um cronograma ou calendário de planejamento de todo o período até a data final é importante. Por exemplo, definir o quanto você vai guardar a cada mês, identificar seus gastos previstos e ter um orçamento de fato. Ter pequenas metas ao longo do caminho também pode ajudar a ter mais visibilidade do que deve ser feito em determinado período.

Começar um planejamento pode ser difícil – uma segunda pesquisa da CNDL e do SPC Brasil mostram que controlar o orçamento financeiro é algo que 48% dos consumidores brasileiros admitem não conseguir fazer. 

Quando se trata de objetivos de longo prazo, especificamente financeiros, um bom aliado são investimentos, desde que adequados e de prazo semelhante ao seu planejamento. Veja mais sobre como investir pode ser mais eficiente do que guardar nestes casos. 

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