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Investimentos para iniciantes: conheça 5 opções para começar

Nem sempre é fácil dar o primeiro passo. Muitas vezes, o que está faltando é apenas um empurrãozinho. Por isso, é hora de despertar o investidor que existe dentro de você e conhecer os cinco principais investimentos para iniciantes.



imagem mostra um porquinho de moeda que representa um cofre.

Muita gente quer começar a investir, mas não sabe por onde. Isso é perfeitamente normal. Para dar a largada em busca de uma vida financeira melhor, é preciso conhecer os principais investimentos para iniciantes.

Antes de mais nada, vale lembrar que investir não é coisa de outro planeta. É mais fácil do que se pensa, porém exige cautela, disciplina e objetivos claros, principalmente em relação ao tempo. Ou seja, se a ideia é realizá-los em curto, médio ou longo prazos. 

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Talvez você já tenha escutado por aí que “quem quer chegar em muitos lugares ao mesmo tempo se perde no caminho e não chega a lugar nenhum”. Por essa razão, e para que a jornada fique mais simples, é essencial ter metas financeiras bem definidas. 

Confira, abaixo, os cinco principais investimentos para iniciantes e confira algumas dicas para quem está começando nesse mundo. 

Conheça 5 investimentos para iniciantes

Quando se está começando a investir, é preciso levar em conta alguns fatores como segurança, alta liquidez e previsibilidade de remuneração, ou seja, clareza de quanto poderá receber no fim do prazo do investimento. 

Os investimentos de renda fixa são os que costumam aliar esses itens. Eles são chamados de “renda fixa” justamente porque possuem uma rentabilidade previsível, mais constante e estável que outros tipos de investimentos.

A seguir, confira os cinco principais investimentos para iniciantes:

1. Tesouro Selic

Considerado um dos mais populares e muito indicado para a formação de uma reserva de emergência, o Tesouro Direto costuma ser a porta de entrada para o mundo dos investimentos, mais precisamente o Tesouro Selic.

Ele é uma boa opção para quem busca baixo risco, alta liquidez e rentabilidade atrelada à taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira. 

O Tesouro Selic é classificado como um investimento de renda fixa pós-fixado por acompanhar o desempenho de um indicador da nossa economia, que nada mais é do que a taxa Selic.

Na prática, investir em um título do Tesouro Direto é como emprestar dinheiro para o governo e receber juros por esse empréstimo. 

Veja algumas características do Tesouro Selic:

  • Ideal para construir reserva de emergência;
  • A partir de R$ 100 já dá para investir;
  • Rentabilidade acima da poupança;
  • Indicado para objetivos de curto prazo;
  • 100% garantido pelo Tesouro Nacional, ou seja, tem baixo risco;
  • Imposto de Renda sobre o rendimento conforme tabela regressiva;
  • Liquidez imediata (D+0) ou diária (D+1). Você pode sacar o seu dinheiro a qualquer momento. 

Conheça os três principais tipos de títulos do Tesouro Direto

Liquidez

A liquidez – capacidade de um investimento se transformar em dinheiro – é indicada pela sigla “D+” seguida pelo número de dias úteis necessários para que o dinheiro retorne à conta depois que o resgate é solicitado. No caso do Tesouro Selic, se a solicitação de resgate for feita até as 13h, será D+0. 

Por outro lado, se for feita após as 13h, será D+1. Ou seja, quando solicitado o resgate, o dinheiro entrará na conta no próximo dia útil do pedido de resgate. 

Tributação de Imposto de Renda

O Tesouro Selic é tributado de acordo com a tabela regressiva do Imposto de Renda (IR). Isso quer dizer que quanto mais tempo você fica com o investimento, menos imposto você paga, pois o valor vai caindo à medida que o dinheiro permanece investido.

A alíquota mínima de tributação é de 15%, e a máxima é de 22,5%. Confira abaixo a tabela regressiva do IR.

Prazo do investimentoAlíquota 
Até 180 dias (6 meses)22,5%
De 181 a 360 dias (1 ano)20%
De 361 a 720 dias (2 anos)17,5%
Acima de 720 dias (+ de 2 anos)15%

É importante dizer que apenas os lucros do investimento têm incidência de Imposto de Renda, e não o montante principal. 

Além disso, é a própria instituição financeira na qual você investe que é responsável pelo recolhimento do imposto direto na fonte. 

Em outras palavras, a tributação sobre o lucro é recolhida automaticamente na sua conta na hora do resgate, facilitando a sua organização financeira e evitando problemas com a Receita Federal.

