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Escolha seu futuro: a história de Ray, o mestre das perucas de Salvador

Nesta série de posts, o Nubank divide um pouco da história de pessoas reais que participaram do nosso primeiro comercial de TV em rede nacional. Como o comerciante soteropolitano Ray.



O Nubank nasceu para devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Começamos como uma pequena startup em São Paulo e hoje chegamos a mais de 40 milhões de clientes. Nossa missão, no entanto, segue a mesma – e é por isso que, na nossa primeira campanha nacional de TV, a gente coloca o foco justamente no que é mais importante para a gente: as pessoas. 

As alegrias, os medos, as dificuldades e as esperanças. Nossa campanha fala sobre tudo o que nos move a acreditar e querer mudar o nosso futuro. 

Nesta série de posts, contamos algumas das histórias reais de pessoas retratadas neste primeiro filme do Nubank para TV. 

Abaixo, conheça Raymundo Freitas de Abreu Filho, o Ray, morador de Salvador. 

O mestre das perucas

 “Sou baiano, de Salvador. Nasci no Farol da Barra, filho de uma família pobre: mãe libanesa e pai descendente de índio. Todo mundo trabalhador. Nunca perdi um ano na escola, mas parei de estudar com 18 anos. Sempre gostei de arquitetura, animais e plantas, mas também não embarquei nessas áreas. Na verdade, aprendi que eu tinha mesmo jeito para corte de cabelo – e isso guiou meu futuro.

Foi no curso de cabeleireiro que o professor me falou que eu praticamente não precisava de aulas: que eu tinha um dom. Só tinha um problema: me faltava era paciência para fazer isso. Até cheguei a ter um salão, mas decidi mudar de rumo. Foi aí que descobri um outro dom: o de comprar e vender. E decidi juntar as duas coisas.

Saí desse lance de cortar cabelo para comprar e vender cabelos.

Há mais de 30 anos vendo peruca, mega hair, aplique, nanopele e outros produtos. Só corto cabelo de vez em quando, se alguém vem comprar uma peça ou de algumas poucas clientes antigas. Eu tenho todos os tipos de perucas na loja. As sintéticas geralmente compro em São Paulo. As humanas eu compro cabelo aqui e mando tecer numa confecção de Salvador. E tem as orgânicas, que ficam entre a sintética e a natural.

Mas a verdade é que gosto mesmo é de curtir a minha casa, meus bichos, peixes, de assistir televisão. São nessas coisas que eu invisto com o dinheiro que eu ganho na loja.

Sei que não saio de Salvador enquanto meus pais estiverem vivos, mas queria poder morar aqui e em São Paulo ao mesmo tempo no futuro. Amo tudo de São Paulo. Quem sabe não torno isso realidade?”

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