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Tesouro Direto suspenso: por que isso acontece?

Quando as taxas e preços do Tesouro Direto apresentam variação muito grande, suas negociações são suspensas por determinado tempo. Entenda.

Nessa quarta-feira, 11 de março de 2020, quem tentou vender, comprar ou visualizar títulos do Tesouro Direto se deparou com uma mensagem: Tesouro Direto suspenso. Isso aconteceu no mesmo dia em que foi acionado o segundo circuit breaker na bolsa de valores brasileira, a B3 (explicamos melhor aqui).

E a gente pode se perguntar: o que significa o Tesouro Direto suspenso? Por que isso acontece? 

Tesouro Direto suspenso – por que isso acontece?

Segundo o próprio programa do Tesouro Nacional, que permite a pessoas físicas comprar e vender títulos públicos do governo, a suspensão das negociações acontece para garantir que elas não sejam feitas a taxas muito diferentes daquelas praticadas no mercado secundário.

O mercado secundário do Tesouro Direto abrange, basicamente, as negociações de compra e venda dos títulos do TD feitas por instituições financeiras, bancos e corretoras de investimentos. 

As taxas do Tesouro Direto se baseiam exatamente nas negociadas neste mercado secundário. 

Ou seja: quando existe forte volatilidade no mercado, levando a uma alta ou queda brusca nas taxas dos títulos públicos no mercado secundário – normalmente, fazendo com que elas fiquem muito diferentes das normalmente praticadas – as negociações são suspensas para garantir que nenhum investidor faça uma compra ou venda a um preço que pode rapidamente mudar.

O objetivo de suspender as negociações é fazer com que que os preços e taxas dos títulos se atualizem e voltem para os níveis do dia a dia. Vale dizer que, normalmente, essas suspensões duram no máximo algumas horas – pouco depois, as negociações já voltam ao normal. Pode acontecer de elas durarem mais tempo, dependendo da instabilidade e oscilação do mercado, como aconteceu no dia 11 de março.

“A suspensão das negociações representa uma segurança a mais para o investidor, ao garantir que suas operações sejam realizadas a preços e taxas justos”, diz o Tesouro.

A bolsa de valores apresenta um mecanismo parecido com o usado pelo Tesouro Direto: o circuit breaker. Ele também é acionado em momentos que o Índice Bovespa apresenta queda muito brusca. Saiba mais aqui. 

Como funciona o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional. Esses títulos são, basicamente, ativos de renda fixa (isso significa que, ao comprar o título, você já tem uma ideia de quanto terá no momento do resgate).

Ao comprar um título público, você está emprestando dinheiro para o governo brasileiro em troca de uma remuneração por este empréstimo, que você receberá quando vender o título. Ou seja: você compra o título por um valor determinado e, ao vendê-lo, recebe o valor emprestado ao governo mais juros sobre ele. Esses juros são o rendimento do título.

As negociações do Tesouro acontecem todos os dias úteis, das 9h30 às 18h. Neste período, as taxas e preços são atualizados três vezes dentro deste período.

O valor mínimo para investimento no Tesouro Direto, qualquer que seja o título, é de R$ 30 – embora possa variar alguns reais. O valor máximo para aplicação no Tesouro é de R$ 1 milhão por mês.

Vale dizer que o investidor não é obrigado a comprar um título inteiro. Ele pode, por exemplo, investir uma quantia que equivalha apenas a uma parte – ou fração – de um título. A fração mínima é de 1% do valor total do título; a compra sempre será em frações, até atingir os 100% do título.  

Cada título tem sua própria taxa de remuneração e preço – alguns podem ser mais caros que outros ou apresentar rendimento menor. Aqui você confere uma explicação mais detalhada.

Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.

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