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Licença parental: Nubankers contam como foi viver essa experiência

No Nubank, todos os colaboradores têm direito a 120 dias de licença parental, podendo ser ampliada para 180 dias para pessoas grávidas, independentemente do gênero e da formação do núcleo familiar.

Licença parental

O Nubank nasceu, em 2013, com o propósito de acabar com a complexidade na vida financeira dos brasileiros. Para manter essa missão viva, construímos times fortes e diversos, que compartilham dos nossos valores. 

Também acreditamos que, para construir uma sociedade mais justa, produtiva e saudável, é preciso contribuir ativamente para a redução da desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Foi por isso que, em maio de 2022, implementamos a licença parental de 120 dias para todas as pessoas Nubankers.

Agora, mais de um ano depois, convidamos Nubankers que vivenciaram esse benefício para contar sobre a experiência, o vínculo afetivo que puderam construir com seus bebês, além dos impactos desse período na convivência familiar. 

O que é licença parental?

A licença parental é um direito trabalhista que garante que os responsáveis por uma criança ou adolescente possam se ausentar do trabalho de forma remunerada após a gestação ou adoção. O objetivo é que esses cuidadores possam dedicar toda sua atenção à família.

No Brasil, a lei determina que as mães têm direito a uma licença de 120 dias (ou quatro meses), podendo chegar a seis meses (em função do programa Empresa Cidadã). Já os pais têm direito a um período de 5 dias corridos, podendo chegar a 20 dias dependendo da empresa (também em função do programa Empresa Cidadã).

Na prática, a licença parental representa a união de aspectos das licenças maternidade e paternidade, transformando-as em uma licença comum — que pode ser concedida aos responsáveis e pessoas cuidadoras.

No Nubank, independentemente da orientação de gênero e da formação familiar, todas as pessoas têm direito a 120 dias de licença parental – podendo ser ampliada para 180 dias para pessoas grávidas em função do programa Empresa Cidadã, do qual fazemos parte.

Confira, abaixo, os depoimentos de cinco Nubankers que tiraram a licença parental.

https://youtu.be/3xJ1pUm_RV8

Licença parental fortalece vínculo e cria ambiente corporativo mais igualitário

Mariana Foffa e Renato Machado são casados, trabalham na área de experiência do cliente no Nubank e são pais do pequeno Ângelo. Eles tiraram a licença juntos e contam que o tempo em casa fortaleceu o vínculo entre os três.

Renato diz que pôde estreitar os laços com o filho a partir de cuidados diários, como, por exemplo, dar banho de chuveiro no bebê.

“Não é uma coisa que foi ‘ligada’ no nascimento. Foi um vínculo que foi construído com o tempo. Ele não me teria como um estranho, mas essa ligação não seria tão forte como é hoje. Então acho que a criação do vínculo foi por conta do tempo em que eu pude ficar com ele”.

O gerente de engenharia, Caio Sousa, tem dois filhos e tirou a licença parental quando a pequena Luiza nasceu. Quando o primeiro filho, Pedro, hoje com 9 anos, chegou, ele teve apenas 5 dias de licença paternidade. Agora, pôde estar próximo da caçula após o nascimento e viu como o tempo dedicado à família contribuiu para a sua relação com a esposa e o primogênito. 

“Eu acho que fez toda a diferença esse tempo que eu fiquei com ela. Ela me vê como uma figura cuidadora também. Não é só a mãe. E o interessante é que a minha relação com meu primeiro filho também melhorou, porque eu acho que ele viu em mim uma figura paterna que ele não teve lá atrás. Ele até começou a me ajudar com a bebê e isso também conectou a gente”.

"O meu emprego não é menos importante porque eu sou mulher"

A analista de compliance Andressa Albuquerque, mãe das gêmeas Cecília e Isadora, acredita que todas as empresas deveriam implementar a licença parental, que na sua visão só traz ganhos para as companhias. “O funcionário volta mais feliz, com um vínculo com os filhos e mais completo”, afirma. 

Para ela, a licença parental também ajuda a combater a desigualdade de gênero no ambiente corporativo. 

licença parental

“Eu sempre tive receio e demorei para decidir ser mãe. Sempre priorizei minha carreira e isso me desmotivou, já que muitas vezes as empresas questionam como seria se eu engravidasse, quem cuidaria da criança, como seria se ficasse doente. Quando vim para o Nubank, observei outras pessoas da minha equipe que tinham a liberdade de serem pais. É uma empresa que valoriza muito isso. Não tive receio algum quando engravidei”, conta.

Mariana destaca que ter o companheiro em casa dividindo as tarefas ajudou a se manter menos exausta e a ter tempo para coisas simples, como tomar um banho e lavar o cabelo, o que na rotina de uma mulher sem rede de apoio acaba sendo algo difícil.