Outro imposto que pode aparecer nos investimentos é o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Nesse caso, ele incide apenas quando há resgate em um período inferior a 30 dias após a aplicação. O melhor jeito de fugir da cobrança do IOF é manter seu dinheiro investido por, pelo menos, 30 dias. 

Taxa semestral da B3 para Tesouro Direto

A B3 – Bolsa de Valores brasileira – cobra a cada seis meses uma taxa de custódia de quem investe no Tesouro Direto. De forma simplificada, a custódia é a “guarda” dos ativos, ou seja, o investidor remunera a B3 por essa proteção e pela segurança de suas informações financeiras.

As duas cobranças acontecem no primeiro dia útil de janeiro e no primeiro dia útil de julho. Esse valor é debitado direto na conta da instituição financeira na qual você investe. Por isso, é fundamental deixar um saldo em dinheiro na sua conta nesse período para que ela não fique negativa. 

Existem duas situações referentes à taxa de custódia cobrada pela B3:

  • A taxa é zero: não paga taxa quem tem menos de R$ 10 mil investidos no Tesouro Selic;
  • A taxa é de 0,20% ao ano:  paga taxa quem tem mais de R$ 10 mil investidos no Tesouro Selic.

Conheça o simulador do Tesouro Direto para descobrir a rentabilidade de cada título

2. CDB 

Outro investimento que aparece com frequência  para os investidores de primeira viagem é o Certificado de Depósito Bancário (CDB).

O CDB é emitido por bancos que captam o seu dinheiro em troca de financiar suas próprias atividades. Isso mesmo: você está emprestando dinheiro para o banco. 

Em troca, essa instituição te paga juros calculados em cima desse empréstimo. Para que tudo isso funcione direitinho, esse empréstimo tem um prazo definido.

Quanto rende um CDB?

Os juros pagos para o investidor são calculados de acordo com o tipo de CDB escolhido. A rentabilidade pode ser: 

  • Prefixada; 
  • Pós-fixada; 
  • Ou híbrida.

De forma simples, na prefixada, você já sabe exatamente quanto vai ganhar no final do investimento. 

Já na pós-fixada, você tem uma previsão de quanto vai ganhar no final do investimento, mas o valor exato vai depender do indexador do título – o CDI ou IPCA, por exemplo. 

Por fim, quando se fala em rentabilidade híbrida, é uma mistura da prefixada com a pós-fixada. Esse título é menos comum e costuma estar atrelado à inflação.

Em um CDB com rentabilidade mista, parte da rentabilidade será fixa e parte será atrelada a um indicador da economia, com o IPCA, que mede a inflação oficial do país. Por exemplo: um CDB pode render 3% ao ano (prefixada) + IPCA (pós-fixada).

CDBs têm proteção do FGC

Um ponto que deve ser levado em consideração sobre os investimentos para iniciantes é a segurança. O CDB é protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). 

O FGC é uma espécie de “seguro” do investidor e entra em ação em caso de falência do banco emissor do CDB, por exemplo. Isso porque o principal risco de um CDB é o risco relacionado ao banco emissor. Ou seja, quanto mais sólido for o banco que emitiu o CDB, menor o risco do produto.

O valor total coberto pelo FGC é de até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira, com um limite de R$ 1 milhão por CPF renovado a cada período de quatro anos.

Veja algumas características do CDB:

  • Garantia do FGC;
  • Investimento mínimo a partir de R$ 100;
  • Rende mais que a poupança e é tão seguro quanto;
  • Liquidez diária (D+1) ou no vencimento;
  • Indicado para objetivos de médio e longo prazos;
  • Imposto de Renda sobre o rendimento conforme tabela regressiva;
  • 3 categorias possíveis de rentabilidade: prefixada, pós-fixada e híbrida.

Existem muitos tipos de CDBs, com datas de vencimentos variadas, aportes mínimos e rendimentos diferentes. O CDB com liquidez diária, por exemplo, é um dos investimentos para iniciantes mais recomendados para a formação de uma reserva de emergência.

Por essa razão, ele é indicado para quem quer ter a liberdade de ter o dinheiro em mãos quando quiser. Assim, se surgir um imprevisto e você precisar da quantia antes do prazo final, basta fazer o resgate do seu investimento.

3. LCI e LCA

Na lista de investimentos para iniciantes, essa dupla também marca presença. A sigla LCI significa Letra de Crédito Imobiliário, e LCA é a sigla para Letra de Crédito do Agronegócio. 

Ambos são emitidos por bancos comerciais, mas com objetivos diferentes. Para você que está investindo, não há muita diferença entre eles, mas para o banco que faz a emissão desses títulos sim: o destino do dinheiro captado com cada um dos títulos. 

