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6 perrengues que você não passa mais depois do Pix

O meio de pagamentos instantâneos completou seis meses e já é o método de transferências mais usado pelos brasileiros.

Você, que já nem lembra mais como era a vida antes do Pix, sabia que ele só tem seis meses de funcionamento? Lançado no dia 16 de novembro de 2020, o meio de pagamentos instantâneos trouxe mais rapidez, disponibilidade e facilidade para as transações financeiras – e livrou milhões de brasileiros de perrengues bem comuns na era pré-Pix.

Só para dar uma dimensão do que é o Pix, aqui vão alguns números divulgados pelo Banco Central:

  • Mais de R$ 1 trilhão movimentados ao longo de seis meses;
  • 51% de todas as transações bancárias em abril foram feitas por Pix – ultrapassando as operações de TED, DOC, boleto e cheque somadas;
  • Pelo menos um terço dos brasileiros já utilizou o Pix ao menos uma vez;
  • 230,6 milhões de chaves já foram cadastradas – sendo o CPF o tipo mais comum.

Abaixo, veja seis perrengues comuns de uma era anterior ao Pix.

1. Pagar tarifas absurdas para movimentar seu dinheiro

Apesar de algumas instituições financeiras (como o Nubank) já oferecerem transferências gratuitas e ilimitadas há tempos, clientes de alguns bancos estavam fadados a uma triste realidade antes do Pix: pagar tarifas altíssimas para movimentar o próprio dinheiro por TED e DOC.

Com a chegada do sistema de pagamentos instantâneos, entretanto, isso mudou. Pessoas físicas não pagam nada para transferir ou pagar com Pix – e, nos demais casos, os custos são menores do que de outros meios.

No Nubank, por exemplo, o Pix é sempre gratuito para todo mundo – incluindo clientes PJ, que podem enviar e receber dinheiro sem pagar nada por isso.

2. Não poder transferir para outros bancos aos finais de semana – ou fora do horário comercial

Quem já tentou fazer um TED ou DOC no final de semana ou fora do horário comercial sabe quão frustrante é receber aquele aviso dizendo que não foi possível completar a transação.

Com o Pix, a realidade é bem diferente. Os usuários podem enviar e receber transferências e pagamentos em qualquer dia da semana – incluindo feriados –, 24 horas por dia.

Isso vale, inclusive, para aquele seu amigo ou parente que não cadastrou uma chave Pix. Afinal, também dá para transferir em tempo real usando os dados da conta – assim como acontece com TED ou DOC.

3. Precisar de várias informações pessoais para realizar uma transferência

Número da conta e da agência, nome, CPF, número do banco… Em um mundo pré-Pix, eram necessárias todas essas informações para fazer uma única transferência de um banco para outro. Ou seja: nada prático. 

Com o sistema de pagamentos instantâneos, só é preciso uma chave Pix para fazer uma transferência – que pode ser o CPF ou o CNPJ, o telefone celular, o email ou uma chave aleatória.

Dá para fazer uma transferência Pix usando os dados da conta? Dá, mas usando a chave Pix é bem mais fácil e rápido.

4. Perder vendas porque o cliente não tinha dinheiro em espécie

Se você tem um negócio ou trabalha por conta própria, provavelmente conhece a dor de perder uma venda porque o cliente não tinha dinheiro em espécie e você não aceitava outra forma de pagamento.

Com o Pix, empreendedores ganharam mais uma opção para receber de seus clientes em tempo real, em qualquer dia e horário – sem depender de dinheiro em espécie nem de maquininha.

As cobranças podem ser feitas usando o QR Code, uma chave Pix ou os dados da conta. Entenda como fazer.

5. Ter de esperar até 3 dias para um boleto ser compensado

Apesar de ser um meio de pagamento comum no Brasil, o boleto bancário tem um lado negativo: demorar até 3 dias úteis para ser compensado. Com isso, empresas têm de esperar mais para receber pagamentos e os clientes podem ter de esperar mais para as compras serem realizadas.

Ou seja: ambos os lados saem perdendo.

A boa notícia é que você pode substituir o boleto por um Pix. Afinal, é necessário ter todo o dinheiro disponível tanto para um quanto para o outro, a diferença é que o Pix é muito mais rápido. 

6. Precisar de dinheiro em espécie e não ter caixa eletrônico perto

Ok, este ainda é um perrengue na vida dos brasileiros, mas deve deixar de ser com a implementação do Pix Saque e do Pix Troco – previstos para agosto de 2021.

Segundo a proposta do Banco Central, tanto o Pix Saque quanto o Pix Troco vão permitir que as pessoas saquem dinheiro em espécie por meio do Pix em estabelecimentos cadastrados para isso, como lojas.

Na prática, ambos vão funcionar como um pagamento normal do Pix para o usuário final: a pessoa fará a leitura de um QR Code, autorizará o pagamento e receberá o dinheiro em espécie – seja o valor total da transação, no caso do Pix Saque, ou a diferença entre o valor da transação e o valor de uma compra, no caso do Pix Troco.

Saiba mais sobre as duas funcionalidades – e como opinar sobre elas

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história.

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