Mais do que falar sobre dinheiro, é fundamental que as crianças entendam a importância de poupar. Para isso, é necessário proporcionar um impacto direto no cotidiano delas com a educação financeira. Vamos ao passo a passo?
1. Dê mesada ou semanada
Não tem como guardar dinheiro se não houver algo para guardar. Crianças não desenvolvem sozinhas o hábito de poupar apenas observando os adultos. Elas precisam ter o próprio dinheiro e aprender a administrá-lo.
Dar mesada ou semanada é uma forma de proporcionar isso. Estabeleça um valor e explique que elas devem cuidar dele para pagar por aquilo que têm vontade - desde um pirulito até um videogame, por exemplo.
2. Ajude-os a estabelecer metas financeiras
Toda criança sonha (e muito). Isso é natural, esperado e deve ser estimulado.
Na hora em que seu filho pedir uma viagem, um celular (ou algo mais simples, como um brinquedo), estabeleça uma meta em dinheiro guardado para que ela tenha acesso a isso.
Não é que a criança necessariamente precisará pagar o preço cheio daquilo que quer - dependendo do caso, o valor pode até ser simbólico. O importante é que ela tenha um objetivo e participe da conquista.
É interessante ter sonhos de curto, médio e longo prazo — lembrando que longo prazo para crianças é relativo, pois elas não têm a mesma paciência que os adultos para desfrutarem dos resultados. Quando essas metas forem atingidas, elas terão um estímulo imediato para continuarem poupando e sonhando.
3. Estimule a criança a poupar uma porcentagem fixa do dinheiro
Seja uma mesada ou um troco, é interessante ensinar aos pequenos a guardarem sempre uma porcentagem do valor, seja 10%, 20% ou até 50%. O importante, nesse caso, é criar o hábito de guardar.
Se você se perguntou: “por que não tudo?”, a resposta é que isso não seria educação financeira e, sim, exagero. É fundamental que as crianças se divirtam e vejam o dinheiro como uma forma de viabilizar coisas bacanas. Caso contrário, a missão de poupar dinheiro não será estimulante.
Entre os pais e mães que trabalham no Nubank que foram consultados, um dos sistemas mais estruturados nessa linha é o de Rubia Carolina, analista de experiência do cliente no Nubank. A filha Dafne, de nove anos, recebe entre R$ 50 e R$ 60 por mês via cartão de débito da mãe, mas as regras já definem o destino de boa parte do valor antes mesmo de chegar às mãos dela:
“Temos duas regras simples: 30% desse valor, ela investe (nem chega nas mãos dela) e 10% reservado para doar a quem precisa.” — Rubia Carolina, analista de experiência do cliente no Nubank
4. Ensine sobre investimentos
Claro que você não precisa discutir sobre renda fixa ou variável. O importante é mostrar, na prática, que dinheiro pode render.
Proponha guardar para a criança parte do dinheiro dela e combine uma data para a devolução. Nesse tempo, aplique o dinheiro em um investimento de baixo risco e retorne com os juros.
Ao receber o dinheiro de volta, a criança vai entender que ele pode render, mesmo que sejam centavos. Aí é a hora de explicar, de forma simples e coerente com a idade, como o dinheiro rende ao ser investido.
Formar crianças conscientes financeiramente representa grande parte de formar adultos responsáveis com dinheiro.
No vídeo a seguir, você confere na prática como uma criança organiza as dicas que recebe em casa. Arthur, o “menino da mesada”, e sua mãe Jaqueline reuniram algumas das orientações financeiras que trocam no dia a dia:
Como estabelecer metas financeiras com crianças e adolescentes
Comprar uma casa, um carro, tirar um ano sabático, conquistar aquela promoção ou a independência financeira. Mesmo quem ainda não tem a organização das finanças mapeada e aplicada na rotina já pode ter ouvido falar que um dos primeiros passos de qualquer planejamento é estabelecer metas.
Na vida adulta, é mais simples encontrar ferramentas que ajudem a determinar o que se quer e a separar o que de fato é um desejo individual daquilo que é puro efeito manada. O mesmo não se pode dizer de crianças e adolescentes.
As redes sociais, os influenciadores digitais e a necessidade natural de pertencer a um grupo podem determinar os desejos desses jovens, que ainda estão desenvolvendo as próprias estruturas emocionais – são elas, inclusive, que contribuem para diferenciar o que é dele e o que é do outro.