Traduzindo: o dinheiro da captação de LCIs vai para o setor imobiliário, enquanto o dinheiro captado através de LCAs é destinado ao agronegócio. Basicamente, eles são bem parecidos com o CDB. Para escolher em qual investir, é preciso considerar o prazo, o valor e o banco emissor.

Um dos grandes atrativos é que esses dois investimentos para iniciantes são isentos de Imposto de Renda. Mas não é porque o produto é livre de tributação que ele não precisa estar na declaração anual de IR. Pelo contrário, precisa, sim. 

Veja como declarar LCI e LCA no Imposto de Renda

Tanto LCI quanto LCA contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Veja algumas características da LCI e da LCA:

  • Garantia do FGC;
  • Isenção de Imposto de Renda;
  • Investimento mínimo a partir de R$ 1 mil (mil reais);
  • Rende mais que a poupança e é tão seguro quanto;
  • Indicadas para objetivos de médio e longo prazos;
  • Liquidez no vencimento;
  • Captam recursos para o setor imobiliário e do agronegócio.

7 investimentos sem Imposto de Renda: quando vale a pena escolher?

4. RDB

Antes de mais nada, isso não tem nada a ver com um famoso grupo de música pop chamado Rebelde (RBD). Então, não faça confusão com as letrinhas. 

A sigla RDB significa Recibo de Depósito Bancário. É um título de renda fixa atrelado ao CDI que funciona de maneira semelhante ao CDB. Em outras palavras, você empresta seu dinheiro para a instituição financeira que emite o título, e o recebe de volta com juros, que, no caso, são os rendimentos do RDB.

Ele também é um investimento considerado seguro, que conta com a proteção do FGC. Diferente dos CDBs, o valor investido no RDB costuma ser resgatado somente no vencimento, por isso tenha certeza de que não precisará desse dinheiro antes disso.

Dica especial: para mudar um pouco essa história de resgate apenas no vencimento, o Nubank, por exemplo, possui um RDB diferente dos demais do mercado, pois permite o resgate a qualquer momento. É um RDB de liquidez diária, que participa da lista dos investimentos para iniciantes por ser prático e seguro.

Veja algumas características do RDB:

  • Garantia do FGC;
  • Rendimento superior à poupança;
  • Investimento de baixo risco;
  • Rentabilidades prefixada e pós-fixada;
  • Imposto de Renda sobre o rendimento conforme tabela regressiva;
  • Pode ser emitido por diversas instituições financeiras e não apenas por bancos;
  • Baixa liquidez (apenas no vencimento). Porém, no Nubank tem liquidez diária.

5. Fundos de renda fixa

Quem está começando a investir pode ter dificuldade em decidir, por exemplo, em qual título do Tesouro Direto, CDB, LCI ou LCA investir exatamente. 

Nessa hora, deixar essa função nas mãos de um profissional parece ser a solução mais fácil e confiável. E é aí que entra em cena o gestor de um fundo de investimento de renda fixa. Ele tem  a missão de buscar boas rentabilidades sem deixar de lado a segurança do patrimônio dos investidores.

Como funciona um fundo de investimento? 

Os fundos funcionam como um condomínio. Eles são uma forma de investimento coletivo que reúne o dinheiro de diversos investidores para uma aplicação em conjunto e são administrados por um gestor – profissional especialista responsável pela escolha dos ativos nos quais o fundo investirá. 

Entenda melhor: pense em um condomínio com seus moradores e síndico. O síndico fará o papel de gestor, ou seja, a pessoa que vai tomar conta de tudo, e os condôminos de investidores. 

Cada morador compra uma cota (um apartamento), paga uma mensalidade para a administração e segue algumas regras (condomínio). 

Basicamente, é um grupo de pessoas com interesses em comum que se une para dividir despesas e cuidar melhor de seu patrimônio. O síndico será o responsável por analisar o cenário e decidir onde colocar o dinheiro dos condôminos.

 Veja algumas características de fundos de renda fixa:

  • Gestão profissional;
  • Não é cobrada taxa de performance;
  • É cobrada taxa de administração;
  • Aplicação em grupo;
  • Cobrança semestral do come-cotas sobre o rendimento;
  • Investimento de baixo risco e alta liquidez;
  • Imposto de Renda e IOF descontados na fonte na hora do resgate.

Por apresentarem rendimentos previsíveis e baixa oscilação, os fundos de investimentos de renda fixa também estão na lista de investimentos para iniciantes. 

