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O que um BA, ou analista de negócios, faz no Nubank?

Estamos em busca de pessoas que nos ajudem a definir os nossos próximos passos

Analisar dados para guiar o Nubank em suas decisões de negócio. Essa é a versão resumida, em um tuíte, do que um Business Analyst – também conhecido como BA ou analista de negócios –  faz aqui no Nu.

No entanto, precisamos de alguns caracteres extras para conseguir explicar exatamente o que acontece no nosso dia a dia – e por que estamos sempre em busca de pessoas que queiram mergulhar em números e ajudar a definir os próximos passos da empresa.

Mas vamos começar por partes.

O que é um Business Analyst, afinal?

Embora cada local tenha definições próprias de cargos, em geral, um Business Analyst é sempre alguém que irá ajudar a empresa a resolver problemas ou responder hipóteses usando dados.

Os analistas de negócios, portanto, são pessoas que tomam decisões baseadas em dados: têm uma grande bagagem analítica e conseguem elaborar uma estrutura para resolução de um problema e traduzir grandes quantidades de números e dados em tomadas de decisão estratégica.

E aí vem um detalhe bastante importante: tomar uma decisão estratégica envolve também estar confortável com as incertezas.

Nem todas as respostas estão nos dados – mas um BA tenta usar os seus resultados para dar o maior embasamento possível na hora de tomar uma decisão com riscos calculados.

E acredite: esse é um trabalho fundamental em uma empresa como o Nubank, que está crescendo em ritmo acelerado. O que nos leva ao próximo ponto:  

Como funcionam os times do Nubank?

De forma geral, os times do Nubank seguem a metodologia Agile e estão organizados em chapters, squads, tribes e guilds.

O chapter é a função das pessoas – Business Analyst é um chapter; Design é um chapter, Product Manager, Software Engineer, etc.

Um squad é um grupo de pessoas que trabalham juntas com um objetivo em comum. O squad reúne representantes de vários chapters que podem, com suas habilidades diversas, contribuir para os resultados finais.

Os squads funcionam de forma independente e têm autonomia para decidir suas metas de atuação – claro, todos trabalham alinhados com o direcionamento geral da empresa.

Já uma tribe é uma organização maior – um conjunto de squads com afinidades nos problemas que estão resolvendo. A NuConta, por exemplo, já foi um único squad. Hoje, é uma tribe com diversos times trabalhando em diferentes aspectos do produto.

Por fim, as guilds são grupos de pessoas que têm projetos independentes dos seus squads. Esses grupos podem ser tanto de temas de interesse comum – como algum hobby – ou projetos internos, como recrutamento (o que inclui, por exemplo, escrever textos como este para atrair mais pessoas para o Nubank 😉

Explicando assim, pode parecer complexo. Mas, no dia a dia, essa organização dá muita flexibilidade para que as pessoas participem de diferentes projetos e muita agilidade na hora de levar ideias adiante e tomar decisões. E é aí que entra grande parte do trabalho dos BAs.

O que faz um BA no Nubank?

Já demos uma definição bem ampla lá em cima do papel de um BA – usar dados para fazer análises que guiam as decisões de negócio. Mas isso pode soar um pouco genérico.

Dois pontos fazem total diferença para o nosso trabalho aqui no Nubank. O primeiro é que, quando fomos fundados, um dos nossos princípios foi, e ainda é, Data Science. O segundo é que somos um empresa de tecnologia.

Na prática, isso significa que tomar decisões com base em dados é parte do DNA da empresa, e o fato de termos a infraestrutura de uma fintech torna isso uma parte natural do nosso dia a dia.

Em termos gerais o trabalho de um BA costuma passar por quatro etapas:

  1. Estruturação de um problema;
  2. Análise dos dados;
  3. Tomada de decisão;
  4. Monitoramento do resultado e das incertezas.

O BA parte, portanto, de um problema (já mapeado pelo time ou que ele mesmo identificou) ou de uma ideia ou hipótese. A partir daí devemos estruturar como resolver e validar esse problema ou hipótese e, no fim, trabalhar com outras pessoas para implementar a solução.