Diante desse cenário, crianças e adolescentes precisam mesmo estabelecer metas, assim como os adultos? Para os especialistas em educação financeira, sim, mas de uma forma diferente. Abaixo, entenda como ajudar jovens a estabelecer metas e os efeitos dessa prática no desenvolvimento deles.
Ahmed El Khatib, coordenador do Instituto de Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap):
“O desenvolvimento de metas desde cedo ajuda o adulto em todas as áreas da vida, desde a ter mais segurança financeira, a discernir o que é possível e a ter capacidade de planejamento. Além disso, esse aprendizado contribui para a autoestima, uma vez que é necessário ter disciplina e organização para criar metas e atingi-las.”
Cássia D’Aquino, psicanalista e consultora financeira internacional para criação e desenvolvimento de programas de educação financeira, reforça que estabelecer metas também tem efeito calmante e contribui para a criação do senso de espera – fundamental em planejamentos de longo prazo.
“Quem não sabe o que quer da vida acaba se perdendo mesmo, porque não há nada que justifique ela deixar de comprar alguma coisa ou fazer alguma coisa. Por exemplo: se você tem o objetivo de fazer uma pós-graduação na Espanha, você tem maior disposição para controlar aquele consumo que não é importante. O bebê se desespera pela fome porque ele acha que não consegue esperar e é impressionante como tem adulto que vive no absoluto desespero.”
“Para as crianças e adolescentes, as metas têm efeito calmante, porque eles sabem que, depois dessa espera, existe uma recompensa no final. E quanto menor for a criança, mais vale a pena usar recursos como um calendário para ela anotar quanto tempo falta para conquistar essa recompensa.”
Antes de ajudar os seus filhos a estabelecer metas, os especialistas recomendam que os pais dêem atenção à própria maneira de lidar com o dinheiro e com o planejamento familiar. “A maneira como crianças e adolescentes se relacionam com o dinheiro é reflexo de como os pais lidam com ele. Por isso, é importante que a gente seja capaz de estabelecer metas antes de falar sobre elas com os filhos”, considera D’Aquino.
Criar metas em família pode ajudar a introduzir o conceito de plano
A maneira como os pais lidam com os objetivos pode influenciar as crianças e os adolescentes. Por isso, os especialistas recomendam que esse aprendizado seja introduzido a partir de atividades em família. Ao construir esses planos, segundo D’Aquino, é importante atribuir responsabilidades para os filhos.
“Todo mundo precisa fazer parte dessa conversa e cada um pode ter uma responsabilidade. Não pode ser algo passivo. Ao mostrar que é preciso colocar ação para que algo seja realizado, você ensina sobre a importância dos objetivos.”
O ponto de atenção dessa estratégia é atribuir funções e atividades possíveis e que conversem com a idade dos seus filhos. “Eles precisam se sentir capazes”, diz a psicanalista.
Por exemplo: no planejamento de uma viagem, os filhos adolescentes podem ficar responsáveis por pesquisar atividades, preços das passagens etc. Já as crianças menores podem ser incentivadas a guardar determinado valor num cofrinho para comprar o lanche ou pagar por um passeio específico. E quanto menor for o seu filho, mais divertida e lúdica precisa ser essa responsabilidade. Neste caso, as brincadeiras podem ajudar.
Incentivar a criação de listas de desejo dá autonomia
Tanto para crianças como para adolescentes, os especialistas recomendam incentivar a criação de uma lista de desejos e vontades. Esse incentivo muda de acordo com a idade de cada um.
“Nos primeiros anos, a criança não tem muita gerência sobre as decisões dela. Nesse caso, os pais podem ensinar conceitos básicos, como estabelecer metas de consumo do supermercado, por exemplo. Ou pedir uma contrapartida em troca de algo que a criança quer, como um brinquedo novo. Isso também pode funcionar com adolescentes, mas é preciso ajustar a recompensa à faixa etária”, explica El Khatib, da Fecap.
Para as crianças, essa lista de desejos pode ser em forma de desenho, por exemplo, para que a atividade seja interessante e lúdica. Já para os adolescentes, a recomendação é que os pais conduzam os filhos a refletirem sobre o que eles realmente querem, a pesquisarem os custos e estabelecerem prioridades e prazos.