Mas não são todos eles. Apenas os que são classificados como fundo de renda fixa simples ou fundo de renda fixa referenciado DI, simplesmente chamado de Fundo DI. A seguir, veja características de cada um deles:

Fundo de renda fixa simplesFundo renda fixa referenciado DI
O que compra? Títulos públicos federais e ativos privados com os mesmos riscos dos títulos públicos federais. O que compra? 80% em títulos públicos e ativos de baixo risco de crédito e 95% em ativos que acompanham um índice de referência – taxa Selic e CDI, por exemplo.
Percentual mínimo: deve ter, no mínimo, 95% de patrimônio líquido representado pelos produtos citados acima.Percentual mínimo: deve ter, no mínimo, 80% e 95% de patrimônio líquido representado pelos produtos citados acima.

Investimento inicial de R$ 1 (um real): conheça o fundo de renda fixa do Nubank

Dicas para quem está começando a investir

Para começar a investir é preciso planejamento financeiro. Então, após os exemplos de investimentos para iniciantes, confira dicas para quem está dando os primeiros passos no mundo das finanças. 

Defina seus objetivos

Você vai investir para fazer um intercâmbio, para comprar um carro ou para se aposentar? Definir um plano antes de entrar em ação é imprescindível na caminhada rumo às conquistas da vida.

Sem se conhecer,  fica difícil escolher o investimento que mais combina com os seus sonhos. Comece, por exemplo, relacionando os prazos com os objetivos:

Prazo aproximadoObjetivo
Curto prazo – menos de 2 anosComprar carro, viagem de férias etc.
Médio prazo – de 2 a 5 anosPagar curso na faculdade, casamento etc.
Longo prazo – mais de 5 anosAposentadoria, comprar uma casa etc.

Monte uma reserva de emergência

Investir é muito bom, mas ter uma reserva de emergência para quando a coisa apertar é melhor ainda. Ela nada mais é do que aquele dinheiro guardado para qualquer necessidade que surgir. Ou seja, que serve para aliviar os momentos de aperto financeiro. 

Basicamente, a reserva de emergência funciona como um seguro do seu bolso ou como um kit de primeiros socorros. Este é um dos primeiros passos para quem está começando a investir.

O valor da reserva de emergência varia de pessoa para pessoa, afinal, as necessidades, as rendas e as despesas de cada um são diferentes.

Valores na prática

Especialistas em finanças sugerem guardar uma quantia que cubra o seu custo de vida (gastos mensais) por, no mínimo, 4 meses a 6 meses. Atenção: não é o seu salário líquido, e sim o valor das suas despesas totais. Ou seja, tudo o que você paga durante o mês: aluguel, conta de água, conta de luz, supermercado etc.

Se você tiver gastos que somam R$ 1 mil por mês, sua reserva poderá ser de R$ 4 mil a R$ 6 mil. Se os gastos forem de R$ 2 mil, precisará de R$ 8 mil a R$ 12 mil, e assim por diante. Acompanhe os exemplos na tabela abaixo:

Gastos mensaisTempoReserva de emergência
R$ 1 mil 4 meses a 6 mesesR$ 4 mil a R$ 6 mil
R$ 2 mil4 meses a 6 mesesR$ 8 mil a R$ 12 mil

Não se assuste com estes valores. A princípio, pode parecer muito, mas a ideia é construir a sua reserva de emergência aos poucos, com calma.

Também tem uma outra maneira de calcular a reserva de emergência: você pode somar todas as despesas dos últimos seis meses e traçar uma média mensal. 

Lembre-se que o dinheiro da reserva de emergência precisará estar à sua disposição para quando você precisar. Uma boa reserva conta com 3 ingredientes indispensáveis: baixíssimo risco, facilidade em resgatar e rendimento maior que a poupança.

Portanto, os investimentos em renda fixa com liquidez diária são ideais para a composição da sua, pois possibilitam rápido resgate dos recursos financeiros para atender às necessidades.

Veja algumas opções de onde investir a reserva de emergência

Invista mesmo com pouco dinheiro

Está na dúvida entre investir todos os meses ou juntar dinheiro para aplicar uma vez só? Isso não importa. O mais importante é criar o hábito de investir sempre, se possível todos os meses, mesmo que a grana que sobre seja pequena.

A ideia é investir mês a mês, ano a ano. Enfim, no seu ritmo, mesmo com pouco. O grande segredo é: quanto mais tempo você deixar o seu dinheiro investido, mais ele tende a crescer. Afinal, é de investimento em investimento que você vai chegar lá.

Esse tipo de atitude poderá fazer uma diferença enorme na sua jornada de independência financeira e de sossego na aposentadoria. Definitivamente, não existe nada melhor do que aprender a cuidar do próprio dinheiro e fazê-lo render mais. 