Grande parte desse trabalho de análise é investigativo: quais dados eu tenho e quais fazem sentido usar? Se não tenho os dados, qual teste posso fazer o como desenhá-lo de uma maneira que consiga responder meus questionamentos?

Esse é um processo também bastante iterativo. A melhor solução nem sempre é a primeira encontrada, o framework inicial para tomar a decisão pode estar incompleto ou se mostrar inconsistente a medida que surgem respostas a partir dos dados.

Além disso, incertezas são inerentes ao negócio e ao ambiente do Nubank. Estar confortável com elas e assumir riscos, bem como garantir um monitoramento dos mesmos, é também papel do BA.

O resultado desse trabalho é uma decisão, que pode ser ligada desde a definições de  aumento de limite até estratégias de marketing dentro de um determinado segmento.

O impacto disso para empresa é enorme, e desde o primeiro dia estamos envolvidos em decisões que vão afetar milhares, ou até milhões de clientes.

Hoje, o Nubank tem mais de 80 Business Analysts espalhados em diversas áreas do negócio – de Cartão de Crédito, Rewards e NuConta a Recursos Humanos, Marketing, Fraude e Novos Produtos – e queremos muito crescer esse time.

Na verdade, precisamos de mais BA’s – mais analistas apaixonados por descobrir e resolver problemas (muitos dos quais ainda não existem) e que queiram ajudar o Nubank a tomar as melhores decisões para o seu futuro e o de seus clientes.

Se você chegou até aqui no texto, provavelmente se interessa por esse tema – e, nesse caso, vou dar mais alguns detalhes (abaixo) sobre o que a gente espera dos candidatos que aplicam para o nosso processo seletivo.

Quais os pré-requisitos para ser um BA no Nubank?

Um BA no Nubank não precisa ter uma formação específica. No nosso chapter, temos, sim, muitos engenheiros e administradores, mas também matemáticos, estatísticos, economistas e até um advogado.

Essa variedade de formações é muito importante. Um dos princípios do Nubank é construir times fortes e diversos – e a gente acredita que a pluralidade de ideias, de referências e de pontos de vista é fundamental para encontrar as melhores soluções.

O que todos esses perfis têm em comum é a vontade de aprender, capacidade analítica, noções de negócios e boa habilidade de resolução de problemas. Além disso, a gente sempre busca pessoas que saibam e gostem de trabalhar em equipe.

Para deixar claro, a gente entende capacidade analítica como:

  • Conseguir estruturar um problema,
  • Identificar tendências a partir dos dados, em tabelas e gráficos,
  • Conseguir desconfiar quando um número não faz sentido. Para essa última parte, senso de negócio também é fundamental.

Não exigimos que as pessoas saibam programar quando entram no Nubank, mas é sem dúvida uma ferramenta que faz parte do nosso dia a dia. Por isso destacamos vontade de aprender como um requisito fundamental: é preciso estar disposto a ir atrás das ferramentas, como SQL, Python, Scala, que nos permitem em meio a quantidade enorme de dados disponíveis tomar as melhores decisões. Já imaginou o tamanho de uma tabela com todas as transações da história do Nubank?

A rotina de um BA no Nubank

“No Nubank, tenho a oportunidade de trabalhar com as diversas dimensões de atuação de um BA – operação, gestão, engenharia e análise. Já ajudei a desenvolver algumas novas ferramentas; trabalhei próximo dos engenheiros de software; me aprofundei em algumas análises de risco de crédito que me fizeram ter uma visão mais macro do Nubank; e desenvolvi projetos com parceiros externos. Hoje estou lidando meu maior desafio até então que é fazer a gestão de pessoas, o que exige desenvolver um novo conjunto de habilidades. Fico muito feliz de trabalhar em um ambiente no qual me divirto e aprendo tanto, um ambiente com muita autonomia e liberdade, no qual minhas ideias são ouvidas e tenho oportunidade de crescer“. José Lyra, BA do squad de Collections.