“A responsabilidade não é só minha porque eu sou mãe. É responsabilidade dele também. Somos pais, os dois. O meu emprego não é menos importante porque eu sou mulher. Então ele também pode sair e cuidar do Ângelo. A licença parental traz essa essa igualdade de gênero, de não deixar a responsabilidade só para mãe”, finaliza.

 Licença parental: por que ela é importante e como adotamos no Nubank

Guia mostra boas práticas para empresas adotarem licença

Para fortalecer a discussão sobre parentalidade, o Nubank se juntou ao Grupo Boticário e a Volvo Car Brasil para criar um "Guia de boas práticas para a implementação da licença parental em empresas". 

O material foi elaborado para que outras companhias percebam a importância e os benefícios de ter políticas parentais mais inclusivas. Além disso, queremos contribuir com a equidade de gênero nas empresas.

O guia mostra as boas práticas que cada uma das empresas envolvidas adotaram no processo de implementação da licença parental. Cabe à própria companhia definir as diretrizes sobre o benefício, e a decisão sobre a quantidade de dias da licença parental, da remuneração e demais políticas. 

Clique aqui para acessar o Guia de boas práticas para a implementação da licença parental em empresas. 

Conheça o Purple Parents: o grupo de afinidade para figuras parentais do Nubank

O Purple Parents é um grupo de afinidade criado em 2020 com a missão de aproximar e oferecer acolhimento para as figuras parentais do Nubank. Neste grupo, pais, mães e pessoas cuidadoras podem conversar e trocar experiências de parentalidade em um espaço seguro. 

O grupo realiza encontros mensais de integração que abordam temas comuns na vida de quem tem filhos. Há também apoio e acompanhamento específico para aqueles que retornam da licença parental estendida, além de uma pauta voltada a pensar na performance e desenvolvimento de figuras parentais dentro da empresa. 

"Quando nós voltamos ao trabalho, encontramos uma nova empresa e também nos tornamos novos profissionais. É muito importante se sentir acolhido nesse retorno e ter orientação para lidar com tudo", diz Cintia Esteves, engenheira de dados e integrante do grupo.

Cintia é mãe da Laura, de 10 anos, e sentiu na pele essa mudança de vida e quebra de expectativas em relação ao mundo profissional quando retornou da licença. Na época, ela estava em outra empresa, mas lembra exatamente como se sentiu. 

"Quando eu voltei da licença parental, fiquei uns três anos repetindo que precisava voltar a ser a Cíntia que eu era. Na época, ninguém me contou que eu nunca mais seria a mesma pessoa – e nem que essa busca era desnecessária. Descobri sozinha que eu estava melhor do que antes. Com a maternidade, aprendi a lidar com imprevistos e desenvolvi soft skills que eu jamais imaginava. É por isso que esse relacionamento com as figuras parentais no retorno da licença é tão importante". 

A engenheira está no Nubank há quase dois anos e faz parte do grupo desde o início de sua trajetória na empresa. Para ela, o valor dos grupos de afinidade está na troca. Conversando com outras pessoas, cada participante descobre um pouco mais sobre si mesmo e sobre toda a potência que existe no exercício de criar outra pessoa. 

"As figuras parentais estão servindo de exemplo e moldando os profissionais do futuro. Ao desempenhar nossa parentalidade, derrubamos preconceitos, levamos representatividade e disseminamos dentro da companhia todo o potencial e habilidades adquiridos quando nos tornamos pais e mães", explica.  

Pessoas sem filhos são incentivadas a se tornar rede de apoio para figuras parentais

Além do grupo para figuras parentais, o Purple Parents também tem um fórum dedicado a figuras aliadas, ou seja, pessoas que não tem filhos mas praticam a empatia e desejam saber como se tornar uma rede de apoio para quem tem. 

"Uma mulher que é líder, mas que não é mãe, pode usar esse espaço para entender como acolher os colaboradores que vão sair de licença, por exemplo", diz Cintia.

Todo o trabalho realizado dentro do Purple Parents é apoiado pelo time Diversidade e Inclusão do Nubank e segue uma estratégia global e institucionalizada. 

Parentalidade não pode ser um peso no ambiente corporativo

Durante o mês de agosto, quando acontece o Dia dos Pais, o Nubank e o grupo Purple Parents irão promover uma série de atividades para Nubankers, incluindo palestras e outras iniciativas. A ação foi batizada de Mês da Família e o objetivo é gerar uma reflexão sobre a necessidade da parentalidade deixar de ser percebida como um peso no ambiente corporativo.

Neste mês, o tema será “O poder do cuidado” e abordará reflexões sobre como cuidar de filhos e filhas pode ser poderoso na construção profissional e de carreira, a partir do desenvolvimento de habilidades que as figuras parentais transportam da sua relação de cuidado para o trabalho.  

O Nubank acredita que as figuras parentais adquirem vários aprendizados e habilidades ao educar, direcionar e criar um ser humano. E que esse cuidado potencializa e não impede a performance no trabalho. 

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