Além disso, os especialistas recomendam que eles sejam parte da estratégia de como chegar lá e não apenas que apresentem a lista aos pais. Por exemplo, os pais podem incentivar os adolescentes a usarem a mesada ou o dinheiro recebido de terceiros, como avós ou tios, para acelerar a realização das prioridades que eles definiram.
Metas conjuntas entre irmãos também funcionam. Isabela Queiroz, coordenadora de investigação de fraude no Nubank, dá mesada de R$ 50 via Pix para cada um dos filhos de 9 e 7 anos. Os dois estão juntos num único objetivo: comprar uma impressora 3D. A regra, segundo ela, é uma só: não podem gastar tudo com doces.
Dosar a vontade de acelerar as metas dos filhos os ajuda a aprender sobre o processo
É natural, nesse processo, que os pais tenham o impulso de entrar com uma parte do dinheiro para acelerar a realização de alguma meta dos filhos. Contudo, os especialistas recomendam dosar essa vontade.
“Os pais precisam ajudar as crianças e os adolescentes a criarem objetivos possíveis, que eles sejam capazes de alcançar com aquele dinheiro da mesada, por exemplo, para que eles sintam que têm capacidade poupadora, mas precisamos prestar atenção para não ficarmos aflitos caso os filhos tenham aquela angústia de chegar lá logo. Deixa eles conquistarem a meta, mesmo que você tenha dinheiro para acelerá-la, porque eles estão aprendendo com o processo”, afirma D’Aquino.
Segundo ela, quando os pais ajudam os filhos para que eles tenham aquilo que querem mais rápido, eles tiram o prazer daquela criança ou adolescente de ter conquistado algo sozinhos – sentimento importante para o desenvolvimento da autoconfiança deles.
Contrapartidas precisam fazer sentido e ser medidas de acordo com a idade dos seus filhos
Como crianças e adolescentes não geram renda, é comum e recomendável que o dinheiro que vai ser direcionado para alguma meta deles venha da mesada e de atividades extras estabelecidas pelos pais, como alguma tarefa da casa, por exemplo.
No entanto, essas atividades precisam ser compatíveis com a idade dos seus filhos e também não podem ser aleatórias. Colocar uma criança pequena para lavar uma louça, por exemplo, não faz sentido e pode até ser perigoso, mas essa tarefa, para um adolescente, pode ensinar sobre a responsabilidade de cuidar de uma casa.
Além disso, os especialistas enfatizam que atividades que são obrigações dos filhos e que fazem parte da rotina de responsabilidades deles não podem ser recompensadas, como é o caso de tarefas da escola, arrumar o quarto, cuidar do cachorro e outras tarefas combinadas com os pais.
“Minha mãe, por exemplo, me recompensava não por cada livro que eu lia, mas por contar para ela o que eu tinha entendido daquela leitura”, exemplifica El Khatib.
As metas dos seus filhos não precisam ser apenas relacionadas ao consumo
Outro cuidado na hora de ajudar os filhos a estabelecer metas é tentar mostrar que o consumo não é o único meio de realização.
“É importante já abordar o consumo consciente com os filhos desde cedo, para que eles entendam que não se pode ter tudo e que existem elementos que podem ser mais importantes e que geram até mais prazer do que um objeto, como uma experiência com os amigos ou com a família.” – El Khatib, da Fecap.
E mesmo quando a meta envolve dinheiro e consumo, faz sentido ajudar as crianças e os adolescentes a não focarem no produto ou no serviço em si, mas naquilo que eles podem proporcionar. Por exemplo: se o adolescente quiser um novo vídeo game, é recomendado estimular que ele direcione a meta para os momentos divertidos que ele vai ter com os amigos e com os pais. Dessa forma, ele já começa a assimilar que o mais importante não é o consumo, mas o que se faz com ele.
Metas de crianças e metas de adulto: cuidados para não criar expectativas irreais
Nem toda meta estabelecida por uma criança ou adolescente é possível, e os pais não precisam mentir para elas sobre isso. No processo de falar sobre objetivos, é importante deixar claro que nem tudo é possível e que muita coisa só pode ser alcançada no longo prazo.