Descubra e respeite seu perfil de investidor

Ao abrir uma conta na instituição financeira na qual você escolheu investir, é preciso responder a um formulário de Análise de Perfil do Investidor (API).

Esse formulário leva em consideração três pontos cruciais para a sua vida de investidor: adequação ao objetivo, situação financeira e conhecimento do cliente.

As respostas definirão seu perfil de investidor, sua tolerância ao risco para lidar com o sobe e desce do mercado, sua necessidade de liquidez e sua expectativa de rentabilidade. Ou seja, é o que vai permitir que o seu perfil esteja adequado aos produtos de investimentos escolhidos.

Independentemente do seu perfil, você sempre vai conseguir visualizar todos os investimentos disponíveis. E vale lembrar que o perfil do investidor não é definitivo, você pode refazer o teste a qualquer momento, especialmente quando seus objetivos mudarem ou quando você quiser correr mais risco ou menos risco.

Basicamente, existem 3 tipos de perfis de pessoas investidoras:

Acredita que devagar se chega longe

É a pessoa que não encara como um problema ter um investimento com menos rentabilidade, desde que ele seja mais seguro. No mercado financeiro é chamado de perfil conservador. 

Acredita que equilíbrio é tudo

É a pessoa que pode até topar alguns riscos para agarrar a chance de ter mais rentabilidade, desde que esses riscos sejam controlados. É o perfil mais conhecido como moderado.

Tem nervos de aço

É a pessoa que topa mais riscos em troca da chance de ter uma rentabilidade maior, mesmo que isso signifique menos previsibilidade nos resultados. No mundo dos investimentos é chamado de experiente ou arrojado.

Perfil de investidor na NuInvest: como funciona o teste?

Diversificar é o caminho

Diversificar seus investimentos é a melhor maneira de reduzir riscos e proteger seu dinheiro em momentos de caos. Isso significa investir em diferentes tipos de ativos financeiros e não ficar em apenas um.

A diversificação de investimentos é a grande aliada dos investidores que querem buscar melhores rentabilidades no curto, médio e longo prazos. 

É importante lembrar que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Por isso, o ditado “nunca coloque todos os ovos na mesma cesta” continua em alta.

Diversificação de investimentos: 5 dicas para começar

Evite o efeito manada

O comportamento de manada é aquele que te leva a fazer o que todo mundo faz sem questionar. Ele também pode fazer com que você permaneça errando, seguindo um grupo sem se dar conta das perdas. 

O efeito manada nos investimentos pode te fazer perder dinheiro. Lembre-se de que nem sempre o que é bom para o outro será bom para você. Afinal, cada pessoa tem perfil e objetivo diferentes.

Para os investidores iniciantes, a chance de cair nessa cilada é grande. Geralmente, promessas de ganho fácil facilitam o efeito manada. Essas promessas costumam encher os olhos, mas acabam te deixando de bolso vazio com a mesma velocidade. 

Todo mundo está sempre buscando o melhor para a vida, mas sem dedicação e “ralação” não se chegará a lugar nenhum, pode ter certeza. Por isso, o jeito de driblar isso é buscar conhecimento e não desviar das metas.

Educação financeira é palavra-chave

Antes de mais nada, você deve levar em consideração um conselho do maior investidor do mundo, Warren Buffett, para quem está começando: “Invista em si mesmo o máximo que puder. Você é o seu maior patrimônio”, diz ele. 

Educação financeira é poder e liberdade. E melhores decisões sobre investimentos dependem especialmente dela. 

Vá devagar, lendo um pouco todos os dias ou utilizando outros formatos de aprendizado que você curta mais como podcasts, vídeos no YouTube, no TikTok etc. 

Confira duas publicações especiais para colocar o cérebro para se exercitar:

16 livros sobre finanças e investimentos para você aprender a cuidar do seu dinheiro

10 filmes sobre mercado financeiro para aprender mais sobre esse universo

Simulador de investimentos ajuda a comparar renda fixa com poupança

Quem começa a investir seu dinheiro, normalmente entra em contato primeiro com os investimentos de renda fixa para depois pensar em investimentos de renda variável.

O simulador da NuInvest é uma ferramenta que pode ajudar na sua tomada de decisão. Com ele você consegue comparar a rentabilidade de alguns investimentos de renda fixa, como Tesouro Direto, CDB, LC (Letra de Câmbio), LCI e LCA em relação à poupança.

Leia também:

O que é investimento – e como começar a investir

Como economizar dinheiro: o guia para começar a guardar

NuSócios: programa de investimentos e organização financeira terá apoio da B3, a Bolsa do Brasil

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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