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“O Nubank levantou minha autoestima e serei sempre grato por isso”

Com o negócio fechado por meses durante a pandemia, Domingos Santana conta sobre os tempos difíceis que passou e como o limite disponível no cartão de crédito roxinho ajudou a enfrentá-los.



Domingos começou a trabalhar ainda criança. Aos 12 anos de idade era possível encontrá-lo na feira quase todas as manhãs vendendo tomates na barraca de um conhecido. Na adolescência, passou por uma oficina mecânica e outros empregos e, no início da fase adulta, chegou a ser office boy. 

Até que, em 1994, conseguiu um trabalho em uma agência de turismo em Salvador, Bahia, onde nasceu e mora até hoje. Sempre simpático, recebia muitos elogios e era bem avaliado pelos turistas atendidos por ele.

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Dois anos depois, em 1998, Domingos, atualmente com 55 anos, viu a oportunidade de abrir o próprio negócio e não deixou a chance escapar. Assim nasceu a Bahia Ticket Viagens e Turismo, localizada no Largo do Pelourinho, um dos pontos turísticos mais famosos do Brasil.

Mais de 20 anos de experiência renderam a Domingos boas histórias, a amizade com vários clientes e uma profunda sabedoria sobre o turismo baiano. 

“Teve gente que fechou pacote de viagem comigo dez anos atrás e voltou depois, com a família, por conta da boa experiência que tiveram no passado”, diz. 

No meio do caminho, uma pandemia

Entre vários setores atingidos de forma significativa pela pandemia do coronavírus, o de turismo foi um dos que mais sofreu com os dias de isolamento social. Houve uma redução de 59% no faturamento do turismo brasileiro, segundo o Ministério do Turismo.

Domingos manteve o estabelecimento fechado por sete meses, e a situação do negócio dele se agravou. Foi aí que o Nubank chegou em sua vida.

“Precisava pagar minhas contas e me vi quase sem dinheiro. Quando me deparei com um anúncio do Nubank na internet, solicitei o cartão”, lembra. “Por vezes, se não fosse o limite liberado no roxinho, não teria o que comer. O Nu me ajudou quando mais precisei.”

Retomada e autoestima elevada

Quem trabalha com turismo parece estar sempre alegre e com sorriso no rosto. Por um tempo, porém, essa foi uma tarefa difícil para Domingos.

“Trabalho com lazer e tenho que estar sempre feliz, mostrar as coisas bacanas da cidade. Mas, por conta das dificuldades que eu estava enfrentando, isso era bem complicado.”

Agora, com a retomada das atividades e, consequentemente, do turismo, a situação começa a melhorar para o empreendedor. 

“As pessoas estão voltando a buscar por passeios e pacotes turísticos, dentro e fora do Brasil”, diz. “E eu não perco venda por causa de idioma, não. Me viro e me faço entendido com qualquer um que aparece por aqui.”

Se depender de Domingos, a Bahia inteira vai ser cliente do Nu. 

“O Nubank levantou minha autoestima e serei sempre grato por isso”, diz. “Eu indico para todo mundo. Quem não conhece o Nu precisa conhecer.”

Assista ao vídeo:

Planos para seus planos: o jeito Nubank de inspirar os clientes a realizarem sonhos 

Leia também:

“Muita coisa depende de planejamento e organização. E o Nubank me ajuda nisso”

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