“Transparência é tudo nessa relação. Fantasiar, iludir e mentir não é o melhor caminho. É um mito achar que eles não vão entender. Eles vão, mas é necessário quebrar esse tabu primeiro entre os pais e, depois, passar para os filhos. Para uma criança, é mais delicado falar sobre escássez e frustração. No caso do adolescente, essa conversa é mais fluida”, diz El Khatib.
Para facilitar essa conversa, os especialistas recomendam introduzir conceitos como necessidade, desejo e tempo, e também explicar sobre as possibilidades do presente. Por exemplo: está tudo bem dizer que uma meta não é possível por ser muito cara, mas que existem alternativas parecidas e mais realistas.
Com os adolescentes, os pais podem ser mais diretos na abordagem e explicarem que existem fatores externos que podem impedir esse jovem de conquistar o que ele quer. Contudo, é recomendável que os pais dosem essa frustração reforçando a importância de fazer aquilo que é possível e que está sob o controle dos adolescentes.
Seus filhos não precisam aprender tudo agora
É inegável os ganhos que a educação financeira para jovens proporcionam no desenvolvimento dos seus filhos, mas nunca é demais reforçar que, no fim, eles são apenas crianças e adolescentes. Em outras palavras, não estabelecer metas cedo não é uma sentença de que eles não vão ser adultos responsáveis com dinheiro.
As atividades e conversas sugeridas só valem a pena se permitirem uma conexão lúdica e sem cobranças com os seus filhos. Caso contrário, o assunto pode se transformar num momento tenso, chato e sem sentido para toda a família. Por isso, está tudo bem ir com calma ou esperar um outro momento para falar sobre isso com os seus filhos.
Dá para aprender brincando? Atividades práticas para ensinar sobre dinheiro
Dá sim, e é o melhor jeito de ensinar, segundo a pesquisa da Universidade de Cambridge. Mas como? Esse mesmo estudo propõe algumas estratégias para introduzir a administração financeira na vida das crianças:
1. Mostre as tarefas cotidianas
Fazer mercado, pagar contas, abastecer o carro… Em um mundo cada vez mais digitalizado, a maneira como se paga por um serviço ou produto pode não ser tão evidente para uma criança. É importante incluí-la nos rituais em que há gasto de dinheiro para que ela aprenda as normas, atitudes e valores sociais de adquirir algo. Além disso, também reforça o valor emocional de fazer atividades “de adulto” com alguém que ela gosta.
2. Ensine a guardar
Quanto mais cedo se aprende o valor de separar parte do dinheiro, melhor. Seja através de uma mesada, semanada ou um troco ocasional, é importante que a criança entenda a importância de guardar dinheiro para objetivos futuros – um passeio ou um brinquedo, por exemplo.
3. Dê o exemplo
Segundo o estudo de Cambridge, crianças aprendem através de observação, instrução e prática. Por isso é tão importante viver uma vida de acordo com os valores que se quer passar adiante. É claro que isso nem sempre é possível de acordo com a realidade de cada um, mas, dentro do possível, é recomendado ser franco com a criança sobre os bons hábitos cultivados.
4. Deixe a criança pagar por algo – e explique que dinheiro não é infinito
Nem sempre fica claro para uma criança que, ao pagar por um produto, ela está efetivamente deixando um dinheiro ir embora. Talvez ela use todo o valor para comprar um doce e, após comê-lo, queira outro. Fazer pequenas compras ocasionais, gastando não mais do que R$ 2, é uma boa maneira de ensinar essa lição: dar um limite baixo para a criança comprar vai fazer com que ela exercite foco no que realmente quer.
5. Leve a criança ao supermercado com um valor fixo
Você pode dar um valor para elas comprarem o que quiserem, sem restrições. Não precisa ser muito, pode ser R$ 10 ou R$ 20. Lá, você vai guiar o exercício de avaliar com elas o que comprar com esse valor – e o que deixar de lado.
Provavelmente elas vão escolher o primeiro chocolate que virem na frente, e seu papel é mostrar que talvez valha mais a pena pegar dois sorvetes no lugar. Ou não, se elas realmente preferirem o chocolate. O que vale é que elas entendam os preços dos itens e aprendam a fazer escolhas, deixando algumas coisas para trás para terem outras.
