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Dia do Amigo: 6 histórias divertidas sobre dinheiro

O amigo cara de pau, a amiga calculadora, aquela desatenta... Que tipo de amigo você é? Conheça algumas histórias de perrengues financeiros entre amigos vividas pelos membros da NuCommunity, a comunidade oficial do Nubank.

Todo 20 de julho é dia de celebrar o companheirismo que só se cria com um bom amigo. A NuCommunity é a comunidade oficial do Nubank, o lugar onde as melhores conversas acontecem e onde muitas amizades nascem também. Por lá, aproximadamente 270 mil membros trocam mensagens todos os dias sobre diferentes tópicos.

De dúvidas sobre produtos a dicas de educação financeira, tudo acontece. A NuCommunity é o lugar certo para conversar, compartilhar, conseguir informações e fazer perguntas sobre a vida financeira e sobre o Nu.

Em homenagem ao Dia do Amigo, perguntamos aos membros da comunidade quais foram os maiores perrengues relacionados ao dinheiro que eles e seus amigos já enfrentaram. 

Nas respostas tem de tudo um pouco, e muita gente vai se identificar ou enxergar algum de seus amigos. Veja, abaixo, algumas histórias e leia aqui o tópico completo.

1. O amigo “Julius”

“Me lembrei do Julius de Todo Mundo Odeia o Chris: se eu não gasto nada, a economia é maior.

Eu sou o que leva o cartão para os ‘rolês’. Dá um trabalhão fazer todas as divisões dos valores, mas em algumas ocasiões é até vantajoso.

Certa vez saí com os meus amigos para lanchar. Dias depois saí cobrando as pessoas e, no final, sem perceber a minha parte foi paga porque alguns amigos deram dinheiro a mais. Foi o meu ‘cashback’.

Agora todos os meus amigos já têm o roxinho. Cada um passa a sua parte e fim”.

Elves, NuMentor

2. A amiga cara de pau

“Eu uso o roxinho desde 2015 e amo muito.

Em 2014 saí com algumas amigas e, na época, elas estavam sem dinheiro para comprar itens como o lanche, refrigerante, etc. O que aconteceu?  Emprestei para elas o meu cartão de crédito do momento, que não era o roxinho, mas elas gastaram R$ 250  a mais do que o meu limite do cartão. Foi usado um limite emergencial e para isso foi cobrada uma taxa de R$ 30 e eu nem sabia. Até hoje elas NUNCA PAGARAM.

Resultado: sobrou para eu pagar e fiquei muito brava.

Como não tinha aplicativo para acompanhar os gastos do cartão, elas se aproveitaram da minha amizade. Meses depois conheci o roxinho e nunca mais isso aconteceu. Até hoje o meu marido não sabe dessa história.”

Paula, membro da NuCommunity

3. A amiga calculadora

“Aqui nós dividimos as bebidas e cada um paga o que comeu. Se compartilharmos algum alimento, como uma porção de fritas, dividimos também.

Eu acho mais justo assim.” 

Valquiria, NuLeader

4. O amigo aventureiro

“Eu sou o amigo que sempre gostou de levar os meus amigos para dar um rolê, mas também já fui o amigo pendurado. Então tá tudo certo!

Não digo que foi um perrengue e nem que arrastei pro vermelho, mas já fiz um amigo do trabalho financiar um carro para ele antes de ele ser demitido.   O pior é que assim que ele financiou o carro, foi demitido.

Hoje em dia ele trabalha por conta própria com o carro e sem preocupação de chefe no ouvido. E até hoje me agradece!”

Felipe, NuMentor

5. O amigo consumista

“Lembro de uma viagem em que fui para Aparecida do Norte com meu amigo. Na época eu trabalhava e ele também, mas o orçamento não era lá aquelas coisas. Juramos que não íamos gastar em nada além do necessário. Mas havia um obstáculo no nosso caminho: a Feirinha! Conclusão, voltei com tantas coisas de lá, inclusive um binóculo (que até hoje está no mesmo lugar).

Felipe, NuMentor

6. A amiga desatenta

“Quando o Uber chegou no Brasil, lá em 2014/2015, eu tinha um celular muito ruinzinho e uma vida financeira bagunçada (ainda não tinha o roxinho em minha vida). O plano era ir para uma balada com minha melhor amiga. Para agilizar tudo, eu emprestei meu cartão de crédito para ela se cadastrar na Uber e pedir o carro. Eis que a noite rolou e eu não descadastrei o cartão do aplicativo dela.

Seis meses depois (porque as faturas de cartão de crédito nos ‘bancões’ eram aquela bagunça né? Zero fácil de acompanhar) eu fui olhar a fatura retroativa e, somando os valores de Uber (que eu só tinha usado aquela vez), o gasto era entre R$600 e R$700 (em seis meses).

Daí vocês imaginam o meu desespero. Lembro de chorar de ódio –  capricorniana como eu sou. Fui falar com minha melhor amiga, ela ficou tão chocada quanto eu. Chorou junto e explicou que foi um mal entendido, ela não imaginava que TODAS as vezes que ela pediu Uber fui eu que paguei.”

Ela pagou o valor parcelado durante quase um ano e ainda somos muito amigas, mas só porque eu acredito que foi ‘leseira’ de ambas. Acho que não teria estômago para ser amiga de alguém que me prejudicasse financeiramente de propósito, sabe?!”

Larissa C., Nubanker

Gostou das histórias? Então faça parte da NuCommunity. Acesse ela aqui. 

Ah, você tem alguma história legal de perrengue financeiro com os amigos? Conta nos comentários.

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