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“Tive que me reinventar e adaptar a minha arte na pandemia”

Conheça a história de Berg que, entre almoços e aulas da faculdade de arquitetura, começou a grafitar muros e decidiu transformar a arte em seu trabalho.

O design é parte fundamental dos produtos do Nubank – e, por isso, apoiar artes visuais sempre fez parte da nossa história. Para marcar o dia mundial do Grafite (27 de março), firmamos uma parceria com diferentes artistas que reinventaram nosso logo seguindo seu estilo. Conheça a história de um deles, abaixo.

Neste link você encontra a história e obra de outros artistas do Grafite. 

Fernando Berg, 32 anos 

Foto por: Ohana Ribeiro

“Sempre desenhei, desde criança. Era algo natural. Na época da faculdade de arquitetura, eu prestava muita atenção em construções e, um dia, resolvi grafitar o muro de uma casa abandonada – usei meu horário de almoço e o intervalo entre as aulas e o trabalho. 

Desde 2012 eu só me dedico à arte e, hoje, vivo do grafite. Em São Paulo, é possível encontrar minhas obras em prédios da Zona Sul, na periferia da cidade, em bairros próximos ao centro da capital e na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís, por exemplo.

No início da pandemia no Brasil, fiquei bem desanimado e até receoso. Afinal, assim como muitas pessoas, eu não sabia o quanto do meu trabalho e renda seriam impactados. Até que fechei um projeto interno, em uma casa em um condomínio. Depois disso, as coisas voltaram a caminhar – de uma forma diferente, mas voltaram.

Ao longo da pandemia, fui procurado por várias pessoas que quiseram mudar ambientes no interior de suas residências e estabelecimentos. Grafitei em shopping, restaurantes, vendi telas… Me reinventar e me adaptar a trabalhos internos tem dado certo.

As minhas obras refletem bastante a fauna e flora brasileiras – animais e plantas em extinção, traços indígenas, retratos da Amazônia. Gosto de colocar coroas em alguns bichos, representando a divindade e individualidade de cada bicho. 

Grafite na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini
Grafite localizado no bairro Bela Vista

Às vezes acontece da arte parecer mais selvagem, porém a intenção não é amedrontar e, sim, demonstrar força e proteção. Depende da interpretação de cada pessoa.

O processo de pintura me torna cada vez mais criativo.”

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