Não existe trabalho de pouco impacto quando se está em uma empresa dinâmica e em expansão tremenda como o Nubank. Para dar um exemplo de como tudo acontece de forma dinâmica por aqui, gosto de compartilhar um pouco das experiências que tive desde que entrei. Comecei fazendo alguns modelos econômicos ligados a cartão, trabalhei com recuperação de crédito, desenvolvimento de novos produtos, finanças e prevenção à lavagem de dinheiro. Os novos desafios nunca acabam, mas uma das habilidades necessárias em todas essas áreas foi identificar e mensurar os problemas (futuros ou já existentes) e conseguir propor soluções. Em alguns casos, o próprio BA consegue implementar a solução, mas em muitos outros precisamos trabalhar com outras áreas e chapters – o que adiciona um desafio igualmente interessante: o de desenvolver a nossa habilidade de comunicação“.Luis Mey, BA de AML

Adoro a forma como trabalhamos no Nubank. Tenho muita autonomia, trabalho com equipes dispostas a me ensinar diariamente coisas novas e posso ver o impacto do meu trabalho no dia a dia da empresa. Essa dinâmica ficou clara desde o meu primeiro projeto, quando montei um modelo para testar uma nova funcionalidade. Para esse teste, precisei pensar nas perguntas que queria responder e em como validar todas elas. Corri atrás de dados e aprendi a programar para conseguir chegar em algumas respostas e checar os números. Por fim, coloquei de pé a lógica que havia montado, trabalhei junto para comunicar a mudança e continuei coletando os feedbacks e arrumando falhas que pudessem acontecer. Todos os dias temos novos desafios por aqui – e isso é sensacional”. Beatriz Silvestre, BA de Customer Management.

Como BAs no Nubank, somos encorajados a tomar riscos constantemente, através de testes e iterações. Desafiamos tudo, até mesmo a nossa própria maneira de trabalhar, pois nos desafiamos a sempre trazer novos olhares para as análises. No Nubank, aprendemos profundamente com nossos erros: não buscamos culpados, mas estamos sempre abertos a entender falhas que aconteceram. Por fim, não existe um dia-a-dia padrão para um Business Analyst no Nubank. Todas as reuniões são abertas, e temos a oportunidade de nos permitir aprender de tudo um pouco. Estamos constantemente discutindo novas ideias, análises e desafios. E com tantos novos produtos, são imensas as oportunidades de aprendizados e descobertas… Como dizemos por aqui: it’s only day one“. Guilherme Wunsch, BA de Fraude

Ficou interessado em trabalhar com a gente? Confira as oportunidades.

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  • Pablo Pestana
    13 de abril de 2019, 16h49
    Que artigo motivador, sensacional! Parabéns Gabriel Assis e aos demais BA\'s por compartilharem suas experiências no Nubank e mostrar como seus conhecimentos e diferentes habilidades profissionais e humanas, estão sendo aplicados no desenvolvimento de novas soluções. Grande abraço a todos!
    • Equipe Nubank
      11 de abril de 2019, 11h57
      Oi Ronald, tudo bom? Obrigado pelo comentário! :) No post tem um link para todas as nossas vagas abertas! É só ficar de olho lá ;) Um abraço
      • William De Oliveira
        09 de abril de 2019, 10h36
        Bom dia galera, sou fascinado por essas empresas inovadoras e descomplicadas. Tenho meu Nu há 4 anos e não mais uso os cartões de créditos dos dinossauros. Estou em início de processo seletivo e extremamente ansioso em em fazer parte do Nubank e contribuir com minhas experiências. #queroserumnubank
        • Felipe Faria
          03 de abril de 2019, 16h43
          Sempre acompanho estas notícias, muito interessante acompanhar a distância que a Nubank tomou de seus concorrentes (indiretos, pois nenhuma atua com os pilares de customer first e data science no mesmo ramo que vocês). Congrats!