6. Proponha um dia sem gastos
Também é possível pensar em um dia sem gastos, para mostrar como o dinheiro está presente em quase tudo o que a gente faz, e trazer as despesas para o nível consciente. Dá para sair de casa pra fazer passeios tentando não gastar nadinha na rua.
7. Jogo de adivinhação de preços
Selecione alguns itens básicos do dia a dia e faça um jogo de adivinhação. Você mostra a foto de um saco de arroz, por exemplo, e elas precisam adivinhar quanto custa. Ou, então, mostrar dois itens para que elas palpitem qual custa mais. Depois, você revela o valor real, e acredite: elas vão se surpreender.
Escolha produtos que são grandes, como um pacotão de papel higiênico, e compare com uma pequena embalagem de chocolate importado, por exemplo. Aproveite para explicar por que os preços são diferentes e mencione custos esquecidos na fabricação, como o da eletricidade e da mão de obra.
8. Converse sempre
Falar sobre dinheiro não deve ser um tabu – especialmente porque as crianças vão ouvir sobre ele em algum lugar, então é melhor que elas ouçam uma mensagem boa.
Não fuja de perguntas difíceis, mas também não sobrecarregue com informação demais: ao ser questionado sobre algo, responda de maneira simples, sem complicar demais. Explique o valor do dinheiro, o quanto é preciso trabalhar por ele e que nem sempre ele é suficiente para pagar por algo.
Que tipo de pergunta uma criança faz quando o assunto é dinheiro? Arthur, o “menino da mesada”, foi direto ao ponto com os pais no vídeo abaixo — e as respostas valem para qualquer família que esteja começando essa conversa:
Crianças dependem dos adultos ao seu redor para moldar sua visão de mundo – e o dinheiro é uma parte grande do mundo. Quanto mais você ajudá-las, mais saudável será a relação que elas estabelecerão no futuro.
Como abrir Conta do Nubank para menor de 18 anos pelo app?
Quando a mesada passa de alguns reais em moedas no cofrinho para valores maiores, aportes mensais e metas de meses, chega um ponto em que o dinheiro precisa de um lugar próprio. É aí que entra a conta para menor de idade: o filho tem um espaço seu para receber, guardar e movimentar o dinheiro, e o responsável acompanha tudo pelo app — sem precisar dividir a própria conta.
Para quem quer entender como essa rotina funciona na prática, Arthur, de 8 anos, e sua mãe Jaqueline Oliveira abriram a casa em um bate-papo mais longo com o Nubank sobre educação financeira, preços e economia:
O passo a passo para abrir uma Conta para Menores no Nubank é simples e começa no app do responsável.
- Na tela inicial do app do Nubank, role a tela para baixo até a área “Descubra mais” e clique em “Começar”;
- Leia todas as informações na tela e toque em “Continuar”;
- Preencha os dados do seu filho ou filha: nome completo, CPF, data de nascimento e um e-mail. Lembrando que o e-mail e o CPF precisam ser do próprio jovem;
- Depois, responda se o jovem é alfabetizado, digite a sua senha de quatro dígitos.
- Pronto: o convite é enviado para o jovem!
Ele recebe o convite e, pelo app do Nubank, começa o processo de cadastro.
- Na tela inicial, o jovem toca em “Continuar”, informa o CPF e segue o passo a passo para criar a senha do app, inserindo a data de nascimento, o país onde mora, o nome completo da mãe e o endereço completo em que reside;
- Depois, é só enviar a foto do documento e uma selfie. Isso ajuda a manter tudo seguro e proteger as informações. A análise leva algumas horas e é feita para garantir que está tudo certo com os dados.
Dependendo da idade, sugerimos ter um responsável por perto durante o processo de abertura da conta do jovem!
Enquanto isso, os responsáveis acompanham tudo pelo Controle Parental, em tempo real — vendo o saldo, o histórico de transações e ativando notificações a cada movimentação. No dia a dia, o jovem pode usar o roxinho para receber a mesada, fazer compras online e começar a cuidar do próprio dinheiro com mais autonomia e supervisão.
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Este conteúdo faz parte da missão do Nubank de devolver às pessoas o controle sobre a sua vida financeira. Ainda não conhece o Nubank? Saiba mais sobre nossos produtos e a nossa história aqui.




