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“Pix, pra quê te quero?”: um estudo do Data Nubank

Quem são os usuários do Pix? Para quê ele é mais usado? Em quais situações? Respondemos a essas e outras perguntas sobre o meio de pagamentos nessa edição.

O Pix é o primeiro meio de pagamentos instantâneos do Brasil, desenvolvido pelo Banco Central e lançado, para todos os brasileiros, em novembro de 2020. Hoje, pouco mais de três meses após a chegada do Pix no mercado, ele ultrapassou as TEDs em volume movimentado e em número de transações e mostra que sim, é importante para os brasileiros poder pagar e transferir, de forma instantânea, a qualquer dia e a qualquer hora.

Essas são algumas das descobertas da terceira edição do Data Nubank, plataforma que analisa temas do universo financeiro e como eles impactam o cotidiano das pessoas. Dessa vez, nos debruçamos sobre os dados de uso do Pix dos clientes do Nubank para entender quem são as pessoas que mais utilizam esse meio de pagamentos, como ele é usado e em quais momentos.

O estudo completo pode ser acessado aqui. Abaixo, trazemos os principais destaques da publicação.

Liberdade pra pagar quando quiser: sim, por favor!

Antes do Pix, os principais meios de pagamentos digitais, exceto cartões de crédito e débito, eram TED, DOC e boleto. 

Todos os três têm limitações de dia e horário de funcionamento: podem ser usados somente em dias da semana, em horário comercial; e, falando especificamente dos dois últimos, eles não eram completados no mesmo dia — o processamento de um pagamento por boleto pode levar até três dias úteis até sua conclusão. A chegada do Pix mudou justamente isso: agora, com ele, é possível pagar 24 horas por dia, 7 dias da semana. 

Os dados analisados nos mostraram que essa é uma das grandes vantagens do Pix: nos seus dois primeiros meses de operação, período de análise considerado no estudo do Data Nubank, 38% de todas as transferências via Pix foram feitas fora do horário comercial nos dias úteis, a partir das 17h. Considerando todos os dias da semana, inclusive sábados e domingos, esse percentual sobe para 49%. 

Ou seja: de todas  as transferências do Pix realizadas ao longo da semana, quase metade é feita fora do horário comercial e nos finais de semana, mostrando que existia demanda por parte dos usuários de poder pagar e transferir quando quisessem.

Todo mundo usa o Pix

O Pix é um pagamento 100% digital. Mesmo quando usado para compras presenciais e em lojas físicas, ele ainda é feito de forma eletrônica, com a leitura de QR Code, por exemplo. Por esse motivo, como é de se esperar, o Pix é mais comum entre usuários mais jovens — mas engana-se quem imagina que pessoas de maior idade ficam de fora dele.

Analisando o uso do Pix por nossos clientes, identificamos que ele é mais entre pessoas com idade entre 18 e 30 anos — que correspondem a 20% dos nossos clientes a que usam Pix dentro desta faixa etária. Em seguida vêm clientes com 30 a 40 anos, com adoção de 15% do total de clientes que usam o Pix nesta faixa de idade e 40 a 50 anos, com 9,7%. 

Mas o que chama a atenção é que usuários de todas as faixas etárias usaram o Pix ao menos uma vez no período de análise, incluindo os idosos. A penetração entre os mais de 60 anos é de 3,3%. 

Outra descoberta é que o Pix é usado por clientes com renda autodeclarada de todas as faixas. Nesse quesito, a maior parte dos usuários do Pix declarou receita entre R$5 mil e R$10 mil ao mês, representando 19,1% do total analisado. A menor penetração do Pix entre clientes do Nubank é entre os que possuem renda superior a R$10 mil – eles representam pouco mais de 5% do total de clientes nesta faixa de renda.

Por fim, ainda falando dos usuários do Pix, mas analisando em quais regiões brasileiras eles vivem, percebemos que a adoção do meio de pagamento entre clientes do Nubank, proporcionalmente, é maior entre usuários das regiões Centro-Oeste (20,2%) e Norte (19,6%).   

Mais informações sobre quem são as pessoas que usam o Pix estão no estudo completo.

De pessoa pra pessoa

O Pix é mais usado para transferências entre pessoas, aponta o Data Nubank. Nos primeiros meses de operação do meio de pagamento, de todas as transações realizadas, as transferências entre pessoas físicas corresponderam a mais de 92% — em comparação com as transações feitas usando QR Code. 

Existem algumas hipóteses que podem explicar a baixa adesão do QR Code do Pix nesses primeiros meses de transação — uma delas a de que, em um momento de pandemia, as compras presenciais tendem a ser evitadas, como já mostrava o Data Nubank sobre digitalização financeira. 

Além de indicar que, por hora, a principal função do Pix é para outras pessoas, esse dado indica que ainda há muito espaço para a adoção do Pix no Brasil — tanto para usuários pessoa física quanto para usuários pessoa jurídica. 

E o que tudo isso quer dizer? 

Com o Pix, os usuários têm somente a ganhar — tanto pela praticidade de se fazer um pagamento instantâneo quanto pelas demais vantagens que ele apresenta frente aos outros meios de pagamento disponíveis, como a disponibilidade e libertade de transacionar a qualquer horário e dia..

E ele não deve parar por aí: existem cada vez mais novidades a serem implementadas no Pix no radar do Banco Central.

Tudo isso, somado ao fato de que ele ainda é mais usado entre usuários pessoa física e entre os mais jovens, mostra que existe muito espaço e potencial para o Pix no mercado brasileiro.

Veja outras descobertas no estudo completo do Data Nubank.

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